sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Sondagem Nº 25 - O que consideras mais importante que tudo numa relação?

Estou de acordo que o que propus nesta sondagem foi um pouco complicado, na medida em que, efectivamente, todas as opções são importantes para uma relação de sucesso. Contudo, a minha ideia era testar qual é que os meus votantes elegiam como "o mais importante", apesar de ser irrevogável que todos os aspectos são imprescidíveis para uma relação perfeita.
Assim sendo, aqui ficam os resultados:

Confiança - 46% da votação - 27 votos - a confiança é, de facto, a base de uma relação. Sem ela, é quase impossível que os dois membros do casal consigam levar o relacionamento avante;
Amor - 32% da votação - 19 votos - uma relação sem amor é como uma tela sem cores. E mais não digo, porque não creio que seja preciso!;
Fidelidade - 6% da votação - 4 votos - há inúmeras relações onde a infidelidade é uma realidade de parte a parte. Ou ambos concordam com uma relação aberta, ou, caso contrário, é péssimo quando este "passo em falso" é descoberto. Só me pergunto a mim mesma, como pode uma relação ter sucesso se não há fidelidade e entrega completa de ambos os membros do casal...;
Personalidade compatível - 5% da votação - 3 votos - obviamente que é essencial que as personalidades das duas pessoas que constituem a relação seja compatível, caso contrário as discussões são o pão nosso de casa dia...;
Companheirismo - 5% da votação - 3 votos - sabe bem chegar a casa e ter aquela pessoa com quem falar. Dizem até que numa relação de perfeita harmonia, o nosso parceiro deve ser o nosso melhor amigo também;
Objectivos semelhantes - 3% da votação - 2 votos - por vezes a forma como cada um vê a vida pode ser um arranque ou um travão para uma relação. Os objectivos não têm de ser obrigatoriamente os mesmos, mas tenho de concordar que se houver uma grande divergência é complicado que a relação seja bem sucedida.

Obrigada, mais uma vez, e continuem a votar nas sondagens futuras!*

My heart can't handle it anymore

Chega a uma altura em que já não dá. O coração colapsa, a mente fica demasiado fraca, a esperança perde-se e a tristeza toma o lugar da força. Sentimos que há algo mais forte do que as nossas crenças, do que tudo aquilo em que acreditamos, do que aquilo por que vivemos. Tudo se começa a transformar num pequeno buraco negro que suga as nossas réstias de amor. Eu não queria este desfecho, jamais o teria imaginado se não tivesse chegado a este ponto de desgaste total. Eu tentei não ir por este caminho, tentei a todo o custo agarrar-me ao amor que ainda tinha (e tenho) dentro de mim. Por vezes amar só não chega, não sei porquê, mas simplesmente não chega. E eu queria tanto que chegasse... Não vou dizer que desisti por falta de amor, por falta de vontade de lutar, por falta de boas recordações. Nada disso. Desisto porque não tenho mais condições de sofrer. E talvez seja menos penoso tentar ultrapassar algo que nos magoa, do que insistir em quimeras e utopias. Porque isto é apenas um sonho idílico que nada tem de real. Pelo menos neste momento já nada tem de real. Estou magoada, sim. Mas eu conseguia ultrapassar porque sempre ultrapassei. Sou talvez das pessoas mais explosivas, mas também das que perdoam com maior facilidade. Eu também fiz asneiras, eu também cometi erros, eu também cometi um grande erro quando fiz a escolha errada. Mas todos fazemos, não é? Agora trata-se apenas de renascer. Reaprender a viver. Aprender a andar só pelos caminhos. Não virar a cara a novas oportunidades. Deixar o coração livre. Não ter medo de voltar a envolver-me. Eu não queria que fosse assim. Mas o que tem de ser tem muita força. E como costumo dizer "se não veio parar às nossas mãos de novo, é porque não era realmente nosso...". Eu só tenho de aceitar de uma vez por todas essa realidade que tanto insisto em negar.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

And what makes me angry is...

to know that your smile would erase all the pain I feel and all mistakes we made.

