sexta-feira, 26 de abril de 2013

Ausência

Sei que não tenho escrito. Não por falta de tempo, mas por ter tempo a mais. Como sempre considerei este cantinho um escape e tenho tido muito tempo livre, não venho tanto aqui. Por outro lado também não tenho tido grandes novidades. Confusão é a palavra que define a minha vida nos últimos tempos. Vou tentar ter inspiração para escrever qualquer coisa. Até lá... Bem, espero que tenham paciência!

quinta-feira, 18 de abril de 2013

segunda-feira, 15 de abril de 2013

As relações em segredo são as melhores

Digo isto porque a inveja, a desconfiança e a mesquinhez são inerentes ao ser humano e estão impregnadas na sociedade. Todas as relações despoletam emoções por parte dos amigos, conhecidos e até mesmo desconhecidos; uns ficam felizes com a nova união, outros ficam com um ódio de morte. A verdade é que é quando nada se sabe, quando a relação diz respeito apenas aos intervenientes que o relacionamento corre melhor, pelo simples facto de não haver terceiros a interferir entre o casal. Os "diz que disse" matam qualquer relação quando levados a longo prazo, por muito que os queiramos ignorar, mais cedo ou mais tarde eles começam a gerar dúvidas e desconfianças e, por conseguinte, os alicerces do relacionamento são postos em causa. Claro que chega a um certo ponto que temos necessidade de partilhar com o mundo a nossa felicidade, o quão felizes estamos ao pé do nosso "mais que tudo", todavia após passado esse processo os inconvenientes são muitos mais do que o feedback positivo que recebemos.
Tenho para mim que uma relação deve ser assumida e partilhada quando está já sólida, quando os dois estão em perfeita harmonia e sabem bem o que querem. Não quero com isto dizer que as coisas devem ser feitas às escondidas, claro que os amigos mais próximos sabem, no entanto o "numa relação" no facebook pode vir a estragar muita coisa. Aliás, o facebook, os asks, o twitter e etc têm vindo a estragar muitas relações porque apenas contaminam algo que muitas vezes está perfeito. Inventam mentiras, reavivam coisas arquivadas do passado e verdade seja dita que por muito que se pense "se me vierem dizer alguma coisa, eu não vou acreditar e confiar nele/a", a dúvida é inerente à condição humana e desde o momento em que nos contam alguma coisa, por muito utópica que seja, isso marcar-nos-á e provocará desconfiança.
As meninas de 15/16 anos adoram colocar essas coisas no facebook e claro, eu com 16 anos também gostava. Agora com 19 as coisas começam a ser vistas por um prisma diferente! A ideia de que só é oficial quando o facebook diz que é torna-se cada vez mais ridícula, mas enfim. O fim de relacionamentos que acontece por causa dessas redes sociais só vem corroborar a minha teoria: "secreto" é melhor.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Eu tenho um grande defeito:

acreditar que as pessoas dizem sempre a verdade.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Ridículo

Fui correr e agora só me apetece comer. Incongruente, não?!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Depois de ver estas imagens, confesso, fiquei feliz!

Não é para ser má, mas vimos aquelas divas nas revistas e ficamos com uma inveja de morte dos corpos esculturais, no entanto as fotos ao "natural" mostram que a imperfeição toca a todos [Graças a Deus!!]

Heidi Klum


Jennifer Aniston


Jennifer Lopez


Alicia Keys


Cameron Diaz


Mischa Barton


Tara Reid


Mais *aqui*

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Amor é...

... o meu irmão receber 4 marshmallows e dar-me 2! ahah

Está tudo de pernas para o ar


Estão a ver a vida que tinha há um mês atrás? Está tudo diferente. Tudo em todos os campos. Continuo a fazer o curso de Ciências Farmacêuticas, mas desta vez apenas duas cadeiras - Histologia e Embriologia e Bioestatística. E porquê?, perguntam vocês. Porque tinha intenções de mudar para Medicina. Acontece que o sonho de Medicina não é realmente um sonho meu, é talvez alguma coisa que se impregnou no meu subconsciente: "Se sou boa aluna tenho de entrar em Medicina", estupidez eu sei, mas mesmo assim era o que queria, ou pensava que queria. Como já aqui partilhei, tinha uma boa média interna para entrar, acontece que cheguei aos exames nacionais e derrapei por completo, consequentemente não entrei neste curso. A minha propensão para ciências não deriva de um gosto inerente à minha condição, advém sim de um preconceito por mim e por tantos outro formados, que graças a Deus se começa a perder, que é "quem tem capacidade vai para o campo das ciências, porque letras é fácil". De facto, letras é mais acessível que matemática, que física ou que química, mas eu sempre quis ser extraordinária e não ordinária. Sempre quis que o meu nome soasse na história, porque morrer todos morremos, a nossa condição deveria ser apenas lutar para que o nosso nome não vegete com o nosso desaparecimento. Não digo que isso aconteça, mas digo que quero lutar para que assim o seja. E, nesta perspectiva, nada se identifica comigo em Medicina. A única área que me causa algum deslumbramento é realmente a Psiquiatria por se prender com os desígnios da mente, já que é das coisas que mais admiro num ser humano, contudo nenhuma das outras áreas me cativa. Não consigo ver sangue, não sou boa a lidar com pessoas, não tenho estrutura emocional para ver pessoas a morrer, feridas ou a gritar. Por outro lado, o meu fascínio prende-se com as letras, com as línguas. Via-me muito mais num tribunal a defender um caso indefensável do que num hospital de bata branca a medicar pessoas. Talvez este meu desejo por Medicina tenha uma pitada de "anatomia de grey", todavia nunca conseguiria ser cirurgiã, por mais estupenda que ache a especialidade, não é pena mim. Assim sendo, penso seguir Direito. Um desencontro total de tudo o que tinha pensado até agora, mas um futuro em que me vejo mais realizada. Sei que num curso destes posso brilhar - ou tentar pelo menos - enquanto num curso de ciências seria apenas mais uma aluna mediana. Não é o futuro que quero para mim, eu quero excepcionalidade, mas digo que é com pesar que abandono o campo das ciências, pelo qual nutro um enorme apreço. Enfim, até ver é para o que estou motivada.
"E o que está mais diferente na tua vida Joana?", perguntam. Bem, no campo do amor, tudo mudou. No campo familiar também houve alterações. Mas está tudo bem. Cada vez melhor em ambas as coisas. Estou mais feliz do que estava há uns tempos atrás. Novas pessoas têm-me feito bem, e agora não procuro nada, sei que algo estará com certeza reservado para mim. I'm just waiting.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Facto

Depois das férias é como se já não soubesse pegar na caneta, nem escrever. Sad, but true!