quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Pessoas que não têm nada para fazer

Há pessoas realmente... Que não têm mesmo nada para fazer. São, como se costuma dizer, os parasitas da sociedade. Carraças que vivem a minar a vida dos outros, estabelecendo uma relação de comensalismo na qual se aproveitam do que não têm para conseguirem sobreviver. Sim, porque a sobrevivência de certas pessoas resume-se à dicotomia não viver/azucrinar. É isso, elas azucrinam, moem, espremem, cuscam, esmiúçam e corroem a vida dos outros até à exaustão. E não param. Porquê? Porque não sabem parar. Porque aqueles cérebros, se é que existem, estão confinados à pequenez das suas almas enquanto seres humanos. Vivem a criar conflitos e intrigas e diz-que-disse constantes. Mas o melhor de tudo nem é isso, o melhor de tudo é que a maioria dessas criaturas imberbes, mesquinhas e sem-vida se acham donas e senhoras do mundo quando não fazem a mínima ideia do que os atormentados sabem daquela pobre vida que levam. Ai, se elas soubessem... Mas as outras pessoas, aquelas que têm mais do que fazer do que andar a comentar isto e aquilo nem sequer se dão ao trabalho de os alertar para a figurinha de parvos que andam a fazer. Nem lhes mostram as provas concretas de como são completamente ridículos quando acham que têm tudo e mais alguma coisa. Eu só me vou rir quando, miraculosamente, sim, eu ainda sou daquelas pessoas que levianamente acredita na justiça divida, esses sem-vida caírem numa poça lamacenta e mergulharem nos seus próprios erros. Ai que prazer me irá dar sentir o cheiro a derrota e a declínio. Que prazer ver que a justiça tarda, mas não falha. Que prazer poder, simplesmente, ver que essas criaturinhas insignificantes e parasitantes que constituem a nossa pequena e pouco evoluída sociedade, mordem a língua e provam o seu próprio veneno.
Enfim, isto são só desabafos...!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Best memories

Tenho de começar a pensar seriamente nas coisas!

Estou quase a fazer aninhos! Pois é, os tão esperados 18 anos estão a chegar. É tempo de limpar as lágrimas, encerrar capítulos, sorrir muito e continuar a caminhar sem olhar para trás. Há uns anos achava que os 18 estavam super longe, que isso era a idade dos crescidos e que eu ainda era somente uma menina. Vejam só - quase 18 anos e continuo a achar exactamente a mesma coisa! Pensei que com esta idade a minha vida estaria totalmente diferente do que está neste momentos. Pensei mesmo... Mas pronto, as coisas nem sempre correm como idealizamos, é a vida! E desde que vivamos em conformidade com o que a vida nos vai dando, temos as ferramentas necessárias para sermos felizes. Ainda não sei onde farei o jantar de aniversário, ando às voltas e voltas mas não chego a nenhuma conclusão. Graças a Deus que o vestido já está comprado, valha-nos isso! Ah, e depois ainda falta um outro vestido - o do baile de finalistas. A verdade é que ainda não pensei muito nesse grande dia que simbolizará o final do secundário e o início de uma nova etapa. Não tenho nada preparado. E quando digo nada é mesmo mesmo mesmo nada. Sinceramente, chego à conclusão que tenho perdido tanto tempo a pensar no que não devia que os assuntos realmente sérios estão a ficar para trás. Isso vai mudar, prometo!! Portanto, amigos, quando eu tiver novidades acerca destes assuntos, logo vos digo! Wish me luck.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Life goes on!

Ser a última pessoa a saber das coisas é mesmo chato, possas. Errar uma vez é humano, mas duas... é burrice!