Memories

A minha luz

O mais difícil de tudo é abandonarmos aquilo que mais amamos. Não propriamente as pessoas, mas os pensamentos. Privar-nos do contacto físico é relativamente acessível, contudo o contacto psicológico está sempre presente. Não sei porquê, mas todos os dias, sem excepção, me lembro de ti. Associo algo completamente ridículo ao que tu eras, ao que tu foste, ao que tu outrora me deste. Esta ligação é constante e atormenta-me a cada dia que passa. Porque eu todos os dias penso que já não vou pensar. Mas quando penso que não pensarei em ti, de imediato o faço. Hoje olhei para um sítio que me traz muitas recordações e por muito que não quisesse recordar, foi inevitável que o fizesse. Porque tu és como a outra metade que encaixa perfeitamente em mim. Elas perguntam-me o porquê de pensar assim em ti e não no outro, no entanto eu mesma não sei. É ridículo, de facto. E no fundo, não é. Porque talvez só nós soubéssemos o que se passou realmente e a ligação que se estabeleceu entre os nossos corações. Só me interrogo como tu pudeste esquecer assim, enquanto eu vagueio em pensamentos todo o dia, a cada segundo. Às vezes questiono-me como é possível que eu sinta isto por alguém que não me dá o mínimo de reciprocidade. Sinto-me numa multidão, todavia sozinha. Já pensei mil vezes que certo dia iria acordar e que tu serias somente uma memória. O que é facto é que esse dia parece não chegar e tu constituis o meu presente. Um presente vazio, é certo, mas todos os dias eu me convenço que no meio da penumbra tu surgirás erguendo aquela que será, um dia, a minha luz.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

I can live like this


É estranha a forma como lido com a situação. Por vezes ando na rua meio perdida, correndo os olhos pelos caminhos, na tentativa desesperada que os teus olhos se cruzem com os meus, por mero acaso. E mesmo que tente concentrar-me no meu caminho e no que está à minha frente, tenho sempre esperança de que, miraculosamente, te atravesses no meu caminho, te esbarres contra mim, e que, quem sabe, até me deites os cadernos ao chão e me ajudes a apanhá-los. Tantas vezes que já formulei essa imagem na minha cabeça, e cada vez que nela pára, tudo se sucede de forma diferente. Porque talvez a nossa relação fosse assim: uma constante mudança capaz de nos surpreender a nós próprios. Ainda estou a aprender a viver com esta lacuna. O que me auxilia é pensar no que me dirias se te fizesse determinada pergunta, e é assim que muitas vezes tomo as minhas decisões. Hoje mudei para Psicologia B, acho que era o que me dirias para fazer. Ou talvez não. Mas para mim era a resposta que me darias, portanto foi essa a decisão que tomei. É caricata esta forma como tenho passado estes dias, semanas, meses, anos, décadas... Porque vivo a adivinhar os teus conselhos. Verdade seja dita que já os sei de cor. Vivo uma espécie de P.S. I Love You, mas sem pistas. É engraçado. É divertido. É diferente. Eu consigo viver assim.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Our smile

Adele - Don't You Remember



[When will I see you again?
You left with no goodbye, not a single word was said,
No final kiss to seal any seams,
I had no idea of the state we were in,
I know I have a fickle heart and bitterness,
And a wandering eye,
And a heaviness in my head,

But don't you remember?
Don't you remember?
The reason you loved me before,
Baby, please remember me once more,
When was the last time you thought of me?
Or have you completely erased me from your memory?
I often think about where I went wrong,
The more I do, the less I know]

Cada vez gosto mais da Adele. As voz é linda e as letras completamente perfeitas!

Agatha Christie diz:

«Não reconhecemos os momentos realmente importantes da vida até ser demasiado tarde

domingo, 25 de setembro de 2011

O amor não acaba

Sabes quando te digo que um dia vai passar? Não vai. Acho que te digo essas coisas para te convencer a ti e a mim. Porque nós já sentimos o verdadeiro amor e já o perdemos. E já soubemos o que era ansiar por uma mensagem que acabaria por não vir. Um sorriso que nunca chegou. Um gesto que ficou pelo meio. Vivemos no meio de memórias, consolamo-nos com as pequenas coisas que vamos sabendo por terceiros, porque a pessoa que nos importa, aquela que é o nosso mundo, se limita a fingir que não foi tão importante para ela quanto para nós. E eu sei que isto nos vai destruindo por dentro. E que às vezes mandamos mensagens um ao outro porque não podemos mandar a outra pessoa. E reconfortamo-nos como sabemos, damos uma volta por aí. E falamos deles como se ainda estivessem connosco. Somos até capazes de descrever como tudo se processou, e reviver as brincadeiras e picardias, contudo, pelo meio de toda aquele entusiasmo, soltamos um suspiro de angústia. De uma dor guardada pela ausência daqueles que amamos. Sabes que já passei por tudo isto há mais tempo que tu, e que já te disse que acabas por esquecer, mas para ser franca, não esqueces. E remóis no assunto vezes sem conta, interrogando-te onde raio erraste. E porque é que fizeste aquilo em vez de teres feito de outra maneira. Culpas-te primeiro. Depois culpas a outra pessoa. Depois chegas à conclusão que talvez apenas não funcionassem. E no fim de tanto matutares interrogas-te "mas como é possível que não tenha resultado com o amor da minha vida?". Eu também não sei. Queria saber e dizer-to. Queria saber e dizê-lo a mim mesma. Mas a verdade é que não tenho nem uma única pista. Mesmo que digamos "já esqueci e parti para outra", tanto um como o outro sabemos que não é assim. Que há uma esperança inevitável dentro de nós e que basta vê-los ou estar com eles para percebermos que o sentimento não morreu, apenas adormeceu por momentos. Digo-te por experiência própria que não dá para esquecer. Eu, pelo menos, nunca consegui fazê-lo. Isto não se ultrapassa, mas conseguimos aprender a viver com esta condicionante. Às duas por três já estamos habituados a que doa, as saudades fazem parte do quotidiano, a ânsia de receber a mensagem que nunca chega diminui, e tudo o que queremos daquela pessoa, apesar de permanecer intacto, fica em suspenso. Guardamos o que sentimos num lugar onde não nos faça tão mal, onde nos permita viver o dia a dia sem grandes percalços. Sorrimos, brincamos, falamos e até fingimos que a vida corre às mil maravilhas. Mas ambos sabemos que o nosso amor continua lá, guardado a sete chaves, perdido em nós e na nossa cabeça, mas sempre, sempre presente no nosso coração.
Para ti J.

Someday, maybe

Perfect...

Compras!

Cheguei agora a casa das compras, por isso devem estar a imaginar o meu "mood"! Como a minha mãe diz "fim de semana sem ir ao fórum, já não é fim de semana". E ela tem toda a razão. Ontem não fomos porque o meu irmão teve treino, à tarde tivemos de ir sair e à noite eu tive um jantar, contudo hoje eu e o meu irmão lá convencemos os papás a irem ao fórum. Eu precisava desesperadamente de uma pasta de dentes que só havia no Jumbo (ahah). Por isso era impreterível ir ao fórum... O melhor é que além disso comprei coisas lindas! Um batom com uma tonalidade leve de rosa e com um brilho muito giro. Como os meus lábios são finos, aquele batom fá-los parecer mais carnudos, portanto acho que foi uma boa compra. Comprei também uns headphones cor de rosa super giros e uma bolsinha para o telemóvel que já andava para comprar há imenso tempo. Todavia, a minha compra favorita foi os meus Nike air force. São pretos com o símbolo da nike a cinzento e os atacadores também cinzentos e com um bocadinho de azul atrás! Lindos, lindos, lindos! Vi-os na semana passada e fiquei apaixonada... O melhor disto tudo é que os pais é que financiaram as comprinhas. Torna tudo muito mais interessante. O fim de semana acabou mesmo bem.

Perfect love stories

The Notebook






Dear John








Aniversário das celebridades #6 e #7


O casalinho de Hollywood faz anos no mesmo dia! Catherine Zeta-Jones faz hoje 42 anos, e o marido, Michael Douglas, 67.

That's a shame

E depois de tudo, vem o medo


Vou tentar explicar o melhor possível porque nem sei bem como dizê-lo. É uma espécie de medo que se instala das paredes do coração. Não vou dizer que é um trauma, mas a reacção é semelhante. Depois de ter passado por uma situação mesmo muito má, que me deixou de rastos, que me fez chorar noites a fio, que me tirou basicamente o chão debaixo dos pés, parece que o meu coração resfriou. Há momentos na vida em que nem nós percebemos porquê, contamos com tudo, damos tudo em troca de nada, mas damo-lo de livre e espontânea vontade. O que se sucede, isso sim nos magoa. E é essa mágoa que nos fragiliza, que nos torna pessoas mais relutantes, mais cautelosas, mais distantes. Eu estou assim. Tenho um medo exorbitante de estar com alguém. E um medo ainda mais avassalador entre a passagem do estar e do assumir. Neste momento preciso de certezas, de matéria concreta, preciso de, como o meu amigo J. diz, "ter uma granda panca". Caso contrário, algo dentro de mim me impede de prosseguir. Não sei bem explicar de que modo se dá este processo, mas é como se algo dentro de mim me dissesse incessantemente "não arrisques". E eu fico aqui, assim. E não arrisco. E ainda não arrisquei. Porque sinto que não posso arriscar. Talvez isto um dia passe, ou talvez tenha a tal "granda panca" que me faça atirar de cabeça para algo novo e inesperado. Até esse dia chegar, limito-me a recordar todos os bons momentos que já passei e a imaginar todos os bons momentos que um dia passarei.

