sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Sondagem Nº 25 - O que consideras mais importante que tudo numa relação?

Estou de acordo que o que propus nesta sondagem foi um pouco complicado, na medida em que, efectivamente, todas as opções são importantes para uma relação de sucesso. Contudo, a minha ideia era testar qual é que os meus votantes elegiam como "o mais importante", apesar de ser irrevogável que todos os aspectos são imprescidíveis para uma relação perfeita.
Assim sendo, aqui ficam os resultados:

Confiança - 46% da votação - 27 votos - a confiança é, de facto, a base de uma relação. Sem ela, é quase impossível que os dois membros do casal consigam levar o relacionamento avante;
Amor - 32% da votação - 19 votos - uma relação sem amor é como uma tela sem cores. E mais não digo, porque não creio que seja preciso!;
Fidelidade - 6% da votação - 4 votos - há inúmeras relações onde a infidelidade é uma realidade de parte a parte. Ou ambos concordam com uma relação aberta, ou, caso contrário, é péssimo quando este "passo em falso" é descoberto. Só me pergunto a mim mesma, como pode uma relação ter sucesso se não há fidelidade e entrega completa de ambos os membros do casal...;
Personalidade compatível - 5% da votação - 3 votos - obviamente que é essencial que as personalidades das duas pessoas que constituem a relação seja compatível, caso contrário as discussões são o pão nosso de casa dia...;
Companheirismo - 5% da votação - 3 votos - sabe bem chegar a casa e ter aquela pessoa com quem falar. Dizem até que numa relação de perfeita harmonia, o nosso parceiro deve ser o nosso melhor amigo também;
Objectivos semelhantes - 3% da votação - 2 votos - por vezes a forma como cada um vê a vida pode ser um arranque ou um travão para uma relação. Os objectivos não têm de ser obrigatoriamente os mesmos, mas tenho de concordar que se houver uma grande divergência é complicado que a relação seja bem sucedida.

Obrigada, mais uma vez, e continuem a votar nas sondagens futuras!*

My heart can't handle it anymore

Chega a uma altura em que já não dá. O coração colapsa, a mente fica demasiado fraca, a esperança perde-se e a tristeza toma o lugar da força. Sentimos que há algo mais forte do que as nossas crenças, do que tudo aquilo em que acreditamos, do que aquilo por que vivemos. Tudo se começa a transformar num pequeno buraco negro que suga as nossas réstias de amor. Eu não queria este desfecho, jamais o teria imaginado se não tivesse chegado a este ponto de desgaste total. Eu tentei não ir por este caminho, tentei a todo o custo agarrar-me ao amor que ainda tinha (e tenho) dentro de mim. Por vezes amar só não chega, não sei porquê, mas simplesmente não chega. E eu queria tanto que chegasse... Não vou dizer que desisti por falta de amor, por falta de vontade de lutar, por falta de boas recordações. Nada disso. Desisto porque não tenho mais condições de sofrer. E talvez seja menos penoso tentar ultrapassar algo que nos magoa, do que insistir em quimeras e utopias. Porque isto é apenas um sonho idílico que nada tem de real. Pelo menos neste momento já nada tem de real. Estou magoada, sim. Mas eu conseguia ultrapassar porque sempre ultrapassei. Sou talvez das pessoas mais explosivas, mas também das que perdoam com maior facilidade. Eu também fiz asneiras, eu também cometi erros, eu também cometi um grande erro quando fiz a escolha errada. Mas todos fazemos, não é? Agora trata-se apenas de renascer. Reaprender a viver. Aprender a andar só pelos caminhos. Não virar a cara a novas oportunidades. Deixar o coração livre. Não ter medo de voltar a envolver-me. Eu não queria que fosse assim. Mas o que tem de ser tem muita força. E como costumo dizer "se não veio parar às nossas mãos de novo, é porque não era realmente nosso...". Eu só tenho de aceitar de uma vez por todas essa realidade que tanto insisto em negar.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

And what makes me angry is...

to know that your smile would erase all the pain I feel and all mistakes we made.

Memories

A minha luz

O mais difícil de tudo é abandonarmos aquilo que mais amamos. Não propriamente as pessoas, mas os pensamentos. Privar-nos do contacto físico é relativamente acessível, contudo o contacto psicológico está sempre presente. Não sei porquê, mas todos os dias, sem excepção, me lembro de ti. Associo algo completamente ridículo ao que tu eras, ao que tu foste, ao que tu outrora me deste. Esta ligação é constante e atormenta-me a cada dia que passa. Porque eu todos os dias penso que já não vou pensar. Mas quando penso que não pensarei em ti, de imediato o faço. Hoje olhei para um sítio que me traz muitas recordações e por muito que não quisesse recordar, foi inevitável que o fizesse. Porque tu és como a outra metade que encaixa perfeitamente em mim. Elas perguntam-me o porquê de pensar assim em ti e não no outro, no entanto eu mesma não sei. É ridículo, de facto. E no fundo, não é. Porque talvez só nós soubéssemos o que se passou realmente e a ligação que se estabeleceu entre os nossos corações. Só me interrogo como tu pudeste esquecer assim, enquanto eu vagueio em pensamentos todo o dia, a cada segundo. Às vezes questiono-me como é possível que eu sinta isto por alguém que não me dá o mínimo de reciprocidade. Sinto-me numa multidão, todavia sozinha. Já pensei mil vezes que certo dia iria acordar e que tu serias somente uma memória. O que é facto é que esse dia parece não chegar e tu constituis o meu presente. Um presente vazio, é certo, mas todos os dias eu me convenço que no meio da penumbra tu surgirás erguendo aquela que será, um dia, a minha luz.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

I can live like this


É estranha a forma como lido com a situação. Por vezes ando na rua meio perdida, correndo os olhos pelos caminhos, na tentativa desesperada que os teus olhos se cruzem com os meus, por mero acaso. E mesmo que tente concentrar-me no meu caminho e no que está à minha frente, tenho sempre esperança de que, miraculosamente, te atravesses no meu caminho, te esbarres contra mim, e que, quem sabe, até me deites os cadernos ao chão e me ajudes a apanhá-los. Tantas vezes que já formulei essa imagem na minha cabeça, e cada vez que nela pára, tudo se sucede de forma diferente. Porque talvez a nossa relação fosse assim: uma constante mudança capaz de nos surpreender a nós próprios. Ainda estou a aprender a viver com esta lacuna. O que me auxilia é pensar no que me dirias se te fizesse determinada pergunta, e é assim que muitas vezes tomo as minhas decisões. Hoje mudei para Psicologia B, acho que era o que me dirias para fazer. Ou talvez não. Mas para mim era a resposta que me darias, portanto foi essa a decisão que tomei. É caricata esta forma como tenho passado estes dias, semanas, meses, anos, décadas... Porque vivo a adivinhar os teus conselhos. Verdade seja dita que já os sei de cor. Vivo uma espécie de P.S. I Love You, mas sem pistas. É engraçado. É divertido. É diferente. Eu consigo viver assim.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Our smile

Adele - Don't You Remember



[When will I see you again?
You left with no goodbye, not a single word was said,
No final kiss to seal any seams,
I had no idea of the state we were in,
I know I have a fickle heart and bitterness,
And a wandering eye,
And a heaviness in my head,

But don't you remember?
Don't you remember?
The reason you loved me before,
Baby, please remember me once more,
When was the last time you thought of me?
Or have you completely erased me from your memory?
I often think about where I went wrong,
The more I do, the less I know]

Cada vez gosto mais da Adele. As voz é linda e as letras completamente perfeitas!

Agatha Christie diz:

«Não reconhecemos os momentos realmente importantes da vida até ser demasiado tarde

