terça-feira, 30 de agosto de 2011

Yes, I've always been a little bit crazy

Miss you

I miss you so freaking bad.

Sondagem Nº 24 - De entre os 10 actores apresentados, qual é o teu favorito?


Apresentei os nomes Johnny Depp, Brad Pitt, Orlando Bloom, Steven Seagal, Matt Damon, Mel Gibson, Russell Crowe, Morgan Freeman, Denzel Washington e Jack Nicholson como opção para actor favorito. Para ser honesta, os resultados não me surpreenderam, o nosso Johnny Depp ganhou com uma larga vantagem. Para além de ser considerado um dos homens mais sexys do mundo, possui também um talento inato para representar que só ele tem. Assim, aqui ficam os resultados:
Johnny Depp - 48% da votação;
Brad Pitt - 13% da votação;
Steven Seagal - 10% da votação;
Jack Nicholson - 10% da votação;
Mel Gibson - 5% da votação;
Russell Crowe - 5% da votação;
Morgan Freeman - 2% da votação;
Denzel Washington - 2% da votação;
Matt Damon - 0% da votação;
Orlando Bloom - 0% da votação.

Obrigada pela participação e continuem a votar! Beijinhos*

Aniversário das celebridades #3


A nossa mais recende professora baldas, Cameron Diaz, faz hoje 39 anos. Digamos que ela esconde bastante bem a idade que tem...!

Da paixão ao amor


Por vezes nem são precisas muitas trocas de palavras, basta um olhar, um gesto, uma expressão... Basta algo simples, mas genuíno, para nos derretermos e nos apaixonarmos. Há um momento de euforia e ilusão, em que tudo é possível, onde não há barreiras nem obstáculos, onde nos sentimos capazes de tudo porque simplesmente amamos. Essa fase de paixão avassaladora deve, mais tarde, ser convertida em amor. O ser humano precisa disso. Ninguém consegue viver uma vida de dependência constante, de emoção permanente. Todos nós temos necessidade de assentar e acalmar. Os risos estridentes são substituídos por sorrisos ternurentos, o olhar de desejo por olhar de amor, os beijos escaldantes por beijos carinhosos, os abraços efusivos por abraços longos e sentidos. Tudo muda quando deixamos de sentir paixão para sentir amor. Dizem os entendidos que o amor só assim pode ser considerado após quatro meses de relacionamento, até lá estamos a saborear o gosto da novidade. E há relações que acabam por esse mesmo motivo - o sentimento evasivo começa a desvanecer-se e, se não se gerar um amor sólido, tudo se perde. A novidade deixa de ser uma constante, instalando-se progressivamente o hábito, a rotina. Há relações que não conseguem sobreviver a esta mudança abrupta. Há pessoas que não conseguem pôr a paixão de lado e limitar-se ao amor. Por uma razão ou por outra, não lidam com o facto de já não sentirem as borboletas no estômago, os arrepios na espinha e os suores frios. Contudo, admito que quando o sentimento que une as duas pessoas é suficientemente forte e verdadeiro, elas conseguem ultrapassar estes desafios e que no fim, estarão a partilhar uma vida e não apenas escassos momentos.

Soooo true

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Avante

Pronto, estou convencida. Vou ao Avante outra vez.

Enfim...

Às vezes não sei que reacção ter ao que leio, não consigo perceber se é bom, se é mau. Vou limitar-me a esquecer, que é a única coisa que tenho tentado fazer nos últimos meses...