sábado, 24 de setembro de 2011

I may deserve to go to hell, but if hell means to be with you, then I wanna go there. I just can't let you go. Even if you don't wanna stay, I can't let you go...
(TY)
P.S. I still have people to correct me, I just don't ask anymore :))

Simple thoughts...

What really hurts is to know that you'd give anything to a person who gives nothing to you.

Tal-e-qual!! Ahah


(E eu a pensar que era única!!)

Só quero o que a vida me dá

No amor não há enganos, há impulsos. E esses toda a gente os tem. Nesses impulsos dizemos o que não queremos, ou então dizemos o que queremos e ainda mais. A nossa capacidade de raciocinar fica absorvida pela nossa impulsividade de agir. Tornamo-nos inconsequentes debaixo de toda a fúria que controla os nossos actos. Somos movidos pela fúria e dizemos exactamente aquilo que nos dá na real gana. Depois, ou nos arrependemos ou nos regozijamos por toda aquela espontaneidade nos permitir dizer o que num momento calmo, jamais teríamos coragem de fazer. Eu sou impulsiva. Sou espontânea. Sou de explodir com pouco. Sou de me passar à primeira contrariedade. Sou de dizer aquilo que não penso. Sou de dizer certas coisas que não quero em momentos de raiva. Sou de deixar escapar coisas que não são para ser ditas. Digo muita coisa que não quero, outra tanta que está entalada na garganta. Mas, pelo menos, digo. Prefiro arrepender-me do que fiz do que do que poderia ter feito. Em momentos racionais, não é apenas o orgulho e a teimosia que nos trava, mas sim o facto de sabermos que dar o passo seguinte seria pôr em causa o nosso discernimento. Muitas vezes, por melhores que sejam as nossas razões, mais vale parar do que tentar. Pois para parar basta queremos, para tentar precisamos de reciprocidade. Eu posso não ser a pessoa mais feliz do mundo, nem a mais realizada, nem a mais amada, nem a mais completa. Eu vivo apenas com o que a vida tem para me dar. E se a vida não me quer dar mais nem me dá motivos para eu arriscar e tentar a minha sorte, por que razão iria eu ceder, mais uma vez, uma parte de mim em vão? Há coisas que são para estar como estão. Há coisas que não podemos mudar. Talvez um dia, daqui a muitos dias, a vida decida que cada um de nós merece mais um pouco. E no dia em que ela achar que eu mereço, eu não a vou desiludir.

Este homem tem 70 anos?!


É quase inacreditável, mas Cliff Richard faz 71 anos em Outubro e tem esta forma invejável! A fotografia é recente e foi feita para o calendário de 2012. Estou impressionada... Estou mesmo!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Eu estou aqui para ti, sempre

