Vi este filme durante esta tarde. Como eu suspeitei, era daqueles filmes para ver quando não se tem mesmo mais nada para fazer. A história está engraçada e há uma parte hilariante com a Cameron Diaz e o Justin Timberlake, quando virem vão perceber qual é! O lado engraçado deste enredo é que a "vilã" é a Cameron, no entanto quem está a ver o filme espera que ela nunca seja apanhada, pois no fundo apercebemo-nos que ela tem um lado mais sensível no meio de toda aquela luxúria. Quanto ao filme em geral... Se estiverem numa de descontrair e rir um bocado, vejam-no, no entanto se quiserem um grande filme, não vale a pena!
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Muita preguiça e férias a acabar
Acordei as nove e tal porque supostamente tinha dentista às 10.30. Passados uns quinze minutos ligam a dizer que é às 11h. Fiquei logo irritada. De manhã, irrito-me com pouco, é verdade. Mas caramba, levanta-se uma pessoa cedo porque tem dentista e repara que podia ter ficado mais meia hora na cama? É muito chato, dado que adormeci tarde no dia anterior. Enfim, estou de férias e não me vou ralar! Hoje o dia deverá ser uma pasmaceira como os que o antecederam. Uma seca. As férias estão a acabar e tenho de confessar que já sinto falta daquele ambiente escolar, dos intervalos, nas brincadeiras com os colegas, das conversas que temos, das gafes dos stores, de ter algo em concreto para fazer... Por outro lado, sei que a brincadeira dura, se tanto, as duas primeiras semanas de aulas, depois lá começam os testes, os trabalhos, a responsabilidade à séria. Nessa altura, desejo mil vezes estar de férias sem nada para fazer.
O meu romance está em stand by. Desde que regressei do Algarve ainda não escrevi nada, mas tenho de escrever, porque depois vêm as aulas e é uma chatice. A história está a ficar gira, penso que a ideia é interessante, mas há pequenas nuances que ainda não decidi. Tenho de tratar do assunto.
Quanto à feira de Corroios, fui na segunda e na quarta, foi bastante giro e andei no "V" que nunca tinha andado antes, todavia quando estava lá em cima só dizia "possa, preferia fazer um teste de Matemática A". Mas no fim até foi giro e gostei da sensação. Devo ir também amanhã, sábado, dado que quero mesmo ir ver o concerto. Geralmente vou mais pelos amigos e pelas diversões, porém no sábado quero ouvir cantar o Rui Veloso que é dos músicos portugueses que mais gosto.
É tudo, agora vou vestir-me que ainda chego atrasada ao dentista.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Suicídio
Muitos consideram-no uma valentia, outros tantos uma cobardia. Provavelmente nunca chegaremos a um consenso sobre o que será realmente este acto de acabar com algo que o próprio não quis começar. Podemos até pegar por aí. Ninguém neste mundo pediu para nascer, todos nós fomos desejados ou tidos por acidente, contudo nenhum de nós escolheu estar aqui. À partida foi-nos imposto viver, ou por outro prisma, foi-nos dada a dádiva da vida. Posso até ser mal agradecida, mas para mim, a vida foi-me imposta. O suicídio é apenas uma decisão na nossa vida, de entre as muitas que temos de tomar. É equacionado quando sentimos que há mais coisas más a preencherem-nos do que boas. Não é algo em que pensemos todos os dias, é um facto, mas é uma hipótese posta em momentos de desespero. Pessoalmente, vejo o suicídio como um acto de coragem. Sim, é um facto de que quem opta por acabar com a própria vida é alguém que não consegue continuar a lutar e não consegue ultrapassar as várias barreiras que a vida coloca a cada um de nós. Porém, o valor de vida pode ser muito discutível. Podemos até ter mil razões por que viver, mas uma, mais forte que tudo e todos, que nos dê um motivo para querer morrer. O suicídio é, para mim, uma tomada de decisão num momento em que nos apercebemos que não há mais nada que possamos fazer na Terra. Que provavelmente os entes queridos chorarão por misericórdia, mas que não passará disso, provavelmente não seremos lembrados por nada do que fizemos, não terão assim tantas saudades nossas, não deixaremos nenhum projecto para trás, não teremos um projecto que fica suspenso. Não estamos verdadeiramente enraizados à vida. Eu acredito que quem tomou esta fatídica decisão possuía motivos bastante fortes e que achou que mais valia estar em paz para sempre do que num terror constante. Por muito que tente, não consigo ver isto como uma cobardia, mas sim como alguém que sabia bem o que queria e que decidiu fazer com que a dor parasse. Há dores mais fortes do que o medo de morrer. Pondo esse medo de lado e acreditando que depois disto há algo melhor, tudo se torna mais simples. Tenho para mim que o suicídio é apenas mais um caminho viável. Uma opção definitiva, mas não menos louvável. My misfortune is that I've always been a coward.