Cry

To be in love


Uma coisa que aprendi foi que por muito que tentemos, a vida não pára. Mesmo que nos fechemos num quarto escuro, pensemos em coisas tristes e enterremos a cabeça na almofada, o mundo lá fora continua a girar, o tempo a passar e a horas a escacear. Confesso que estou meia perdida, sei admitir que estou, porque me tem feito falta o alicerce base da minha vida - o amor. Não que ande a chorar pelos cantos ou com depressões melodramáticas, apenas não me sinto a mesma pessoa. Prezo muito os meus amigos, a minha família, os meus hobbies e todas as coisas que me dão prazer fazer, todavia a falta amor que ocupa o pedestal da minha existência magoa-me a cada dia que passa. Pode ser uma necessidade completamente fútil, podem até achar-me uma parva, lamechas e etc etc, mas eu sou assim. Preciso de estar apaixonada, e mesmo que não esteja de facto, preciso de sentir amor e de amar. Porque já amei muito e demasiado tempo para agora estar assim. Sinceramente, prefiro chorar de desgosto do que chorar porque não posso ter desgostos de amor. Eu quero tê-los. Fazem parte da pessoa que serei, fazem parte do crescimento, da passagem de adolescente para adulta. E eu sinto falta. A vida de solteira e descomprometida é engraçada, apenas não é para mim. Eu não preciso de não ter ninguém a controlar e a perguntar onde estou e para onde vou, eu gosto disso. Eu gosto que tenham ciúmes e que ralhem comigo porque demorei muito tempo a responder. Gosto dessas coisas todas que os relacionamentos implicam. Gosto até das discussões e do "nunca mais te quero ver" seguidas do típico beijo apaixonado. Não preciso de muito, preciso de amar e ser amada. Amar e não ser correspondido? É mau. Ser amado e não conseguir corresponder? É ainda pior. Para mim é. Eu consigo pôr a minha dor de lado, mas não consigo ignorar a dor que provoco nos outros. Mesmo quando sorrio, mesmo quando parece que está tudo bem, à noite questiono-me infinitamente por que é que não consigo dar mais de mim. Só a minha almofada sabe perfeitamente o sabor das minhas lágrimas.
Estou a precisar de voltar para as aulas, de ter os meus colegas, de andar distraída e de não pensar nesta lacuna que tem vindo a preencher a minha vida há já tempo demais. O conceito de felicidade de cada um é muito diferente. O meu? O meu passa por me apaixonar perdidamente.

sábado, 27 de agosto de 2011

Yes, that's right...

Da amizade ao amor


Eu não sou daquelas pessoas que considera que um rapaz e uma rapariga não podem ser apenas grandes amigos, sem segundas intenções. No entanto, devo dizer que considero complicado. A atracção é uma coisa que surge de forma inata e é geralmente essa atracção que estabelece uma ligação entre as duas pessoas. Depois de longas conversas, segredos confidenciados, histórias contadas, risos partilhados e lágrimas vertidas, começa a nascer uma amizade. Primeiro vêm os abraços e os beijinhos inocentes, e tudo surge tão naturalmente que os dois amigos nem se dão conta. A barreira que separa a amizade do amor chega a um ponto que se revela demasiado ténue, acabando muitas vezes por cair. Quando o interesse surge de ambas as partes, encaramos o surgimento de um amor a partir de uma amizade como uma dádiva. Contrariamente, se esse interesse começar a revelar-se apenas de uma parte, temos uma amizade estragada. Quem ama não se consegue cingir à amizade. E quem não ama não consegue avançar para o amor. Por vezes, é este despoletar de sentimentos que vem arruinar algo bonito que tanto trabalho deu a construir. Perde-se um grande amigo e uma grande amizade. Dois em um.
Geralmente, dois amigos que se acabam por apaixonar, nunca chegam a nutrir uma paixão avassaladora, mas sim um amor estável e sólido. Não provam o doce sabor da loucura, mas conseguem alicerces sólidos para uma relação.
Todos os rapazes têm amigas. Todas as raparigas têm amigos. Todavia, quando a amizade cresce e se torna demasiado grande, é conduzida ao amor. Não porque os dois amigos quiseram, mas porque a amizade deles assim o proporcionou. Não há muito que possamos fazer para impedir que os nossos sentimentos evoluam. O importante é nunca dizermos nunca a um amor a partir de uma amizade.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Bad Teacher


Vi este filme durante esta tarde. Como eu suspeitei, era daqueles filmes para ver quando não se tem mesmo mais nada para fazer. A história está engraçada e há uma parte hilariante com a Cameron Diaz e o Justin Timberlake, quando virem vão perceber qual é! O lado engraçado deste enredo é que a "vilã" é a Cameron, no entanto quem está a ver o filme espera que ela nunca seja apanhada, pois no fundo apercebemo-nos que ela tem um lado mais sensível no meio de toda aquela luxúria. Quanto ao filme em geral... Se estiverem numa de descontrair e rir um bocado, vejam-no, no entanto se quiserem um grande filme, não vale a pena!