Há coisas que me magoam mais que mil farpas espetadas por todo o corpo. Eu choro em silêncio. Eu choro sem ninguém ouvir. Eu choro quando a Lua está alta no céu e o silêncio profundo na noite. Eu choro quando sei que as minhas lágrimas ficam entre mim e a minha almofada. Mas às vezes dói demais. E às vezes tenho de virar a cara para o lado para que não percebas que estou a chorar. Porque quando te digo que vai ficar tudo bem, eu sei que não vai. Minto-te a ti e minto-te a mim. E minto-nos a nós para que fiquemos melhor. E só Deus sabe o que me dói ouvir-te dizer que não estás bem, nem vais ficar. Nada mais podemos fazer, e é esta impotência que me mata a cada dia. Hoje estavas mais sorridente e isso para mim valeu tudo. E eu fiquei a falar contigo, sentada naquela cadeira branca, de pernas cruzadas e cabelo escorrido. Ouvi-te a contar o teu dia, a partilhar as peripécias que se sucederam, e senti que estavas feliz. Às vezes gostava de saber ser melhor, mas não sei. Só te posso ligar à noite, inventando uma desculpa para perguntar por ti. Eu gostava muito que soubesses que fazes falta aqui. Que, para mim, serás sempre "a minha pessoa". Já não consigo escrever isto sem chorar. Pode ser paranóia, mas sinto necessidade de estar contigo porque não sei quanto tempo temos. Porque se hoje sorrias, anteontem choravas. E mesmo que quisesse ficar ali ao teu lado, não conseguia suster o meu desespero ao ver-te assim. Às vezes pergunto-me por que é que isto te acontece a ti. Especificamente a ti. Porque tu és das melhores pessoas que conheço... Vives o teu problema e o problema que te rodeia, e que tanto te consome a ti e a todos nós. Mas mais a ti. Problema esse que tanto te amedronta. Tu és forte, eu sei que sim! Mas às vezes não sei até que ponto aguentas esta situação. E a maior dor que alguém pode ter é saber que nada pode fazer para evitar o inevitável. Essa é a minha dor. Don't leave me, because I don't know how to live without you.

Adorei a definição! - Soooo true

Noites bem dormidas

Hoje tive frio durante a noite. Eram umas 5 e tal, 6 da manhã quando acordei desconfortável, sem saber bem porquê. Após um ligeiro arrepio, lá me ergui a custo e puxei o edredon. Houve uma sensação de conforto intantanêa; senti o mesmo aconchego que costumava sentir quando me abraçavas e entrelaçavas nos teus braços para me protegeres do frio. Depois dessa memória pairar na minha mente, limitei-me a adormecer e a sonhar. Não me lembro detalhadamente do que sonhei. Mas sei que sonhei. E sei que foi contigo. E sei que quando acordei estava feliz. Não havia mágoa, nem desconsolo, nem melancolia, nem mesmo saudade. Havia apenas um bem-estar que me fez esboçar um sorriso durante o primeiro pestanejar. E esse sonho, apesar de não ser verdade agora, não foi mentira outrora. Ficaria eu triste por voltar a sentir, durante efémeras horas, o que de tão bom já senti quando te tinha aqui? Claro que não. Aliás, soube-me bem. Porque não foi uma utopia nem mesmo uma ideia idílica, foi uma memória que voltou à superfície e me fez sentir como é, ou era, realmente o nosso amor. Portanto hoje estou feliz, tirando as dores nas pernas por causa da aula de Educação Física, tudo corre às mil maravilhas.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

The reason for me

Buried

Destiny is tricky and gives us false signals, but you know what? Sometimes we've to bury what we feel in order to feel better. That's what I'm gonna do. Right here. Right now.

Li, adorei e vou partilhar - Love never dies

Um namorado propôs um desafio à sua namorada. Viver um dia sem ele, sem qualquer tipo de comunicação. Ele disse que se ela fizesse isso, a amaria para sempre. Ela aceitou. Não lhe ligou nem mandou mensagens todo o dia, sem saber que o seu namorado tinha apenas 24 h de vida porque estava a sofrer com cancro. Ela foi a casa do namorado, no dia seguinte. As lágrimas cairam quando o viu deitado com uma nota ao seu lado: "Conseguiste amor. E agora, achas que consegues fazer isso todos os dias? Amo-te."

Juro que foi por pouco que não chorei...

Thomas Campbell diz:

«Viver nos corações que deixamos atrás de nós, isso não é morrer

Life's too short

A vida é demasiado curta para errarmos tanto. Todos nós já fizemos escolhas erradas, todos já escolhemos a opção incorrecta e enveredámos pelo caminho menos apropriado. Todos já magoámos, mas também todos já sofremos. Todos já fizémos boas acções, mas também todos já fizémos o que não devíamos ter feito. Todos já gozámos com algo que magoou outrém, mas provavelmente outrém também já gozou connosco e nos magoou. Todos nós já menosprezámos alguém, mas decerto todos nós já fomos menosprezados. Todos nós já dissemos o que não queríamos dizer, mas também já ouvimos o que não queríamos ouvir. Todos nós já fizemos muitas coisas que não devíamos ter feito, mas com certeza já fizemos exactamente o que estava predestinado. Eu tenho um medo. Aliás, um grande medo. Tenho medo de morrer sem ter dito o que era mais importante. Há sempre algo que fica por dizer, é certo, mas que pelo menos o que é bom lembrar fique assente na memória dos que cá ficam. Porque o que me aterroriza é saber que deixei coisas por dizer, que não consegui fazer ver àquelas pessoas que eram mesmo importantes para mim, que alguém foi o amor da minha vida, que sem ele não era a pessoa que sou hoje. Às vezes dá-me para pensar na morte, porque é ela que me faz reflectir acerca da vida. Eu sei que errei, mas também sei que erraram comigo. Sei que podia ter sido melhor, mas também sei que há coisas que jamais devem ser ditas ou feitas. Sei que provavelmente vou levar uma mágoa enorme juntamente com as minhas cinzas (não, eu não quero ser enterrada), e sei que esta mágoa me irá corroer ao longo dos anos. Como alguém muito importante já me disse "isto é mesmo assim, temos dias melhores, outros piores. Há dias em que só me apetece atirar tudo ao ar porque estou saturada de tantas dores e de tanto desespero". E eu choro por dentro e saio de casa para não chorar à frente dela. Mas ela tem razão. Por vezes há dores que se sobrepõem à vontade de viver. Eu tenho muito medo de perder a minha.
Never mind, today I saw you and it made me know that you still here, you haven't gone yet... Ant it, it gives me strengh to keep going.

Bruno Mars - Talking to the moon



*****

Misery

Oh yeah
Oh yeah
So scared of breaking it
But you won't let it bend
And I wrote two hundred letters
I will never send
Sometimes these cut are so much
Deeper then they seem
You'd rather cover up
I'd rather let them bleed
So let me be
I'll set you free

I am in misery
There ain't nobody
Who can confort me
Oh yeah

One and Only

You've been on my mind,
I grow fonder every day,
Lose myself in time,
Just thinking of your face,
God only knows why it's taken me so long to let my doubts go,
You're the only one that I want,


I don't know why I'm scared,
I've been here before,
Every feeling, every word,
I've imagined it all,
You'll never know if you never try,
To forgive your past and simply be mine,

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

It takes it all

Your call

"Waiting for your call, I'm sick, call I'm angry
call I'm desperate for your voice
Listening to the song we used to sing
In the car, do you remember
Butterfly, Early Summer
It's playing on repeat, Just like when we would meet
Like when we would meet

Cause I was born to tell you I love you
and I am torn to do what I have to, to make you mine
Stay with me tonight"

Here without you

"I'm here without you baby
But you're still on my lonely mind
I think about you baby
And I dream about you all the time
I'm here without you baby
But you're still with me in my dreams
And tonight, it's only you and me"

Hoobastank - The Reason



[I'm not a perfect person
There's many things I wish I didn't do
But I continue learning
I never meant to do those things to you
And so, I have to say before I go
That I just want you to know

I've found out a reason for me
To change who I used to be

A reason to start over new
And the reason is you]

Os tampões agora matam?

Uma adolescente britânica quase morreu devido ao uso de um tampão! Agora fiquei com medo, é que usar aqueles pensos que por mais pequenos que sejam parecem sempre uma fralda, não dá com nada... Contudo, também não me quero arriscar a ficar com uma porcaria qualquer que intoxica o meu corpo todo!! Vou ignorar a notícia. Vou ignorar. Vou mesmo. Mas mesmo!

