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sábado, 19 de janeiro de 2013

Time goes by

Sabem aquela sensação de estarem onde não pertencem? De fazerem o que não gostam? De viverem o que não querem? O tempo não espera pelas decisões certas nem nos dá momentos extra que nos deixe remediar os nossos erros. Cada segundo mal passado é um segundo perdido. Cada ínfimo pedaço de vida desperdiçado com aquilo que nada nos diz, é tempo naufragado sem retorno. O somatório de todos esses segmentos pode formar uma eternidade. E triste é olhar para trás com uma lágrima no olho e não com um sorriso no rosto, mas a verdade é que desperdiçamos a nossa felicidade com pormenores sem importância e no fim ficamos com o nosso orgulho, a nossa arrogância, a nossa personalidade forte e intransigente, contudo com o coração vazio, apartado de sentimento. Possuímos todos os valores intrínsecos ao nosso "eu", todavia sem aquilo que mais deveria importar - uma vida preenchida. E quando cogito acerca desta temática não consigo evitar sentir um enorme pesar na alma porque, de facto, sei que já perdi muita coisa que não devia ter perdido, umas derivadas de erros fatais, outras simplesmente porque o orgulho foi demasiado grande para ser posto de lado. E esta segunda razão é realmente triste... Os dias passam, a vida escorre numa ampulheta cuja areia um dia irá findar e, muitas vezes, mesmo antes de adormecer, as gotas de sal começam a verter copiosas dos olhos envermelhecidos. A dor emerge e colapsa sôfrega de tanto acorrentada. Mas às vezes é mesmo assim: deparamo-nos com um presente jamais imaginado por não termos coragem de simplesmente ignorar o que deve ser ignorado. Inocente ou não, cresci com aqueles filmes da Disney que enganam as raparigas com o príncipe encantado e a vida perfeita, mas guess what? Eu ainda acredito no "felizes para sempre"

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Eu não consigo viver sem ti

Este ano de 2013 não começou da melhor maneira e acontecimentos recentes mostram que ele não será nada bom. Mesmo assim há uma palavra à qual sempre fiz jus: esperança. Sempre tive esperança, fé, sempre acreditei no melhor lado das coisas e das pessoas. Tentei retirar o melhor de cada situação e fui aprendendo que por cada porta que se fecha, muitas se abrem, apenas temos de mudar a nossa perspectiva. Há, contudo, certas situações que me matam. Literalmente... Matam. O corpo continua com vida, é certo, mas a alma morre e vegeta com a execrável dor da perda. Já Lhe pedi muita coisa: um grande amor, notas de excelência, passa no exame condução... Mas hoje peço algo maior, peço uma vida. A tristeza tácita que coabita comigo começa a vir ao de cima em tom de desespero. E quando tudo o resto falha, vem a fé. E há momentos nos quais a fé é tudo o que temos para nos agarrar. Porque a ciência falha, a sorte falha, tudo falha! Na verdade o meu mundo está a ruir mesmo à minha frente e a cada bocadinho que tento reconstruir, mil pedaços se desfazem. As más notícias irrompem-se sucessivamente e chega a uma altura que nem as lágrimas, nem os gritos, nem a música aos altos berros aliviam. O ódio e a raiva que tenho no coração subjugam a força que outrora fazia parte das minhas atitudes. Hoje estou fraca e sou fraca e tudo o que preciso é que Me ajude, ajudando-o a ele. Eu sabia que este dia estava para vir, aliás tinha um pressentimento horrível desde a ida para o hospital. Mas sinceramente? Nunca pensei que fosse tão grave. Que me dê forças para sorrir da próxima vez que o vir. E a solidez necessária para o abraçar sem que ele perceba que pode ser a última vez. Mas sobretudo, que a ele lhe dê o que ele precisa para vencer esta luta. Porque por mais débil que esteja e por mais rios que chore, não vou deixar de lá estar até ao último suspiro. Que a ciência o ajude, mas que Deus o proteja, que lhe ponha a mão sobre o ombro e a força precisa no coração. É por ele que quero ir para Medicina e é pelo caso dele que nunca vou desistir. Que Deus lhe dê mais 10 anos ao meu lado ou, pelo menos, que lhe dê o suficiente para eu lhe dizer tudo o que ainda não disse. Só Lhe peço saúde. Que chumbe a todas as cadeiras, que nunca mais saiba o que é ter um grande amor, que perca a casa e o carro e todos os bens materiais. Mas peço-Lhe, não mo tire de mim.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Desapego do passado

Sou daquelas pessoas que tende a ficar presa ao passado, às memórias, às lembranças, mas hoje, sem saber bem como, "fez-se luz". Às vezes o que precisamos, o que nos faz bem, o que nos acorda com um sorriso e nos adormece com consolo está ali mesmo à nossa frente e nós é que não queremos ver. Lutamos por causas perdidas e inglórias na tentativa desesperada que aquilo que gostamos nos faça feliz. Mas a verdade é que aquilo que queremos e aquilo que precisamos nem sempre são a mesma coisa. Chega um dia que nos fartamos das lágrimas perdidas em vão e queremos é colectar sorrisos, gargalhadas e bem-estar. Para isso abdicamos daquilo que tanto desejamos, mas que tanta mágoa nos causa, em prol de algo novo, genuíno e que nos relembra que a vida é feita de alegrias e não de melancolia. Hoje peguei no telemóvel, apaguei as mensagens antigas e adivinhem? Sorri.

sábado, 15 de dezembro de 2012

sábado, 8 de dezembro de 2012

Love story

Our story may not be the perfect story. Because all stories have that bitch who wants to separate us, that asshole who tells a bunch of lies and that anonymous who secretly desires that we break up. It happens, it's called life. But what really matters is what we feel, what we do to make it work. Some do work, some don't. The lack of love is probably the perfect explanation, but in some cases it's not. Truly sometimes we just can't fight anymore. There are too much problems, too much lies, too much things trying to ruin our love and we just can't. Then what? We give up. Our love which was untouchable becomes a nightmare instead of the dream we once had. And we blame ourselves because we knew how much we loved, and still love, each other, but there's nothing to do. Decisions are made and it's too complicated to turn back, even if our hearts cry themselves to death, even if our soul is so dark that we can't actually feel anything again. We quit. Our love story isn't entirely written and our love is not certainly over. But we just move on, and we try to find someone else, hoping that this time everything works out right. But, guess what? It doesn't because there will always be that bitch, that asshole and that anonymous and if you don't fight for what you want, well... you'll never get it.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

A pessoa errada!

Um dia o homem da tua vida acaba por chegar. Mais cedo ou mais tarde, ele aparece. Aquele que vês que pode hipoteticamente envelhecer a teu lado. A dar-te o sobrenome. A adormecer e a acordar debaixo dos teus lençóis. A aturar-te nos dias em que estás com TPM e que assiste à tua menopausa. O mesmo que não vai ligar muito se engordaste 5 quilos ou se vestes dois números acima, porque ele, e só ele, conseguiu ver para lá de tudo aquilo que é exterior. Quando essa pessoa chegar dá-lhe tudo, entrega-te, atira-te de cabeça sem medos nem reservas. Mas até ela dar de si... Não dês demais a quem não merece. A pessoa certa há-de aparecer, mas até lá... Diverte-te com a errada!

sábado, 1 de dezembro de 2012

Esquecimento


Há coisas que acabam sem motivo aparente. Acabam, simplesmente. De um momento para o outro deixamos de conhecer uma pessoa e passamos a ver outra, como se o invólucro fosse apenas isso - uma capa vazia sem conteúdo. Aquilo que alguém fora outrora para nós, a forma como nos tratava, o lado que mostrava evaporara-se num piscar de olhos. Repentinamente passamos de "tudo" a "nada". Assim, sem mais nem menos. E quando nos perguntam o porquê, respondemos que foi um "acumular de situações". Um acumular? Pergunto eu. Quem ama, fica. Não desiste. Não vira as costas. Quem ama, luta. Dá tudo. O que tem e o que não tem. Não desperdiça um futuro porque se cansou. Picos? Altos e baixos? Todos temos. No entanto, o mal está quando ficam coisas por resolver, palavras por dizer, sentimentos por findar... O pior mesmo é quando tudo acaba e o nosso coração continua sem aceitar esse facto. E, na verdade, ele tem razão. Porque não lhe demos um motivo suficientemente forte para ele poder esquecer. Limitamo-nos a iludi-lo com um "não deu". Justificação essa que para um coração apaixonado não chega, de todo. No fim, continuamos a chorar quando o assunto devia estar enterrado e os suspiros sucedem-se à mínima lembrança. Os sentimentos não morrem se não forem enterrados. E quem quer enterrar aquilo que nos fez companhia durante tanto tempo? Que nos encheu de sorrisos? O tempo passa, sucede-se... Mostra-nos que "há um ano atrás..." era assim e agora é doutra maneira. No fundo, no fundo a pergunta fulcral é a seguinte: até que ponto conseguimos verdadeiramente esquecer?

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

domingo, 25 de novembro de 2012

The love of a life

Um dia essa pessoa virá. Sim, essa pessoa que te faz acreditar no amor de verdade. A pessoa que te faz acordar com um sorriso e que mesmo sem dizer uma palavra te aquece o coração. A mesma pessoa que faz com que as pernas tremam cada vez que pensas nela, que o coração acelere a cada toque, que uma mensagem mude o teu dia. Só essa pessoa te vi fazer querer contar os anos e não os meses, só ela te permitirá fazer projectos a longo prazo e não apenas os que findam daí a uma semana. Só ela conseguirá que tu não te imagines com mais ninguém, que a partilha de outro toque te repugne e o imaginá-la com outra te dilacere o coração. Essa pessoa talvez não seja o primeiro amor, mas será de certo o último. Não será o amor perfeito, mas será o único que te dará forças para acreditar que é possível atingir a perfeição. Porque aí não haverá dúvidas. Haverá discussões, birras, amuos e chatices, mas o "adeus" é uma palavra que não será equacionada e o "para sempre" o motivo de luta constante. As intrigas, as más-línguas, os "diz que disse" passarão ao lado. Porque quando o amor é verdadeiro, vence. Quando o amor é verdadeiro, fica. E se for realmente verdadeiro é para sempre. Por isso, quando esse amor te bater à porta, tu vais sentir. Não me perguntes como, mas vais. Porque sentes que aquela é a pessoa com quem te imaginas casada, com filhos, com chatices matinais e jantares caóticos. É essa pessoa que vês a dar-te a mão na doença e a congratular-te, sem inveja, na vitória. É essa pessoa que não deves deixar fugir, nunca.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O João e os seus dilemas do amor

Eis que hoje o meu irmão me vem pedir conselhos, coisa recorrente desde que se apaixonou. A nossa conversa foi:

João: Mana, tens de me ajudar a afastar o namorado dela.
Joana: Oh João, tu tens é de fazer com que ela goste de ti, não é afastar o outro! Isso é só a consequência. Ela começa a gostar de ti e deixa o outro.
João: Não, é que ela já me acha giro e engraçado. O problema é que eles namoram desde a pré!
Joana: Então, está na altura de mudar... Ele não tem nenhum ponto fraco?
João: Até tem, ele gosta dela e de outra, mas ela diz que não se importa.
Joana: Vais ter com ela e dizes para te dar uma oportunidade, já que ele é parvo porque gosta de duas ao mesmo tempo e tu só gostas dela e gostas muito!
João: Isso é o que os rapazes de 18 anos dizem?
Joana: O quê?
João: Dizem "ah, dá-me uma oportunidade porque eu posso fazer-te mais feliz que o outro..."
Joana: Sim é mais ou menos isso...
João: E isso resulta?
Joana: Normalmente não! Elas gostam do que as faz sofrer...! Mas diz-me, tu gostas mesmo dela?
João: Yh, gosto.
Joana: Então ficas magoado quando a vês com o outro?
João: Oh tipo, magoado não, mas preferia que ela estivesse comigo! E agora vou dizer uma grande mentira que fica sempre bem "eu só quero que ela esteja feliz" ahah mas eu quero é que ela esteja comigo!!

E foi assim o meu diálogo profundo acerca do amor com um puto de 9 anos

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

And I wonder if I ever cross your mind

Interrogo-me, de verdade. Porque penso que quando te perguntas se estás na minha mente, achas que não. Aliás, achas certamente que és uma página virada, um capítulo encerrado, um acontecimento que cessou e ficou pelo passado. Era melhor que assim fosse. Mas não é. E o que acontece realmente é que penso em tudo. Naqueles momentos em que estou sentada a olhar para o vazio, eis que imagens se começam a formar na minha cabeça, algo que vem directamente dos confins do coração e me adormece o pensamento. Por breves segundos estás ali, a dar-me a mão, a deixar-me encostar a cabeça ao teu peito. É passado. Não, não é. Porque passado é quando está para trás das costas, passado é quando está arrumado. É quando não incomoda. É quando já não faz chorar. Tu mexes. Fazes vibrar. Tu estás aqui não estando. Tu, tu, tu. Por muito que aches que não, és tu. Não lês isto, que não leias. Não escrevo para que saibas, escrevo porque quero partilhar. Não contigo, isso já não vale a pena... Mas com outros. Com quem já teve amores passados/presentes. Com quem já suspirou quando pensava ter esquecido. Com quem morre de saudade de um sorriso dado outrora todas as manhãs. O pior é que te sei de cor. Sei onde deves andar, o que deves pensar. Sei que sabes que ainda estou aqui, apesar de não quereres acreditar. Sei que sabes. Não quero fazer sentido com o que digo. Quero falar, e falar. Porque como o grande Bob diz "saudade é um sentimento que quando não cabe no coração, escorre pelos olhos". E ela escorre, todas as noites, antes de adormecer. Despeço-me de ti assim, com um soluço amargurado e sonhos profundos. Despeço-me não havendo nada para despedir. Estou aqui. No melhor e no pior. Mas um dia vou deixar de estar, porque como a Lexie da Anatomia de Grey diz "I love you, but I don't wanna love you. I want to be happy."

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Choro

Deito-me na cama e, quase sem dar por isso, as lágrimas escorrem silenciosamente pelo rosto. Nem eu sei bem pelo que choro, só sei que tenho vontade de chorar. Talvez pela falta, talvez pela indiferença, talvez pelo que ficou por viver. Não sei. Choro pela saudade. Sim, deve ser pela saudade. Ou então não. Choro porque já não é presente e se transformou em passado. É isso, choro pelas memórias. Choro porque são demasiado boas e eu não as consigo apagar. Fico em silêncio, de olhos fechados e com a almofada cor-de-laranja contra o peito. Aperto-a com força. E revivo os momentos. Escassos momentos de imensa alegria. Mas são memórias. Aquecem, consolam, mas não nos fazem feliz. Porque não são verdade. E pior ainda, é que foram verdade, um dia, mas deixaram de o ser. E o que magoa mais não é não ter, é saber que já se teve. É um pesadelo, apenas um pesadelo do qual vou acordar. E quando acordar tu vais estar lá, a olhar para mim, com os teus olhos brilhantes e dirás "foi só um sonho, princesa, eu estou aqui e estarei sempre".

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Still love him

Enquanto apagares o número dele, o evitares na rua, deixares de ir ao sítios que ele vai, souberes o que ele faz pelo que os amigos te dizem, não lhe falares, ficares incomodada com a presença dele, afastares avidamente todas as memórias que têm juntos, derramares uma lágrima ao veres fotos, recordares o passado com nostalgia e te apetecer que ele morra... Enquanto isso acontecer, ainda o amas. Já dizia Érico Veríssimo que o contrário do amor não é o ódio, mas a indiferença. Porque enquanto o odiares pelo quanto ele te magoou, enquanto as lágrimas te escorrerem pelo rosto quando uma memória te assombra e o soar do nome dele te provocar um calafrio, há amor. É quando as notícias acerca do que ele faz te passarem ao lado, quando vê-lo na rua for como ver qualquer outra pessoa, quando o telemóvel tocar e tu atenderes sem quebras na voz e tremer nas pernas, aí, e só nessa altura, podes dizer que o esqueceste. Que é uma página virada. Um capítulo encerrado. Uma memória armazenada. Até lá? Até lá conforma-te - ainda o amas, por tempo indeterminado.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

I.M.Y.

Yes, that's it. I Miss You. Like crazy.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Past love

Às vezes é complicado. Corrijo, às vezes é impossível não comparar o presente com o passado, não recordar todas as coisas que preencheram a nossa vida durante tanto tempo. É preciso um nível de abstracção de dimensão muitíssimo elevado para conseguirmos destrinçar completamente o passado do futuro e do presente. Porque, na verdade, estas três entidades influenciam-se e comungam-se mutuamente. Por vezes, dou por mim a recordar momentos que passaram, vivências que tive. Dou por mim a reviver cada palavra, cada gesto, cada imagem que guardo na minha mente. E reconstruo os momentos, outrora perfeitos, que hoje em dia não são nada senão quimeras, sentimentos enjaulados, amores perdidos por circunstâncias da vida... Inconscientemente, vou recordando cada momento, refazendo a história, convertendo o passado numa memória presente, e olho para cada canto e consigo sentir perfeitamente a emoção que senti naquele determinado momento. Às vezes ainda penso que isto é mentira. Que a qualquer momento tudo vai voltar como por magia, e que este presente, que ainda me é alheio, vai deixar de existir. Ainda é estranho, sabes? Ainda é muito estranho. Não consigo simplesmente passar uma borracha em tudo. A intensidade não o permite, nem tão pouco as memórias. Até o vento me traz o que eu quero esquecer. Talvez esteja mesmo destinado assim. Mas a verdade? A verdade é que eu acredito na história do Noah e da Allie. E isso diz tudo.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Sondagem Nº 35 - Cometerias uma loucura por amor?


