terça-feira, 30 de outubro de 2012

Choro

Deito-me na cama e, quase sem dar por isso, as lágrimas escorrem silenciosamente pelo rosto. Nem eu sei bem pelo que choro, só sei que tenho vontade de chorar. Talvez pela falta, talvez pela indiferença, talvez pelo que ficou por viver. Não sei. Choro pela saudade. Sim, deve ser pela saudade. Ou então não. Choro porque já não é presente e se transformou em passado. É isso, choro pelas memórias. Choro porque são demasiado boas e eu não as consigo apagar. Fico em silêncio, de olhos fechados e com a almofada cor-de-laranja contra o peito. Aperto-a com força. E revivo os momentos. Escassos momentos de imensa alegria. Mas são memórias. Aquecem, consolam, mas não nos fazem feliz. Porque não são verdade. E pior ainda, é que foram verdade, um dia, mas deixaram de o ser. E o que magoa mais não é não ter, é saber que já se teve. É um pesadelo, apenas um pesadelo do qual vou acordar. E quando acordar tu vais estar lá, a olhar para mim, com os teus olhos brilhantes e dirás "foi só um sonho, princesa, eu estou aqui e estarei sempre".

I'm always gonna love you

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Aulas pornográficas

Deixo aqui algumas passagens (obviamente soltas e descontextualizadas!) da minha estimada professora de Botânica Farmacêutica:
"A penetração deste é melhor por isso é mais usado";
"Há uns que não penetram bem";
"Vou preservar o meu material quando faço a hidratação";
"Tem maior poder de penetração";
"Limpei a estrutura secretora que permite a actividade";
"Primeiro penetras, depois fixas. Senão acaba por perder a água. No fim podemos guardar o material";
"É constituído por duas partes: uma fixa e pesada e outra móvel que tem uma alavanca que faz subir e descer. E também podemos medir a sua grossura";
"Depois aquilo vai para cima e para baixo";
"Devemos tratar previamente do material antes de o usar".

Sim, eu tenho a mente ligeiramente poluída, mas dado o interesse da aula (LOL!) foi o único entretém que arranjei...!
P.S. Garanto que era dizia "material" com um naughty smile!

Still love him

Enquanto apagares o número dele, o evitares na rua, deixares de ir ao sítios que ele vai, souberes o que ele faz pelo que os amigos te dizem, não lhe falares, ficares incomodada com a presença dele, afastares avidamente todas as memórias que têm juntos, derramares uma lágrima ao veres fotos, recordares o passado com nostalgia e te apetecer que ele morra... Enquanto isso acontecer, ainda o amas. Já dizia Érico Veríssimo que o contrário do amor não é o ódio, mas a indiferença. Porque enquanto o odiares pelo quanto ele te magoou, enquanto as lágrimas te escorrerem pelo rosto quando uma memória te assombra e o soar do nome dele te provocar um calafrio, há amor. É quando as notícias acerca do que ele faz te passarem ao lado, quando vê-lo na rua for como ver qualquer outra pessoa, quando o telemóvel tocar e tu atenderes sem quebras na voz e tremer nas pernas, aí, e só nessa altura, podes dizer que o esqueceste. Que é uma página virada. Um capítulo encerrado. Uma memória armazenada. Até lá? Até lá conforma-te - ainda o amas, por tempo indeterminado.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

I.M.Y.

Yes, that's it. I Miss You. Like crazy.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Past love

Às vezes é complicado. Corrijo, às vezes é impossível não comparar o presente com o passado, não recordar todas as coisas que preencheram a nossa vida durante tanto tempo. É preciso um nível de abstracção de dimensão muitíssimo elevado para conseguirmos destrinçar completamente o passado do futuro e do presente. Porque, na verdade, estas três entidades influenciam-se e comungam-se mutuamente. Por vezes, dou por mim a recordar momentos que passaram, vivências que tive. Dou por mim a reviver cada palavra, cada gesto, cada imagem que guardo na minha mente. E reconstruo os momentos, outrora perfeitos, que hoje em dia não são nada senão quimeras, sentimentos enjaulados, amores perdidos por circunstâncias da vida... Inconscientemente, vou recordando cada momento, refazendo a história, convertendo o passado numa memória presente, e olho para cada canto e consigo sentir perfeitamente a emoção que senti naquele determinado momento. Às vezes ainda penso que isto é mentira. Que a qualquer momento tudo vai voltar como por magia, e que este presente, que ainda me é alheio, vai deixar de existir. Ainda é estranho, sabes? Ainda é muito estranho. Não consigo simplesmente passar uma borracha em tudo. A intensidade não o permite, nem tão pouco as memórias. Até o vento me traz o que eu quero esquecer. Talvez esteja mesmo destinado assim. Mas a verdade? A verdade é que eu acredito na história do Noah e da Allie. E isso diz tudo.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Sondagem Nº 35 - Cometerias uma loucura por amor?


Achei uma pergunta interessante na medida em que o amor é mesmo a força que nos faz cometer as maiores loucuras, as maiores asneiras, que nos leva a arriscar e a dar tudo de nós. Assim sendo, aqui ficam os resultados desta sondagem:
  • 1º lugar - 68% da votação - 34 votos - Sim, mas apenas se estivesse muito apaixonado - "Há sempre  alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura". Penso que foi nesta fase que muitos se basearam para optar por esta opção. De facto, para algumas pessoas, apenas um nível muito elevado de amor e paixão geram loucura. Desde que seja uma loucura saudável, eu sou apologista de que sejamos loucos!
  • 2º lugar -16% da votação - 8 votos - É pouco provável que cometesse - Este grupo de pessoas considera que, mesmo muito apaixonados, as loucuras são algo muito improvável de acontecerem. Há quem seja um pouco céptico em relação ao amor e não esteja para se magoar sem achar que vale mesmo a pena! Juízo têm esses!!
  • 3º lugar - 10% da votação - 5 votos - Sim, cometeria facilmente uma loucura por amor - Aqui estão os românticos incuráveis que acreditam que tudo vale a pena, que o amor vale a pena e que mais vale chorar pelo que foi feito do que pelo que ficou por fazer! Eternos apaixonados, go ahead!
  • 4º lugar - 6% da votação - 3 votos - Não, jamais - Aqui estão os verdadeiros "anti-loucuras"! Tenho para mim que estas pessoas são as piores. Posso estar enganada, mas aquelas que mais dizem "amor?! que horror, nem acredito nisso..." quando se apaixonam são as mais loucas e as que mais se entregam. Just sayn'!
Obrigada pela vossa colaboração e votem na proxima! XOXO

domingo, 21 de outubro de 2012

Vencedora do sorteio do blog A Fabulous Addiction

Queria aqui partilhar com vocês que fui a vencedora do 1º sorteio do blog A Fabulous Addiction da querida Mariana Ramos. Passem por lá porque é um blog que merece ser lido.
Aqui ficam os meus prémios:

Livro escrito em inglês da Lauren Conrad, acompanhado de um marcador personalizado e uma bolsinha com 2 vernizes.

2 vernizes: Apuro (rosa) e Branco da Cliché e bolsa cor-de-rosa.

Livro da Lauren Conrad L.A. Candy e marcador personalizado com imagem e nome do blog.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

O pior lado do amor

"E depois de algum tempo eu percebi que esquecer não significava ignorar um telefonema ou evitar um reencontro casual. Eu descobri que quando esquecemos, atendemos o telemóvel e a voz não falha e que os reencontros casuais não fazem as pernas tremer. Eu descobri que o lado mais triste do amor é não sentir mais nada."

Totalmente de acordo, sem tirar nem pôr!

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Rapazes, percebam isto, é simples:

Quando uma rapariga diz "não venhas", vocês têm de vir! Quando uma rapariga diz "não fales", vocês têm de falar! Quando uma rapariga diz "não quero", ela quer! Quando uma rapariga diz "não te incomodes com isso", vocês têm de se incomodar! Quando uma rapariga diz "não precisas de me levar a casa", vocês têm obrigatoriamente de a levar! Quando uma rapariga diz "não me digas mais nada", vocês têm de dizer! Quando uma rapariga diz "faz o que quiseres", ai de ti que faças o que queres! Quando uma rapariga diz "deixa-me em paz", não a largues! Quando uma rapariga diz "gosto muito de ti", não digam simplesmente "eu também"! Quando uma rapariga diz "não te quero ver mais", ela quer que tu mostres que estás lá! Quando uma rapariga diz "acabou", ela quer que tu lutes! Quando uma rapariga diz "não precisas de vir", tu tens de ir! Quando uma rapariga diz "vai ter com ela, não há problema", se fores ter com ela vais arranjar o maior problema da tua vida! Quando uma rapariga diz "não", é sim! Isto é tão simples. Basicamente, nós funcionamos ao contrário mas vocês, estúpidos, têm a lata de dizer "mas tu é que disseste...". Rapazes, nunca percebem nada...!

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

William Shakespeare diz:

«Depois de algum tempo, aprendemos a diferença, a subtil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendemos que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começamos a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começamos a aceitar as nossas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança

terça-feira, 16 de outubro de 2012

domingo, 14 de outubro de 2012

Don't give up

Sweet Sunday


Hoje aproveitei para dormir e recarregar energias da semana que tive a 250km/h! Ontem apenas preenchi o meu caderno de Laboratório de Biologia com o registo das experiências realizadas na aula e fiz alguns exercícios de Química Geral. Durante a tarde fui sair, logo hoje é dia de estudo. O tema principal será Anatomia Humana já que vamos ter um pequeno teste de duas perguntas que ou se tem 0 ou 10 ou 20. Sim, é isso mesmo. Isto da faculdade é uma coisa giríssima! Hoje o meu melhor amigo vai ser o Netter em formato digital. Wish me luck, cause I really need it!!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Faculdade é igual a:

Sair às 13h e só almoçar as 14:30h. Demorar 1h e tal de caminho. Doer-me os pés até mais não. Aulas atrás de aulas sem tempo para almoçar. Orais e testes de Anatomia semanais. Calhamaços para estudar. Apontamentos mal tirados com uma letra terrível. Professores que são a matéria à velocidade da luz. Comidas de cantina sem sabor. Correrias para apanhar o metro. Stress para não perder o barco. Professores que nem sabem o teu nome. Desesperar pelo fds por ter tempo para descansar. Festas até ao outro dia de manhã. Bebedeiras. Sebentas escritas à mão. Livros seleccionados por nós. Fichas da reprografia que se tornam as nossas melhores amigas. Pessoas novas a cada segundo. Exames que valem 100% da nota. Outros que valem 70%. Frequências. Falta de tempo. Cansaço constante. E muito, muito empenho! Nem tudo é bom, nem tudo é mau. Apesar de todos os "contras", os "pros" compensam também! É um mundo absolutamente novo que tenho a certeza que adoraram, adorarão ou estão a adorar!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Verão 2012 | Fotos

Com o final do Verão e o início do ano lectivo, decidi partilhar aqui algumas fotos que compilam os melhores momentos deste Verão de 2012. Espero que gostem!














terça-feira, 9 de outubro de 2012

Estou a dar em louca, sim

As minhas terças e quintas feiras são sempre um luxo: começam com Anatomia Humana às 8h, segue-se Química Geral, depois Matemática, logo a seguir Biologia Celular e, por fim, Botânica Farmacêutica. Isto tudo seguidíssimo!! Quase sem intervalos e tempos para respirar. Todas teóricas. Eu e mais 200 e tal zombies (sim, zombies, porque aquelas aulas dão um sono de morte! Quando os professores apagam as luzes então...) num auditório! E depois tenho uma professora de Matemática no mínimo "confusa" e uma professora de BioCel que é a coisa mais secante do mundo. Já nem falo de Botânica porque o mais que falamos é sobre os Jardins Botânicos e as excelentes esplanadas que eles contêm!! Estou a dar em louca. L-i-t-e-r-a-l-m-e-n-t-e. Quem não gosta de dar o litro, o curso de Ciências Farmacêuticas não é, de todo, aconselhável! É interessante, sim, mas muito trabalhoso! Agora vou estudar a minha apresentação oral de Anatomia Humana, au revoir!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

The one and only

Existem variadas pessoas por quem já nutrimos sentimentos amorosos. Uns mais fortes, outros mais fracos, uns que duram mais, outros que duram menos, mas todos nós já gostámos de várias pessoas, já nos apaixonámos por elas e nos desapaixonámos também. Começamos por conhecer alguém que, aos poucos, se vai tornando especial; vamo-nos identificando com ela, sentimo-nos bem a seu lado, começamos a experimentar novas emoções e cada vez ansiamos mais pela sua presença. Por poder olhá-la, beijá-la e senti-la. É um processo que tanto pode ser rápido como longo, que tanto pode durar uma semana, um mês, um ano ou uma vida. Tudo depende da forma como nos entregamos e da forma como a outra pessoa está disposta a entregar-se. Vivemos bons momentos a seu lado, alguns deles inesquecíveis. Contudo, mais cedo ou mais tarde, na maioria das vezes tudo acaba por ter um fim. As acções passam a memórias e os sentimentos são "arrumados" numa parte obscura de nós. Progressivamente vão sendo postos de lado, esquecidos, arrecadados num local onde já não nos lembramos de ir remexer. Porém, há sempre aquela pessoa com quem isto não acontece. Eu acredito que cada um de nós tem na sua vida uma pessoa que nos marcou de forma extraordinária. Provavelmente, ao longo dos anos, essa pessoa vai mudando, isto é, há dois anos a pessoa que mais me tinha marcado não é a mesma pessoa que mais me marca agora mas, mesmo assim, e ainda que essa pessoa não seja imutável, temos uma entidade que consegue despoletar em nós aquilo que mais nenhuma consegue. Todos temos aquela pessoa que basta dizer uma palavra para que todos os sentimentos encafuados num baú venham ao de cima, que com um sorriso nos traz mil memórias, com um gesto nos arrepia. Aquela pessoa de quem não conseguimos evitar ter ciúmes, mesmo que não tenhamos razões (nem direito!) para tal. A mesma pessoa que consegue mudar o nosso humor do melhor para o pior em menos de um segundo. A pessoa que nos marca. Que nos marca verdadeiramente. Essa pessoa existe em cada um de nós. E por vezes? Por vezes é difícil viver sem ela...

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Isto é que me irrita

Gostar de uma música e não a ouvir porque ela me faz lembrar algo que não quero recordar. Que ódio.