Meredith Grey, iloveyou

Uma história de amor

Deitada na cama, recordava. Os lençóis ainda tinham o cheiro activo do perfume que invadiu o quarto na passada noite. O suor tinha-se evaporado e os cobertores estavam agora secos, livres, despidos de presente e recheados de passado. As roupas espalhadas pelo chão constituíam simples vestígios de memória e restos de recordações. A cabeça dela estava à roda, envolta em pensamentos que o traziam para junto de si. Inevitavelmente deixava-se olhar para o vazio podendo, por breves momentos, sentir o rosto acariciado por uma mão firme e terna. A nostalgia não a deixava desprender-se da magia que sentira na noite passada, todavia era impossível e ela sabia-o. Contentava-se com o segundo lugar, com os dias de São Valentim sozinha no sofá da sala com uma garrafa de Vodka na mão. Foi tarde demais, ele já estava noivo. Um amor de adolescência não morre, mas pelos vistos pode ser ultrapassado. Sempre se amaram e ela sentia-o todas as vezes que o seu olhar lhe tocava, mesmo que de soslaio. "Não a posso deixar", dizia ele com sofrimento nos olhos e pesar na alma. Jurou a si mesma que iam parar. A situação estava a tornar-se insustentável, cada vez o vazio se alastrava mais e ela já não sabia partilhar o seu grande amor com uma mulher qualquer. Como é triste saber que o coração que nos pertence está entregue a outra pessoa, na posse de outras mãos, ao dispor de outra entidade...
Suspirava. Corria os dedos pelo corpo, agora frio. Fechava os olhos e interrogava-se sobre o porquê da sua separação há muitos anos atrás. Qual a razão para duas pessoas que se amam se separarem? Serão as diferenças mais fortes? Falarão as adversidades mais alto? "Não, basta destes pensamentos", dizia para si mesma, abanando com a cabeça. Já chega. Não queria continuar a ser a outra e a preencher o vazio que ele sentia porque também a amava. Por outro lado, sabia que todos os dias seriam um tormento sempre que olhasse para o telemóvel e a sua mensagem não chegasse, sempre que se fosse deitar e o outro lado da cama estivesse vazio, sempre que contemplasse que Lua e esta nada lhe pudesse dar.
Levantou-se. Tomou a derradeira decisão de tentar encontrar aquele que a pudesse fazer verdadeiramente feliz. Estava farta de meio-amar, meio-ter, meio-sentir. Precisava de sentir-se novamente completa, desejada e amada.
Chorou enquanto caminhava em direcção à casa de banho, com a certeza de que jamais voltaria a amar alguém como amou aquele homem, mas convicta de que iria descobrir um novo amor, não o amor da sua vida, pois esse já o havia perdido, contudo por vezes as coisas são mesmo assim - o amor da nossa vida e aquele com quem ficamos não são a mesma pessoa.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Love it!!!

Bob Marley diz:

«Difícil não é lutar por aquilo que se quer, é sim desistir daquilo que se mais ama.
Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer.»

Is love enough?

Até há bem pouco tempo eu diria que sim. Diria que chegava e sobrava para sermos felizes, realizados, para adormecermos e termos sonhos perfeitos e para acordarmos com um sorriso no rosto. Diria que era tudo, era o essencial, era o bem maior que uma relação poderia ter. Diria que estar apaixonado e estarem apaixonados por nós era, simplesmente, a melhor bênção que um casal poderia ter. Hoje reflicto sobre o porquê de não chegar. Porque hoje sei que não chega. Tento quase desesperadamente dar tudo de mim e o que não tenho para dar. Tento não ligar a pormenores, a discussõezinhas, a trocas de palavras mais hostis, mas não consigo. É superior a mim. Eu gostava muito de poder dizer que posso estar bem quando não estou bem com quem amo. Gostava que me passasse ao lado, que agisse naturalmente com o pensamento de "há-de ficar tudo bem". Todavia, não. Não, não e não. Talvez eu precise demais, não digo que não. Talvez eu peça o que a outra pessoa não me pode dar. Eu preciso de sentir o amor a apoderar-se do meu corpo e dos meus pensamentos todos os dias, a cada dia. Não quero que tudo se torne numa rotina, uma fatídica rotina que leva à ruptura. Não queria que houvesse ruptura, mas eu já não sei agir sem estar em conformidade com o meu pensamento. Depois há sempre um anjo da guarda que vem limpar as lágrimas, que faz sorrir que me diz que tudo ficará bem. Há um anjo da guarda que me mostra o lado bonito da vida. Mas mesmo assim... Inexplicavelmente o ardor que sinto dentro do coração não cessa. Apazigua, mas não acaba. O ciclo vicioso tende a repetir-se vezes e vezes em conta e eu já não sei não sofrer.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Fim-de-semana em cheio!

O meu irmão ganhou os joguinhos todos lá no Benfica e ainda marcou 2 golos lindos! O Benfica ganhou (à rasca, eu sei) ao Feirense. E o Porto perdeu com o Gil Vicente 3-1. Melhor fim de semana em termos futebolísticos era quase impossível!

Are they?

Dear time, could you please erase memories?