*Ver mais aqui*

Isto por aqui anda assim


Uma grande confusão. Se vou para a esquerda, acho que devia ter ido para a direita e se vou para a direita, acho que o melhor caminho é a esquerda. Vou passando os meus diazinhos sem muita agitação - faço os trabalhos de casa, dou uma vista de olhos pelo facebook, escrevo ou posto aqui qualquer coisa no blog, mato saudades do meu irmão à noite (porque de dia não lhe ponho a vista em cima, visto que temos horários diferentes), organizo os cadernos e penso penso penso e penso mais ainda na questão "Aplicações Informáticas ou Psicologia?". Pois é, além de todas as coisas que preocupam o meu íntimo, esta é mais uma delas. Não sei se devo ficar em Aplicações Informáticas se devo mudar para Psicologia (se quiserem dar uma sugestão, agradece-se!), e ando nisto desde que entreguei a matrícula com a opção de Aplicações Informáticas escolhida.
Não vos vou falar de amores e desamores porque estou farta, cansada, derreada de tantos pensamentos que assombram a minha mente. E verdade seja dita que não vos deve interessar! Quando estiver mesmo a brotar raiva por todos os poros, escrevo aqui qualquer coisa, enraivecida pela saudade, pelo desalento, pelo desconforto e pela solidão. Credo, até parece que estou a morrer. Não estou. Estou bem. Estou tão "normalmente" bem que até irrita. Porque sim, continuo com saudades, e sim continuo desalentada, e sim também estou desconfortável com esta situação situação e sim, confesso que por vezes me sinto só, pois há companhias que só uma pessoa sabe dar... Mas passando à frente e falando de coisas boas, estou a escrever o meu romance e até que está a ficar bonitinho. Contudo, só consigo escrever coisas lindas quando estou mesmo mesmo mesmo "depré", logo nestes últimos dias tenho andado a engonhar na história. Estou tão apaixonada pelo Afonso quanto a Carolina. Eles são lindos, meu Deus! As minhas personagens, depois do Peter e da Sarah terão, provavelmente, um final triste, mas sempre com uma boa moral! Enfim, eu a escrever sou mesmo assim.
Desta forma me despeço com o meu atribulado dia a dia, ou não, e pode ser que mais logo, ou amanhã ou no outro dia, escreva qualquer coisinha linda.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Porque é que as mulheres demoram tanto na casa de banho? A RESPOSTA, meninos

É um texto longo mas que vale a pena!
O grande segredo de todas as mulheres a respeito da casa de banho é que, quando eras pequenina, a tua mamã levava-te à casa de banho, ensinava-te a limpar o tampo da sanita com papel higiénico e depois punha tiras de papel cuidadosamente no perímetro da sanita.
Finalmente instruía-te: "nunca, nunca te sentes numa casa de banho pública!"
E depois ensinava-te a "posição", que consiste em balançar-te sobre a sanita numa posição de sentar-se sem que o teu corpo tenha contacto com o tampo.
"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, importante e necessária, que nos acompanha para o resto da vida. Mas ainda hoje, nos nossos anos de maioridade, "a posição" é dolorosamente difícil de manter, sobretudo quando a tua bexiga está quase a rebentar.