domingo, 25 de setembro de 2011

O amor não acaba

Sabes quando te digo que um dia vai passar? Não vai. Acho que te digo essas coisas para te convencer a ti e a mim. Porque nós já sentimos o verdadeiro amor e já o perdemos. E já soubemos o que era ansiar por uma mensagem que acabaria por não vir. Um sorriso que nunca chegou. Um gesto que ficou pelo meio. Vivemos no meio de memórias, consolamo-nos com as pequenas coisas que vamos sabendo por terceiros, porque a pessoa que nos importa, aquela que é o nosso mundo, se limita a fingir que não foi tão importante para ela quanto para nós. E eu sei que isto nos vai destruindo por dentro. E que às vezes mandamos mensagens um ao outro porque não podemos mandar a outra pessoa. E reconfortamo-nos como sabemos, damos uma volta por aí. E falamos deles como se ainda estivessem connosco. Somos até capazes de descrever como tudo se processou, e reviver as brincadeiras e picardias, contudo, pelo meio de toda aquele entusiasmo, soltamos um suspiro de angústia. De uma dor guardada pela ausência daqueles que amamos. Sabes que já passei por tudo isto há mais tempo que tu, e que já te disse que acabas por esquecer, mas para ser franca, não esqueces. E remóis no assunto vezes sem conta, interrogando-te onde raio erraste. E porque é que fizeste aquilo em vez de teres feito de outra maneira. Culpas-te primeiro. Depois culpas a outra pessoa. Depois chegas à conclusão que talvez apenas não funcionassem. E no fim de tanto matutares interrogas-te "mas como é possível que não tenha resultado com o amor da minha vida?". Eu também não sei. Queria saber e dizer-to. Queria saber e dizê-lo a mim mesma. Mas a verdade é que não tenho nem uma única pista. Mesmo que digamos "já esqueci e parti para outra", tanto um como o outro sabemos que não é assim. Que há uma esperança inevitável dentro de nós e que basta vê-los ou estar com eles para percebermos que o sentimento não morreu, apenas adormeceu por momentos. Digo-te por experiência própria que não dá para esquecer. Eu, pelo menos, nunca consegui fazê-lo. Isto não se ultrapassa, mas conseguimos aprender a viver com esta condicionante. Às duas por três já estamos habituados a que doa, as saudades fazem parte do quotidiano, a ânsia de receber a mensagem que nunca chega diminui, e tudo o que queremos daquela pessoa, apesar de permanecer intacto, fica em suspenso. Guardamos o que sentimos num lugar onde não nos faça tão mal, onde nos permita viver o dia a dia sem grandes percalços. Sorrimos, brincamos, falamos e até fingimos que a vida corre às mil maravilhas. Mas ambos sabemos que o nosso amor continua lá, guardado a sete chaves, perdido em nós e na nossa cabeça, mas sempre, sempre presente no nosso coração.
Para ti J.

Someday, maybe

Perfect...

Compras!

Cheguei agora a casa das compras, por isso devem estar a imaginar o meu "mood"! Como a minha mãe diz "fim de semana sem ir ao fórum, já não é fim de semana". E ela tem toda a razão. Ontem não fomos porque o meu irmão teve treino, à tarde tivemos de ir sair e à noite eu tive um jantar, contudo hoje eu e o meu irmão lá convencemos os papás a irem ao fórum. Eu precisava desesperadamente de uma pasta de dentes que só havia no Jumbo (ahah). Por isso era impreterível ir ao fórum... O melhor é que além disso comprei coisas lindas! Um batom com uma tonalidade leve de rosa e com um brilho muito giro. Como os meus lábios são finos, aquele batom fá-los parecer mais carnudos, portanto acho que foi uma boa compra. Comprei também uns headphones cor de rosa super giros e uma bolsinha para o telemóvel que já andava para comprar há imenso tempo. Todavia, a minha compra favorita foi os meus Nike air force. São pretos com o símbolo da nike a cinzento e os atacadores também cinzentos e com um bocadinho de azul atrás! Lindos, lindos, lindos! Vi-os na semana passada e fiquei apaixonada... O melhor disto tudo é que os pais é que financiaram as comprinhas. Torna tudo muito mais interessante. O fim de semana acabou mesmo bem.

Perfect love stories

The Notebook






Dear John








Aniversário das celebridades #6 e #7


O casalinho de Hollywood faz anos no mesmo dia! Catherine Zeta-Jones faz hoje 42 anos, e o marido, Michael Douglas, 67.

That's a shame

E depois de tudo, vem o medo


Vou tentar explicar o melhor possível porque nem sei bem como dizê-lo. É uma espécie de medo que se instala das paredes do coração. Não vou dizer que é um trauma, mas a reacção é semelhante. Depois de ter passado por uma situação mesmo muito má, que me deixou de rastos, que me fez chorar noites a fio, que me tirou basicamente o chão debaixo dos pés, parece que o meu coração resfriou. Há momentos na vida em que nem nós percebemos porquê, contamos com tudo, damos tudo em troca de nada, mas damo-lo de livre e espontânea vontade. O que se sucede, isso sim nos magoa. E é essa mágoa que nos fragiliza, que nos torna pessoas mais relutantes, mais cautelosas, mais distantes. Eu estou assim. Tenho um medo exorbitante de estar com alguém. E um medo ainda mais avassalador entre a passagem do estar e do assumir. Neste momento preciso de certezas, de matéria concreta, preciso de, como o meu amigo J. diz, "ter uma granda panca". Caso contrário, algo dentro de mim me impede de prosseguir. Não sei bem explicar de que modo se dá este processo, mas é como se algo dentro de mim me dissesse incessantemente "não arrisques". E eu fico aqui, assim. E não arrisco. E ainda não arrisquei. Porque sinto que não posso arriscar. Talvez isto um dia passe, ou talvez tenha a tal "granda panca" que me faça atirar de cabeça para algo novo e inesperado. Até esse dia chegar, limito-me a recordar todos os bons momentos que já passei e a imaginar todos os bons momentos que um dia passarei.