quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A conversa entre o pé e o pénis

Vi isto num facebook e achei simplesmente hilariante!

Pé: Tu é que tens sorte, estás aí dentro das calças todo o dia. Eu não, eu ando sempre no chão, dentro de sapatos apertados. Às vezes fico cheio de feridas, bolhas e calos. Na rua ainda corro o risco de pisar porcaria de cão e depois sou esfregado violentamente na relva.
Pénis: Olha que às vezes a minha vida é complicada: estou eu muito bem descansado quando começo a ouvir barulho lá fora, então dou uma espreitadela e o meu dono tira-me do quentinho e mete-me num buraco escuro, mas ele é tão indeciso que me põe e tira, e põe e tira e assim sucessivamente. Eu fico tão mal disposto que, na maioria das vezes, vomito e depois desmaio.

O que eu me ri quando li isto pela primeira vez!!!

Feriado, meu amigo

Calhas tão bem. É do melhor não ter uma aula à quinta feira, não só pelas disciplinas que tenho, como também pelo interregno que se faz na semana, que sabe mesmo bem. Para o ano não teremos o prazer de desfrutar deste prazer (que fixe). E como a minha mãe diz "quando nos tiram direitos é complicado voltar a adquiri-los". O que é uma pena. Por isso acho que devíamos fazer uma revolução, mas esperemos por Janeiro porque não há muitos feriados nesse mês. Janeiro parece-me um bom mês, lá para o meio, dia 15 ou coisa parecida. Assim ficávamos não só com o 25 de Abril como com o 15 de Janeiro. Já que nos tiram o que já tínhamos "ganho", então que criemos novos feriados!
Agora só tenho teste dia 9, de Psicologia, até lá é só trabalhos, que como gosto de os fazer, não me dão trabalho nenhum.
Ricos feriados, e que para a semana venha o 8 de Dezembro que a malta agradece.

Poemas das horas vagas

Quando ambos sorrimos
Gera-se imediatamente uma magia
E eu sei que ambos sentimos
Que haverá entre nós sempre uma empatia.

Pergunto-me incansavelmente
O porquê desta situação
Porque sei inequivocamente
Que nunca abandonarás o meu coração.

Todavia, limito-me a esperar
talvez por algo que nunca virá.
Contudo eu não sei não te amar
e o que sinto por ti aqui ficará.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A maioria das vezes...

Recordações&Saudades


Às vezes tenho saudades, muitas saudades. Saudades cortantes e gritantes. Saudades que até me cortam a respiração. Nesses momentos relembro o que de melhor aconteceu. Relembro os gestos, as palavras trocadas, os conselhos dados, as conversas, a partilha. Relembro o que me dizias, o que eu te dizia. Relembro as mãos enlaçadas, os sorrisos, as despedidas, os cumprimentos. Relembro tudo o que houve de bom. E sinto-me tão preenchida e completa que penso não precisar de mais nada. Depois recordo o mau. Recordo as farpas no peito, as lágrimas pelo rosto, os olhos vermelhos, as discussões. Recordo os amuos, o desprezo, os erros e o desespero. Recordo tudo aquilo que jamais em tempo algum desejaria recordar. Mas recordo porque algo tem de quebrar o sonho fracassado. Algo tem de ser suficientemente forte e imbatível para eu deixar de sentir saudades, para deixar de sentir o desejo abrupto de gostar mais de ti do que de mim. E eu apago todas as coisas que melhor me fizeram com uma única, uma única e singela má recordação. Há coisas que são assim porque têm de ser. Não há explicação, não há causas, não há nada que as possa justificar, até porque qualquer justificação pareceria insuficiente. Há coisas do destino, por ele traçadas e por ele mantidas. E nós não podemos mudar. Nós temos de aceitar. Por muito que custe, que doa, que fira, que mate. Eu lembro e relembro e torno a lembrar, não para sentir que aqui estás, porque isso não é verdade, mas para sentir que um dia estiveste. Que foi verdade, que alguma coisa teria de ser verdade. Mas digo, repito e reitero, se recordar é viver, então eu vivo intensamente, cada segundo.

O que as pessoas querem realmente dizer quando descrevem uma pessoa [está brutal ahah]

Estás solteira e queres namorado. Uma amiga tua descreve-te um homem aparentemente perfeito. Mas será que as palavras que ela usa para o descrever são realmente verdadeiras? Vê o que cada coisa realmente significa!

BSH- Bom sentido de humor. Contudo, um bom sentido de humor pode também significar uma tendência para dizer piadas inconvenientes em público.
Financeiramente responsável- Um teso
Atraente- Vaidoso
Descontraído- Com mau aspecto
Fofo- Gordo
Arrojado- Viciado no jogo
Sociável- Bêbado
Que procura relação casual- Que dorme com outras mulheres
Aprecia fins de semana no campo- Não quer apresentar-te à família e amigos.
Trabalha até tarde- Não se pode comprometer em relação às horas normais dos encontros ou a mulher dele pode descobrir.
Liberal- Quer experimentar sexo anal, sexo a três e sadomasoquismo.
Entusiasta- Virgem
Criativo- Desempregado
Romântico- Já foi casado quatro vezes.
Toca piano- Toca mal

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

I really love...

Coisas mesmo sem interesse nenhum #2

Estava eu e a M. a estudar para o teste de Matemática A que já se realizou faz amanhã uma semana, quando as conversas de fundo são do maior interesse da comunidade escolar. Uma contínua dizia para a outra "acho que o meu marido me anda a trair" ao que a outra responde "eu também já achei isso, mas coitado, só chegava tarde a casa porque ficava a fazer horas extraordinárias para me comprar um carro!" e vira-se a outra "pois, mas eu ando desconfiada" e a outra "tem calma, mulher, às vezes estas coisas são significam nada. Eu não tinha motivos nenhuns para duvidar do meu homem".
E pronto, é isto que se faz no horário de expediente, é isto que se faz todos os dias, a cada dia. É para isto que são pagos ordenados.
Como a M. dizia "Joana, se eu algum dia ficar assim, certifica-te de que acabam comigo".

domingo, 27 de novembro de 2011

O silêncio do amor


O silêncio é das falas mais fortes que existem. Uma forma de expressão tão intensa que nos vai destruindo, a pouco e pouco, tão subtilmente que chega a ser quase imperceptível aos olhos, mas inequívoca ao coração. Diz-nos mais do que não diz, diz-nos simplesmente, que caso falasse, seria ainda pior. Mas nós preferíamos o pior. Preferíamos a mágoa das palavras ao desespero do silêncio. Ao menos sabíamos com o que podíamos contar, não é? Sabíamos que estávamos mal, pessimamente mal, irreparavelmente mal. Com o silêncio, não. Com o silêncio fica a dúvida, ténue e transparante, de como seria se soltássemos uma palavra. Uma mera palavra. Não temos nada a dizer, contudo fica sempre tanta coisa por partilhar. Mas o silêncio fala mais alto, e toma uma proporção tão elevada no nosso quotidiano que já nem sabemos bem se falamos ou não falamos, ou se falamos e não sabemos que falamos, porque assim que se cruza um olhar, um único olhar, mesmo que de soslaio, são tantas as coisas ditas, verbalizadas, gritadas e exacerbadas, que nos deixam meios adormecidos no meio de tanta falta de comunicação. Não é o silêncio que faz esquecer, ele apenas não deixa doer. Pelo menos não tanto. Afasta do pensamento aquilo que menos desejamos lembrar, não obstante de trazer, em certas horas e momentos inoportunos, com ainda mais veemência todos os desamores e desventuras. Com o passar do tempo vamos aprendendo a viver com a ausência, com a falta e a carência, e é com a inocência de crianças desprotegidas que continuamos a caminhar. Passos pequenos e fracos, passos que praticamente não deixam marca continuam a ser dados, continuam a suceder-se, mas ao acaso. Passos escondidos por entre sombras de melancolia, passos que ansiamos apagar, passos que nos permitem entreter a vida, e não vivê-la. Ao fim do dia, deitados sobre as memórias e recordações, o silêncio adensa-se. O silêncio começa a matar-nos e a ferir-nos, o silêncio de quem mais amamos parece ter uma força tão austera que nos faz chorar. E choramos. E limpamos as lágrimas. E recompomo-nos, com a certeza de que, um dia, o nosso amor vai gritar, gritar tão alto que nenhum silêncio o poderá calar.

Beauty&love

E o fim-de-semana já foi

Depois de estudar tanta Biologia sinto-me uma perfeita doutora. Aquilo tem tanta coisa que é preciso saber que me sinto uma enciclopédia, pronto. E depois vem a hereditariedade que é giríssimo (e fácil) porque só temos de perceber, decorar não é mesmo quase nada. O que é deveras perfeito. Pelo menos para mim, que odeio empinar sobre o que quer que seja. Menos história, vá. Eu adorava aquilo, mas desde o 9º ano que não tenho. Que pena...
Hoje de manhã comprei umas calças e uma camisola na H&M. É uma loja à qual não costumo ir, porque nunca veja nada do meu agrado, contudo hoje entrei, experimentei, gostei e comprei. As calças são de ganga escura e a camisola é creme de lã.
Agora parei para vir ver as coscuvilhices do momento e para desanuviar a cabeça. Com tanta genética ainda rebento.
Hoje dá o American Horror Story. Gostava de ver. E não gostava de ver. Gostava e não gostava, percebem? Logo às 23:30h logo me decido. Enfim, vou estudar.

sábado, 26 de novembro de 2011

Lá está...

Sweet Saturday

Bom fim-de-semana, amigos. Hoje acordei mais tarde, pelas 10 e pouco. Soube bem dormir até mais tarde. Depois de uma longa conversa, acordei exactamente no momento em que os lábios dele e os meus se tocaram. Deu para perceber que tinha lábios macios, mas nada mais. Odeio quando isto acontece, odeio quando acordo na parte melhor! Mas como sabia que estava a sonhar (sei quase sempre), não me importei, visto que de uma forma ou de outra não ia ser realidade... Comi um rissol de camarão, eu adoro rissóis de camarão. E agora aqui me sentei, para ver as novidades do Facebook e do Blog. Nada demais, que vida monótona. Daqui a nada vou dar um jeito a este quarto que já não me entendo com tanta roupa espalhada e com tantos livros pela secretária. Mais logo há derby. Ai meu deus, há mesmo derby. Se vibro com os jogos do Benfica, com este então... Se nós perdermos vou ficar muito chateada, por isso, caros jogadores benfiquistas, por amor às pessoas que têm de socializar comigo, marquem golos suficientes para ganharmos! O resto do fim-de-semana será a estudar Biologia... Que seca, que treta, que tudo. É a disciplina que menos gosto este ano. Dá para acreditar? E era das minhas preferidas! Este ano a que mais gosto é Matemática (lets laugh?!) Matemática! E garanto-vos que algo que nunca combinou foi Joana&Matemática, mas pronto, adiante. Hoje o que tenho de fazer é estudar como resolveria os vários problemas da infertilidade. Lá terá de ser, não é? De resto... Só espero ver o meu Diogo que está cada vez maior e mais bonito!
Já falta pouco para as férias, yes yes yes.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Olha a Joana lamechas - As melhores



C.J.M., True love

Sondagem Nº 27 - Alguma vez traíste o/a teu/tua companheiro/a?

Primeiro as boas notícias: a maior parte dos votantes nunca traiu ninguém. Agora as más: dos traídos, a maioria não sabe que o foi! Aqui ficam os resultados da votação:
1º Lugar - Nunca traí ninguém - 76% da votação - 52 votos;
2º Lugar - Sim, mas ele/a não descobriu - 13% da votação - 9 votos;
3º Lugar - Sim, e ele/a perdoou-me - 8% da votação - 6 votos;
4º Lugar - Sim, e ele/a não me perdoou - 1% da votação - 1 voto.

Penso que já manifestei a minha opinião em relação à traição aqui no blog, ou não? Sem mais demoras, eu tenho quase a certeza que não perdoava. Contudo sou apologista do "nunca digas nunca" portanto não digo que desta água não beberei. Todavia, estou convicta de que seria dificílimo perdoar tal coisa, até porque já me aconteceram determinadas coisas, não traições, mas sim traição da minha confiança, mesmo em termos de amizade e que não consegui superar nenhuma das vezes. Portanto, amigos, não traiam... Se querem estar com outra pessoa sejam sinceros, somente isso. Mais vale do que fingir que está tudo perfeito e depois andarem a dar "facadinhas" nas costas. Obrigada por todos os votos e pela sinceridade (espero). Votem na próxima que vou, de seguida, colocar*

What a girl deserves

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Escolhas

É o que mais fazemos. Todo o dia. A toda a hora. Escolhemos tudo, desde o que comemos ao pequeno almoço como que profissão queremos seguir. Escolhemos o que está ao nosso alcance, somo donos das nossas decisões e cativos dos nossos ideais. O pior é que há coisas que não podem ser escolhidas. Há coisas que nos são impostas, coisas que não podemos negar, coisas que temos simplesmente de aceitar. Coisas que não está ao nossos alcance decidir. Coisas que para nós jamais serão meras "coisas". As nossas acções conduzem a repercussões, mas e quando não agimos e temos essas mesmas repercussões? E quando estamos totalmente alheios à realidade que nos rodeia e, mesmo assim, levamos com um balde de água fria pela cabeça abaixo, por algo que não fizemos, que não escolhemos? Enfim, habituamo-nos. Porque não há nada mais que possamos fazer. Há realidades que chegam a nós sem que as tenhamos pedido. Vêm como uma oferenda amaldiçoada, uma imposição indesejada, um calafrio que percorre a espinha e nos deixa com o estômago às voltas. E perguntamos nós, ingénuos, inseguros, perdidos e revoltados "mas que fiz eu? Terei mesmo escolhido isto para mim?". Não. Não escolhemos, ninguém escolheu. São coisas da vida, são coisas que acontecem por acaso, ou com um intuito que desconhecemos. Nem tudo está nas nossas mãos, por vezes a nossa vida é guiada por mistérios do destino, outras tantas é guiada por terceiros. Andamos ao sabor dos ventos e das marés. Nem sempre conseguimos que o barco siga a rota que queremos, contudo, mais cedo ou mais tarde, ele há-de endireitar-se e seguir o caminho pré-destinado.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011