Ia agora a caminho da cama, mas voltei para trás. Voltei porque precisava de desabafar sem falar. O meu relógio digital marca 01:09h da manhã e eu estou aqui sentada ao computador. Estou naquela fase em que se não tivesse vizinhos, gritava. Mas como já aqui disse, tenho piedade deles, então limito-me a carregar violentamente nas teclas  (mas não muito que o computador é novo). Estou numa daquelas noites em que me lembro de tudo. Vá-se lá saber porquê... Eu até sei, mas fiquemos por aqui. E começo a imaginar coisas. Muitas coisas. Algumas delas serão, com certeza, verdade. Outras, talvez sim, talvez não. E outras serão apenas ilusões e invenções deste meu cérebro que não pára. Mas aqui a questão é outra. A questão é que não sei esquecer. Esquecer não é bem o termo, porque as coisas não se esquecem. Digamos que não sei arranjar uma maneira de as memórias me deixarem de ferir. Contudo, por mais estúpido e idiota que pareça, ao escrever sinto-te mais perto. Sinto que voltámos a ter aquela ligação imaginária que nos ligava em qualquer altura, em qualquer lugar. Sei que escrevo e tu não lês, e que até há quem leia e pense "olha, ela está a escrever para mim". Mas não, não estou. Estou a escrever para o vazio, para uma parte de mim que já não existe, todavia que num passado mais ou menos longínquo, existiu. Tenho saudades dessa parte de mim, e tenho ainda mais saudades do que despoletava essa parte de mim. Aos poucos aprendemos a viver com restos de alma, com cacos de coração partido, com sobras de esperança e reservas de amor. Aprendemos a viver com o que temos e com o que não temos. O tempo cura tudo, é pena não apagar as memórias... É pena não apagar as memórias...

sábado, 28 de janeiro de 2012

8 coisas que tornam os homens apaixonantes


Concordo, sobretudo com:
  • Perfume! O perfume é mesmo uma arma daquelas...!;
  • Corte de cabelo! Todas as raparigas gostam de ver um cabelo bem tratado e todo giro;
  • Cara de mau com coração romântico! Qual é a mulher que não gosta de um "bad boy" que se derrete com ela?!

Sondagem Nº 29 - Qual a época do ano que mais gostas?


Os resultados não me surpreenderam. É quase do senso comum que a maioria das pessoas prefere os dias de sol e a praia aos dias gelados cheios de mantas e cobertores. Ficou, no entanto, também provado que o Natal continua a ter um grande impacto na vida de algumas pessoas. Talvez o reencontro das famílias, talvez a união, talvez o amor... Talvez muita coisa, mas todos sabemos que esta época é, de facto, uma época mágica.
Aqui ficam os resultados da votação:
1º lugar - Férias de Verão - 50 votos - 78% da votação;
2º lugar - Natal - 11 votos - 17% da votação;
3º lugar - Páscoa - 2 votos - 3% da votação;
4º lugar - Halloween - 1 voto - 1% da votação
5º lugar - Passagem de ano e Carnaval - 0 votos - 0% da votação

Obrigada por terem, mais uma vez votado. Espero que continuem a fazê-lo. Até à próxima*

Verdadeiro amor. Only in movies?


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Surprises...


Adoro surpresas. São das melhores coisas que me podem fazer. Adoro ficar com um sorriso estúpido, a tartamudear, com as bochechas coradas, sem saber o que dizer, a tapar a cara e a querer dizer à outra pessoa o quão feliz fiquei com um gesto simples, mas que apenas me surpreendeu. Ai, surpresas, surpresas... Adoro surpresas.

Não podia estar mais de acordo

Um doce que recebi


A AnaBrito do blog Meu Refúgio, que desde já aconselho que visitem porque é um amor, ofereceu-me um selinho muito bonito. Este selo é destinado a blogs com menos de 200 seguidores. Fiquei super feliz quando vi que tinha sido uma das 5 escolhidas para a entrega deste selo e que ela gosta de ler o meu blog e o considera merecedor de um miminho destes. Um grande obrigado para ti, querida!


Para que este prémio tenha continuidade as regras a respeitas são as seguintes:
1. Ponha o link de quem lhe enviou o selinho no post;
2. Cole o selo do prémio;
3. Escolha cinco blogs para prémio (blogs com menos de 200 seguidores); 
4. Informe os destinatários sobre sua nomeação, comentando nos respectivos blogs;

Aqui ficam os meus escolhidos: