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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Sabes que algo está mal quando

estás a estudar História e pensas "Bem, agora vou fazer um exame de Matemática para descontrair". Matemática para descontrair? A sério Joana?

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Ressuscitei

Andei "morta" aqui para este cantinho que conta a história da minha vida desde há dois anos e meio. Quem me conhece bem, se ler o blog fica a conhecer-me ainda melhor. Quem me conhece mal, fica com algumas luzes. E quem me conhece realmente bem, por vezes fica confuso com coisas que escrevo. Pois, talvez, eu não seja uma pessoa linear, talvez seja confusa, complicada e tenha as ideias baralhadas. Quando aqui escrevo tento encontrar-me, tento perceber quem sou, o que quero. Daí acontecer muitas vezes começar por escrever uma coisa e no fim do texto apresentar uma ideia contrária. Sou uma pessoa antagónica, de facto.
Ando a estudar para os exames pelo que me apetece mais vir aqui ao blog. Como já tinha partilhado anteriormente, encaro o blog como uma evasão, por isso é nos momentos mais atarefados que decido tirar uns minutos para partilhar aqui a azáfama que anda a minha vida! (estudar, estudar e mais estudar...)
Gosto de vir aqui escrever quando estou mais triste, deprimida e melancólica, afogando as minhas mágoas através da escrita. Acontece que não me tem apetecido fazê-lo porque estou numa fase muito equilibrada (os meus seguidores sabem que odeio esta fase não é...). Sou apologista de que se deve experimentar o melhor e o pior, mesmo que a felicidade extrema nos conduza a um desespero sufocante. Contrario totalmente a perspectiva de Ricardo Reis que defende que devemos viver moderadamente, sem que vivamos com muita intensidade para não termos de passar pelos piores sentimentos e desgostos. Discordo. Óbvio que não gosto de sair magoada de diversas situações, mas sofrimento em prol de algo que nos faz realmente bem, nos deixa em êxtase, nos dá uma alegria quase utópica não é compensador?! Enfim, estou na fase do Carpe Diem, o que não me agrada particularmente, mas... São fases!
Agora com o Verão tenho um feeling que isso mudará...
Darei notícias com mais brevidade, promise!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

A melhor sensação

é resolveres um exercício de matemática que parecia insolúvel ao início. Epa que êxtase.

P.S. Foi um momento nerd, indeed.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

terça-feira, 21 de maio de 2013

Descobri a resolução para os meus problemas de desconcentração:

Estudar na casa da avó. Sem computador, internet, com a porta fechada e a luz natural a iluminar a sala. Condições perfeitas para uma longa (e extenuante) tarde de estudo. Ao menos foi produtivo. A repetir amanhã. E talvez depois. E quem sabe... Até ao fim da época de Exames.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Está tudo de pernas para o ar


Estão a ver a vida que tinha há um mês atrás? Está tudo diferente. Tudo em todos os campos. Continuo a fazer o curso de Ciências Farmacêuticas, mas desta vez apenas duas cadeiras - Histologia e Embriologia e Bioestatística. E porquê?, perguntam vocês. Porque tinha intenções de mudar para Medicina. Acontece que o sonho de Medicina não é realmente um sonho meu, é talvez alguma coisa que se impregnou no meu subconsciente: "Se sou boa aluna tenho de entrar em Medicina", estupidez eu sei, mas mesmo assim era o que queria, ou pensava que queria. Como já aqui partilhei, tinha uma boa média interna para entrar, acontece que cheguei aos exames nacionais e derrapei por completo, consequentemente não entrei neste curso. A minha propensão para ciências não deriva de um gosto inerente à minha condição, advém sim de um preconceito por mim e por tantos outro formados, que graças a Deus se começa a perder, que é "quem tem capacidade vai para o campo das ciências, porque letras é fácil". De facto, letras é mais acessível que matemática, que física ou que química, mas eu sempre quis ser extraordinária e não ordinária. Sempre quis que o meu nome soasse na história, porque morrer todos morremos, a nossa condição deveria ser apenas lutar para que o nosso nome não vegete com o nosso desaparecimento. Não digo que isso aconteça, mas digo que quero lutar para que assim o seja. E, nesta perspectiva, nada se identifica comigo em Medicina. A única área que me causa algum deslumbramento é realmente a Psiquiatria por se prender com os desígnios da mente, já que é das coisas que mais admiro num ser humano, contudo nenhuma das outras áreas me cativa. Não consigo ver sangue, não sou boa a lidar com pessoas, não tenho estrutura emocional para ver pessoas a morrer, feridas ou a gritar. Por outro lado, o meu fascínio prende-se com as letras, com as línguas. Via-me muito mais num tribunal a defender um caso indefensável do que num hospital de bata branca a medicar pessoas. Talvez este meu desejo por Medicina tenha uma pitada de "anatomia de grey", todavia nunca conseguiria ser cirurgiã, por mais estupenda que ache a especialidade, não é pena mim. Assim sendo, penso seguir Direito. Um desencontro total de tudo o que tinha pensado até agora, mas um futuro em que me vejo mais realizada. Sei que num curso destes posso brilhar - ou tentar pelo menos - enquanto num curso de ciências seria apenas mais uma aluna mediana. Não é o futuro que quero para mim, eu quero excepcionalidade, mas digo que é com pesar que abandono o campo das ciências, pelo qual nutro um enorme apreço. Enfim, até ver é para o que estou motivada.
"E o que está mais diferente na tua vida Joana?", perguntam. Bem, no campo do amor, tudo mudou. No campo familiar também houve alterações. Mas está tudo bem. Cada vez melhor em ambas as coisas. Estou mais feliz do que estava há uns tempos atrás. Novas pessoas têm-me feito bem, e agora não procuro nada, sei que algo estará com certeza reservado para mim. I'm just waiting.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Desculpem mas...

... alguém sabe onde se encontra vontade para estudar?!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Eu completamente maluca

Inscrevi-me para 4 exames nacionais. Craziness

sábado, 2 de fevereiro de 2013

SAUDADES

Que saudades de ter português, inglês, psicologia, biologia... Agora ando a deitar química e matemática pelos olhos! Poor me, que cadeiras de merd*

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Retrospectiva

Hoje senti uma nostalgia profunda ao lembrar-me de tudo. Gostava de estar a iniciar agora o 12º ano que, para mim, foi o melhor ano de todo o meu percurso escolar. É um ano marcante, um ano de escolhas, de metas e objectivos, um ano de "tudo ou nada", mas sobretudo um ano de despedida. No final deste ano vimo-nos obrigados a cortar as raízes e a ganhar asas e este facto pode ser simultaneamente bom como também assustador. O balanço deste ano foi muito positivo, foi um ano em que tive notas excelentes, no qual tive uma vida emocional bastante estável, vivi um grande amor, fiz amigos fantásticos, estabeleci uma relação com os professores extraordinária, ganhei liberdade, espírito de descoberta, e cresci. Sim, este ano cresci verdadeiramente. Sinto que me tornei mais mulher, mais madura, que pus de lado certas "miudices" que ainda estavam muito presentes no 11º ano. Tive oportunidade de conhecer algumas pessoas novas visto que as turmas se fundiram devido às opções, mas consegui além disso reforçar as amizades já trazidas de anos anteriores. Vai custar-me muito (e já custa!) olhar para o lado e não ver a M. e a C., os outros também, claro, mas estas duas pessoas que fizeram parte da minha vida escolar todos os dias vão deixar de estar lá. Com quem irei eu trocar os sorrisos cúmplices durante a aula? E para quem vou olhar sem ter de dizer uma palavra, sabendo que essa pessoa sabe exactamente o que penso? Há certas coisas que me assustam, de verdade. Sou pouco receptiva a mudanças e tenho um medo enorme de fracassar, a todos os níveis: seja uma inadaptação às novas disciplinas (que agora se chamam cadeiras, right?) ou mesmo uma dificuldade em lidar com os novos colegas. A vida está cheia de mudança e esta é a primeira grande mudança que tenho de viver. O que tem de ser tem muita força, mas ainda não consigo olhar para as fotos do baile de finalistas sem que uma saudade enorme me preencha o espírito, porque eu sei que aqueles momentos jamais se irão repetir com aquelas pessoas. Resta-me guardar as memórias e usá-las como força e inspiração. E esperar que as verdadeiras amizades superem a distância e o afastamento que esta nova fase trará. Vamos a isso. Modo faculdade: ON!

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Adorava ser fútil

Adorava que a minha preocupação do momento fosse que pus uma nódoa na camisola. Adorava ficar triste porque já não há o número das calças que tanto queria. Adorava que o meu mundo ruísse porque o rapaz de quem eu gosto ainda não me ligou. Adorava endoidecer com os Saldos. Adorava chorar porque o meu batom preferido se estragou ou porque a minha base de eleição se esgotou. Adorava que o meu maior desejo fosse passar o dias nas compras, comer um iogurte integral a meio da tarde, ir ao cinema, estar com aquele rapaz super perfeito que todas as raparigas gostavam de ter, jantar num restaurante très chique e, por fim, dormir naqueles hotéis de 6 estrelas. Adorava que o meu sonho de vida fosse fazer pouco, casar com um rapaz podre de rico e ter uma longa vida fútil. Juro que adorava. Mas o que adorava mesmo... Era não estar nesta ânsia porque nem consigo ir ver as notas dos exames. Adorava não estar numa pilha de nervos com as candidaturas à faculdade. Adorava que o meu sonho de vida não fosse que o meu nome constasse na história e não fosse esquecido. Adorava ser só uma rapariga simples que quer tirar a sua positiva, ir para um curso qualquer e depois logo se vê. Adorava não sonhar tão alto. Adorava querer ser apenas mais um ser humano que vagueia na Terra. O pior? O pior é que não quero.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Sou mesmo otária, literalmente

Hoje fui fazer exame de Biologia e Geologia de 11º ano para tentar levantar a nota. Resultado: correu mal. Já vi a correcção no Gave e vou ter à volta de 15, mais ou menos. O que me deixa mais frustrada é saber que quando estava indecisa entre duas escolhi s-e-m-p-r-e, e não minto quando digo sempre a resposta errada. Se tivesse acertado aquelas em que estava em dúvida, teria à volta de 18.5. Estou triste, chateada e desiludida porque sei que o 18.5 esteve com uma probabilidade de 50% de ser meu, esteve mesmo ali e eu optei sempre pela opção errada. A lei das probabilidades esteve contra mim. Enfim, é erguer e cabeça e continuar, agora não há nada a fazer.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

domingo, 17 de junho de 2012

Meu querido Fernando Pessoa...

Sabes, com certeza, aquela história da despersonalização, da desfragmentação do "eu", de seres "muitos" de uma só vez. Pois bem, nunca li nada tão antagónico como a tua escrita. Como será possível adorar o Alberto Caeiro, chegar a idolatrá-lo e a achar que a sua escrita é o protótipo da escrita simples, mas perfeita e depois chegar à Mensagem e achar que aquilo é dificílimo de se perceber se não estivermos atentos aos mais ínfimos pormenores? Como é possível que o Ricardo Reis seja um apologista acérrimo do carpe diem e o Álvaro de Campos tenha uma 3ª fase tão abúlica que nos chega a fazer ter uma pena desgraçada de um homem tão miserável? Iniciando mesmo o seu poema Tabacaria com "Não sou nada/ Nunca serei nada/ Não posso querer ser nada/ À parte disso tenho em mim todos os sonhos do mundo". Mas isso é só depois de se exaltar efusivamente nas Odes, falando do progresso, da excitação, erotizando mesmo o delírio que sente com a máquina! E tu, tu ortónimo, que dizes que "O poeta é um fingidor/ Finge tão concretamente/ Que chega a fingir que é dor/ A dor que deveras sente", mostras claramente que tudo o que escrevemos não passa de uma racionalização de sentimentos. Não mentimos, não, nós racionalizamos as nossas memórias para as podermos partilhar. Mas parece-me rebuscado demais pensar nisto. A mim e a 99,9% da população. Daí tu seres quem és. Um génio sem igual. O meu ídolo há quase tantos anos quantos me conheço. Mas o terror e o pesadelo dos alunos de 12º ano que tentam compreender aquilo que nem tu compreendias! Descansa em paz, meu amigo, e dá-nos inspiração para te escalpelizarmos até ao mais ínfimo pormenor, se assim nos pedirem...

sábado, 16 de junho de 2012

... O corpo é que paga

Com estes nervos e stresse dos exames, o meu corpo sofre muitas alterações, nomeadamente:

  1. Tiro as peles dos lábios a toda a hora (às vezes faz sangue e tudo!);
  2. Fico com o cabelo oleoso;
  3. Não paro de comer bolachas (Oreos, Filipinos...);
  4. Como chocolates a torto e a direito;
  5. Fico com um feitio insuportável;
  6. Tenho falta de sono;
  7. Irrito-me facilmente;
  8. Não consigo estar parada.
Não vejo televisão há uns dias e só hoje é que reparei nisso. Assim como não me sento no sofá a relaxar há algum tempo. Esta época de exames m-a-t-a-m-e!!!

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Exames

Acabei de fazer o Exame Nacional de Matemática A de 2008 da primeira fase e acho que mais fácil do que aquilo era impossível. Houve uma pergunta com a qual inclusivamente que ri, dada a simplicidade da questão. Até um miúdo de 8º/9º ano conseguia resolver aquilo!! Era bom que o meu fosse assim, era tudo corrido a 20s!! Mas pelo que vi do exame do ano passado e pelos intermédios que têm saído, não me parece que a coisa seja assim tão fácil... Poor me.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Notas de 12ºano, DONE

Já saíram. Já as sei e acabou a pressão. Fiquei triste com algumas, feliz com outras. Digamos que compensaram as tristezas pelas felicidades!
Português: 19;
Matemática: 18;
Biologia: 20;
Psicologia: 20;
Educação Física: 18.
Média de 12º ano: 19 Valores.
Média do Ensino Secundário (s/ exames): 17,89 Valores.
Para me candidatar a Medicina a média do secundário não dá para grande coisa. Fiquei triste porque se tivesse tido o 20 a português ia a exame com 19, e se tivesse tido 19 a Educação Física ficava com 18 de média da disciplina. Concluindo, a minha média subia para 18 Valores. Não deu, enfim. Agora é concentração máxima e absoluta nos exames nacionais. Espero que os senhores do Gave sejam condescendentes connosco. Os intermédios não foram propriamente fáceis e nós precisamos de uma boa nota para nos candidatarmos. Regozijo-me por ter cumprido o objectivo de ter 20 às disciplinas de um ano (Biologia e Psicologia) pois eram aquelas que me subiriam a média, e subiram. O balanço deste 12º ano foi bastante positivo, pois apesar de nem todas as metes terem sido totalmente alcançadas, não me posso queixar. Exames Nacionais, here I go!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

A minha lista de "to do" está apinhada!

Obrigações:

  1. Fazer os exames nacionais dos anos anteriores como preparação (cerca de 44);
  2. Estudar intensivamente Física de 10º e 11º ano;
  3. Rever a Mensagem, Lusíadas, Memorial e Felizmente há Luar!;
  4. Estudar o paralelismo entre a Mensagem e os Lusíadas;
  5. Estudar fervorosamente os complexos.
Lazer:
  1. Ver o episódio que tenho em atraso da Anatomia de Grey;
  2. Ir às compras de coisas para o Verão!;
  3. Continuar a ver a série do Gossip Girl que estou a gostar imenso;
  4. Ver o The Lucky One;
  5. Começar a trabalhar para o bronze.
Com tanta coisa nas obrigações o lazer vai ficar muito pendente... Exames Nacionais, vão embora depressa!