Muita preguiça e férias a acabar

Acordei as nove e tal porque supostamente tinha dentista às 10.30. Passados uns quinze minutos ligam a dizer que é às 11h. Fiquei logo irritada. De manhã, irrito-me com pouco, é verdade. Mas caramba, levanta-se uma pessoa cedo porque tem dentista e repara que podia ter ficado mais meia hora na cama? É muito chato, dado que adormeci tarde no dia anterior. Enfim, estou de férias e não me vou ralar! Hoje o dia deverá ser uma pasmaceira como os que o antecederam. Uma seca. As férias estão a acabar e tenho de confessar que já sinto falta daquele ambiente escolar, dos intervalos, nas brincadeiras com os colegas, das conversas que temos, das gafes dos stores, de ter algo em concreto para fazer... Por outro lado, sei que a brincadeira dura, se tanto, as duas primeiras semanas de aulas, depois lá começam os testes, os trabalhos, a responsabilidade à séria. Nessa altura, desejo mil vezes estar de férias sem nada para fazer.
O meu romance está em stand by. Desde que regressei do Algarve ainda não escrevi nada, mas tenho de escrever, porque depois vêm as aulas e é uma chatice. A história está a ficar gira, penso que a ideia é interessante, mas há pequenas nuances que ainda não decidi. Tenho de tratar do assunto.
Quanto à feira de Corroios, fui na segunda e na quarta, foi bastante giro e andei no "V" que nunca tinha andado antes, todavia quando estava lá em cima só dizia "possa, preferia fazer um teste de Matemática A". Mas no fim até foi giro e gostei da sensação. Devo ir também amanhã, sábado, dado que quero mesmo ir ver o concerto. Geralmente vou mais pelos amigos e pelas diversões, porém no sábado quero ouvir cantar o Rui Veloso que é dos músicos portugueses que mais gosto.
É tudo, agora vou vestir-me que ainda chego atrasada ao dentista.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Suicídio

Muitos consideram-no uma valentia, outros tantos uma cobardia. Provavelmente nunca chegaremos a um consenso sobre o que será realmente este acto de acabar com algo que o próprio não quis começar. Podemos até pegar por aí. Ninguém neste mundo pediu para nascer, todos nós fomos desejados ou tidos por acidente, contudo nenhum de nós escolheu estar aqui. À partida foi-nos imposto viver, ou por outro prisma, foi-nos dada a dádiva da vida. Posso até ser mal agradecida, mas para mim, a vida foi-me imposta. O suicídio é apenas uma decisão na nossa vida, de entre as muitas que temos de tomar. É equacionado quando sentimos que há mais coisas más a preencherem-nos do que boas. Não é algo em que pensemos todos os dias, é um facto, mas é uma hipótese posta em momentos de desespero. Pessoalmente, vejo o suicídio como um acto de coragem. Sim, é um facto de que quem opta por acabar com a própria vida é alguém que não consegue continuar a lutar e não consegue ultrapassar as várias barreiras que a vida coloca a cada um de nós. Porém, o valor de vida pode ser muito discutível. Podemos até ter mil razões por que viver, mas uma, mais forte que tudo e todos, que nos dê um motivo para querer morrer. O suicídio é, para mim, uma tomada de decisão num momento em que nos apercebemos que não há mais nada que possamos fazer na Terra. Que provavelmente os entes queridos chorarão por misericórdia, mas que não passará disso, provavelmente não seremos lembrados por nada do que fizemos, não terão assim tantas saudades nossas, não deixaremos nenhum projecto para trás, não teremos um projecto que fica suspenso. Não estamos verdadeiramente enraizados à vida. Eu acredito que quem tomou esta fatídica decisão possuía motivos bastante fortes e que achou que mais valia estar em paz para sempre do que num terror constante. Por muito que tente, não consigo ver isto como uma cobardia, mas sim como alguém que sabia bem o que queria e que decidiu fazer com que a dor parasse. Há dores mais fortes do que o medo de morrer. Pondo esse medo de lado e acreditando que depois disto há algo melhor, tudo se torna mais simples. Tenho para mim que o suicídio é apenas mais um caminho viável. Uma opção definitiva, mas não menos louvável. My misfortune is that I've always been a coward.

D´Black - Sem Ar



Sometimes, a song can say everything. O lado mau do amor...