Achei uma pergunta interessante na medida em que o amor é mesmo a força que nos faz cometer as maiores loucuras, as maiores asneiras, que nos leva a arriscar e a dar tudo de nós. Assim sendo, aqui ficam os resultados desta sondagem:
  • 1º lugar - 68% da votação - 34 votos - Sim, mas apenas se estivesse muito apaixonado - "Há sempre  alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura". Penso que foi nesta fase que muitos se basearam para optar por esta opção. De facto, para algumas pessoas, apenas um nível muito elevado de amor e paixão geram loucura. Desde que seja uma loucura saudável, eu sou apologista de que sejamos loucos!
  • 2º lugar -16% da votação - 8 votos - É pouco provável que cometesse - Este grupo de pessoas considera que, mesmo muito apaixonados, as loucuras são algo muito improvável de acontecerem. Há quem seja um pouco céptico em relação ao amor e não esteja para se magoar sem achar que vale mesmo a pena! Juízo têm esses!!
  • 3º lugar - 10% da votação - 5 votos - Sim, cometeria facilmente uma loucura por amor - Aqui estão os românticos incuráveis que acreditam que tudo vale a pena, que o amor vale a pena e que mais vale chorar pelo que foi feito do que pelo que ficou por fazer! Eternos apaixonados, go ahead!
  • 4º lugar - 6% da votação - 3 votos - Não, jamais - Aqui estão os verdadeiros "anti-loucuras"! Tenho para mim que estas pessoas são as piores. Posso estar enganada, mas aquelas que mais dizem "amor?! que horror, nem acredito nisso..." quando se apaixonam são as mais loucas e as que mais se entregam. Just sayn'!
Obrigada pela vossa colaboração e votem na proxima! XOXO

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

O pior lado do amor

"E depois de algum tempo eu percebi que esquecer não significava ignorar um telefonema ou evitar um reencontro casual. Eu descobri que quando esquecemos, atendemos o telemóvel e a voz não falha e que os reencontros casuais não fazem as pernas tremer. Eu descobri que o lado mais triste do amor é não sentir mais nada."

Totalmente de acordo, sem tirar nem pôr!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

The one and only

Existem variadas pessoas por quem já nutrimos sentimentos amorosos. Uns mais fortes, outros mais fracos, uns que duram mais, outros que duram menos, mas todos nós já gostámos de várias pessoas, já nos apaixonámos por elas e nos desapaixonámos também. Começamos por conhecer alguém que, aos poucos, se vai tornando especial; vamo-nos identificando com ela, sentimo-nos bem a seu lado, começamos a experimentar novas emoções e cada vez ansiamos mais pela sua presença. Por poder olhá-la, beijá-la e senti-la. É um processo que tanto pode ser rápido como longo, que tanto pode durar uma semana, um mês, um ano ou uma vida. Tudo depende da forma como nos entregamos e da forma como a outra pessoa está disposta a entregar-se. Vivemos bons momentos a seu lado, alguns deles inesquecíveis. Contudo, mais cedo ou mais tarde, na maioria das vezes tudo acaba por ter um fim. As acções passam a memórias e os sentimentos são "arrumados" numa parte obscura de nós. Progressivamente vão sendo postos de lado, esquecidos, arrecadados num local onde já não nos lembramos de ir remexer. Porém, há sempre aquela pessoa com quem isto não acontece. Eu acredito que cada um de nós tem na sua vida uma pessoa que nos marcou de forma extraordinária. Provavelmente, ao longo dos anos, essa pessoa vai mudando, isto é, há dois anos a pessoa que mais me tinha marcado não é a mesma pessoa que mais me marca agora mas, mesmo assim, e ainda que essa pessoa não seja imutável, temos uma entidade que consegue despoletar em nós aquilo que mais nenhuma consegue. Todos temos aquela pessoa que basta dizer uma palavra para que todos os sentimentos encafuados num baú venham ao de cima, que com um sorriso nos traz mil memórias, com um gesto nos arrepia. Aquela pessoa de quem não conseguimos evitar ter ciúmes, mesmo que não tenhamos razões (nem direito!) para tal. A mesma pessoa que consegue mudar o nosso humor do melhor para o pior em menos de um segundo. A pessoa que nos marca. Que nos marca verdadeiramente. Essa pessoa existe em cada um de nós. E por vezes? Por vezes é difícil viver sem ela...