D´Black - Sem Ar
Sometimes, a song can say everything. O lado mau do amor...
Cascada - Everytime we touch
Esta é das músicas que ando a cantarolar pela casa quando estou tristinha. Acho-a linda. Enjoy it.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Aniversário das celebridades #2
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Always
Sometimes I find it hard to breath. My life is just a mess. You know, no matter which direction I look, I just can't find a way out. Probably you don't understand what I'm saying, in fact, I don't expect you to do. It's just the necessity of writing. I don't even know what I'm trying to tell you, I just want to tell you that I'm here, I'm still here, and I'll be always here. That's all... Or not.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Coisas perfeitas
Sabem aqueles objectos para os quais olham e pensam "caramba, isto foi mesmo feito para mim"? Aconteceu-me exactamente isso com este quadro:
Primeiro a palavra "love" que é sem dúvida alguma a minha palavra de ordem na vida. Depois o país, França, que é dos que mais admiro. E claro, o pormenor do moinho do Moulin Rouge que é um dos filmes que mais gosto e cuja história de amor não deixa ninguém indiferente. Foi daquelas peças que assim que vi disse "tenho de o levar!". E pronto, agora aqui está, na parede do meu quarto, por cima da cama e fica lindoooo.
P.S. Desculpem lá o flash no canto do quadro!
P.S. Desculpem lá o flash no canto do quadro!
Simple thought #2
It takes maybe two seconds to fall in love, but probably a life to get over.
Simple thought #1
Some people are meant to cross our life, but not to stay in it. We just have to accept it.
Anatomia de Grey #1
Acabei de ver um dos últimos episódios da temporada 5 da Anatomia de Grey. Foi perfeito. O dia do casamento da Izzi com o Alex. A-d-o-r-e-i. A forma como todo o episódio foi realizado, a ideia da troca, os vestidos, os cabelos, as poses, as palavras, os votos... Foi completamente perfeito - o casamento de sonho. Mais que isso, as palavras da Izzi foram tão acertadas que estava deliciada a ouvi-las - o melhor dia da nossa vida é aquele em que nada esperamos e obtemos tudo, e não o que já previamente sabemos o que irá acontecer. A surpresa e a emoção do momento são coisas insubstituíveis. Cada vez fico mais fascinada com esta série. Looove it.
The worst of all
Conforme o tempo passa, os caminhos vão estreitando. As escolhas ficam reduzidas e as opções diminutas. Quase num ápice passamos do tudo ao nada, e esse sentimento de perda é avassalador. Não temos mais senão gavetinhas com coisas guardadas, porém faz-nos falta termos mais. Precisamos de ver, precisamos de sentir, precisamos de cheirar e de ouvir. Já dizia David Hume que «O mais vívido pensamento será sempre inferior à mais ténue das sensações». Hoje, não só concordo, como sinto perfeitamente o que ele diz. Não que não me lembre de tudo, tanto do bom como do mau. Não que não sinta ainda um calafrio quando vejo uma foto, uma coisa escrita ou algo que me recorde do que não quero recordar. Todavia, o tempo que já passou, todas as coisas que já aconteceram, o facto de eu já não conseguir sentir o que no início era inerente... Sinceramente fico triste. Sinto que algo está a ir, algo que não consigo agarrar. Tudo o que restam são memórias e recordações guardadas a sete chaves. Não há nada mais que isso. Nem lágrimas, nem desespero, nem alegria, nem emoção. Tudo se está a resumir a nada. Eu confesso, isso apavora-me.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Vamozimbora
Isto de estarmos quase a começar a aulas anda a dar-me a volta ao estômago. Já comprei tudo o que tinha a comprar e agora é aproveitar o restinho. Vou mas é para a feira de Corroios para não pensar em coisas tristes!
Sébastien-Roch Chamfort diz:
«O amor, tal como existe na sociedade, não passa da troca de duas fantasias e do contacto de duas epidermes.»
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domingo, 21 de agosto de 2011
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