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Românticos


No amor nem sempre se ganha, na verdade, muitas vezes, perdemos mais do que ganhamos. Perdemos tempo, amor próprio e dignidade. Perdemos partes de nós, partes genuínas, doces, puras e belas, perdemos coisas irrecuperáveis. Tudo em prol de quê? De um sentimento fugaz, uma triste eloquência que quisemos experimentar. As repercussões de uma decisão mal tomada mostram-se, por vezes, inglórias. Eu tendo a racionalizar os sentimentos, a dar um nome a cada coisa, idealizo até um presente, um futuro próximo. Sou assim, romântica. Um grande problema nos dias de hoje... Nós, os românticos, oferecemos de bom grado o que de melhor temos sem sequer pensar nas consequências de tal atitude, o que é facto é que não pensamos num amanhã a preto e branco, mas sim cheio de cores, entregamo-nos sem reservas. O "para sempre" é inerente ao desejo de amar e o "talvez" não se coloca: ou "sim" ou "não". Nós, os românticos, somos patéticos. É verdade. Patéticos. Porque ainda nos damos ao trabalho de acreditar que um dia vai ser diferente, que surgirá uma história de amor pura e genuína, coisa que não existe, excepto nos livros do Nicholas Sparks. Rimos à gargalhada e choramos copiosamente com uma facilidade que até a nós nos assusta. Resguardamo-nos quando somos magoados com a convicção inabalável de que não voltaremos a ser ingénuos. But, guess what? Voltamos a sê-lo. Over and over again. Há coisas que nos magoam, coisas que outras pessoas não entendem. Ligamos a pormenores, ténues detalhes que passariam despercebidos a qualquer um, menos a nós. Ser romântico é uma desvantagem imensa em pleno século XXI, mas sabem que mais? Eu gosto de ser assim.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Perceber o amor


Na minha ingénua óptica, penso que só se conhece o amor nos momentos menos bons. Quando tudo está bem, o amor é apenas algo que nos aquece o coração, nos adoça a boca, nos provoca calafrios electrizantes quando vemos o nosso mais que tudo. Porém, é quando passamos para o outro lado, o lado que ninguém quer provar, que conhecemos o amor em pelo - ou pelo menos o avaliamos de forma mais ampla.
Tenho pensado muito no que significa realmente amar uma pessoa; estar disposto a fazer tudo por ela, cometer loucuras, perdoar coisas imperdoáveis, aceitar erros inaceitáveis. Ao fim ao cabo, até que ponto queremos nós viver um amor [aparentemente] impossível? Até que ponto vale a pena tentar?
Só o nosso coração nos pode responder a estas perguntas, porque só ele sabe se vale a pena arriscar e sofrer. A cabeça, essa aconselha sempre o mais confortável, mas o menos exequível. São as borboletas no estômago e os arrepios fervorosos que nos têm de dizer se vale a pena. Se conseguimos ultrapassar o que sentimos. Se verdadeiramente estamos aptos a olhar para o passado como uma memória e não como um ainda presente.
Comecei a perceber que não é a evitar chamadas nem mensagens, ou até mesmo encontros casuais que se deixa de amar. Porque quem ama evita. Porque contactar com a pessoa dói. É quando a voz não falha, as lágrimas não vertem, o coração não acelera e as pernas não tremem que se esqueceu. O contrário do amor nunca foi o ódio, mas a indiferença, já dizia Érico Veríssimo. E é nesse momento, no preciso momento em que ver ou não ver, ouvir ou não ouvir, ter ou não ter, sentir ou não sentir se torna igual que deixa de haver amor. Nesse momento, nada mais há a fazer senão desistir. Até lá... Até lá há chama, há faísca, há paixão e amor. E se vale ou não a pena, só o nosso coração pode decidir.