Quando TENS de ir a uma casa de banho pública, encontras uma fila enorme de mulheres que até parece que o Brad Pitt está lá dentro. Por isso, resignas-te a esperar, sorrindo amavelmente para as outras mulheres que também cruzam as pernas e os braços, discretamente, na posição oficial de “tou aqui tou-me a mijar!”.
Finalmente é a tua vez! E chega a típica "mãe com a menina que não aguenta mais” (a minha filhota já não aguenta mais, desculpe, vou passar à frente, que pena!). Então verificas por baixo de cada cubículo para ver se não há pernas. Estão todos ocupados.
Finalmente, abre-se um e lanças-te lá para dentro, quase derrubando a pessoa que ainda está a sair.
Entras e vês que a fechadura está estragada (está sempre!); não importa…
Penduras a mala no gancho que há na porta… QUAAAAAL? Nunca há gancho!! Inspeccionas a zona, o chão está cheio de líquidos indefinidos e fétidos, e não te atreves a pousá-la, por isso penduras a mala no pescoço enquanto vês como balança debaixo de ti, sem contar que a alça te desarticula o pescoço, porque a mala está cheia de coisinhas que foste metendo lá para dentro, durante 5 meses seguidos, e a maioria das quais não usas, mas que tens no caso de…
Mas, voltando à porta… como não tinha fechadura, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto com a outra baixas as calças num instante e pões-te “na posição”…
AAAAHHHHHH… finalmente, que alívio… mas é aí que as tuas coxas começam a tremer… porque nisto tudo já estás suspensa no ar há dois minutos, com as pernas flexionadas, as cuecas a cortarem-te a circulação das coxas, um braço estendido a fazer força na porta e uma mala de 5 quilos a cortar-te o pescoço!
Gostarias de te sentar, mas não tiveste tempo para limpar a sanita nem a tapaste com papel; interiormente achas que não iria acontecer nada, mas voz da tua mãe faz eco na tua cabeça “nunca te sentes numa sanita pública”, e então ficas na “posição de aguiazinha”, com as pernas a tremer… e por uma falha no cálculo de distâncias, um finííííssimo fio do jacto salpica-te e molha-te até às meias!!
Com sorte não molhas os sapatos… é que adoptar “a posição” requer uma grande concentração e perícia. Para distanciar a tua mente dessa desgraça, procuras o rolo de papel higiénico, maaaaaaaaaaas não hááááá!!! O suporte está vazio!
Então rezas aos céus para que, entre os 5 quilos de bugigangas que tens na mala, pendurada ao pescoço, haja um miserável lenço de papel… mas para procurar na tua mala tens de soltar a porta… ???? Duvidas um momento, mas não tens outro remédio. E quando soltas a porta, alguém a empurra, dá-te uma trolitada na cabeça que te deixa meio desorientada mas rapidamente tens de travá-la com um movimento rápido e brusco enquanto gritas "OCUPAAAAAADOOOOOOOOO!!"
E assim toda a gente que está à espera ouve a tua mensagem e já podes soltar a porta sem medo, ninguém vai tentar abri-la de novo (nisso as mulheres têm muito respeito umas pelas outras). Encontras o lenço de papel!! Está todo enrugado, tipo um rolinho, mas não importa, fazes tudo para esticá-lo; finalmente consegues e limpas-te. Mas o lenço está tão velho e usado que já não absorve e molhas a mão toda; ou seja, valeu-te de muito o esforço de desenrugar o maldito lenço só com uma mão.
Ouves algures a voz de outra velha nas mesmas circunstâncias que tu “alguém tem um pedacinho de papel a mais?” Parva! Idiota!
Sem contar com o galo da marrada da porta, o linchamento da alça da mala, o suor que te corre pela testa, a mão a escorrer, a lembrança da tua mãe que estaria envergonhadíssima se te visse assim… porque ela nunca tocou numa sanita pública, porque, francamente, tu não sabes que doenças podes apanhar ali, que até podes ficar grávida (lembram-se??)…. Estás exausta! Quando páras já não sentes as pernas, arranjas-te rapidíssimo e puxas o autoclismo a fazer malabarismos com um pé, muito importante! Depois lá vais pró lavatório. Está tudo cheio de agua (ou xixi? lembras-te do lenço de papel…), então não podes soltar a mala nem durante um segundo, sensores automáticos, então tocas até te sair um jactozito de água fresca, e consegues sabão, lavas-te numa posição do corcunda de Notre Dame para a mala não resvalar e ficar debaixo da água.
Nem sequer usas o secador, é uma porcaria inútil, pelo que no fim secas as mãos nas tuas calças – porque não vais gastar um lenço de papel para isso – e sais…
Nesse momento vês o teu namorado, ou marido, que entrou e saiu da casa de banho dos homens e ainda teve tempo para ler um livro enquanto te esperava.
“Mas por que é que demoraste tanto?” - pergunta-te o idiota.
“Havia uma fila enorme” - limitas-te a dizer.
E é esta a razão pela qual as mulheres vão em grupo à casa de banho, por solidariedade: uma segura-te na mala e no casaco, a outra na porta e a outra passa-te o lenço de papel debaixo da porta, e assim é muito mais fácil e rápido, pois só tens de te concentrar em manter “a posição” e a "dignidade".

"Roubado" do blog La Joie de Vivre

They don't...

If I could, I'd choose

A vida é feita de escolhas, porém elas nem sempre estão nas nossas mãos...

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Coldplay - The Scientist



[Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be this hard

Oh take me back to the start]

Hoje não vou escrever sobre histórias amorosas. Sabem porquê?

Porque não há histórias amorosas. Yey!

domingo, 18 de setembro de 2011

Vícios&tentações





Moving on is just an option


Há alturas em que temos de escolher. É inevitável que o façamos porque há situações que se tornam insustentáveis. A mim sempre me custou seguir. Sou daquelas pessoas agarradas às raízes que vou criando ao longo do tempo. Custa-me especialmente desistir daquilo que tão bem me fez. Porém, há momentos em que já não conseguimos mais. O coração fica um farrapo, dilacerado pelas sucessivas desilusões que tem de ultrapassar. Sinceramente, estou farta de lhe prometer o que sei que ele não pode ter. Entre ansiar pelo que já passou ou habituar-me a uma nova realidade, penso que esta última será mais fácil, ou pelo menos, menos dolorsa. O que custa não é decidir seguir, mas sim seguir realmente. Eu recuso-me continuar a fazer o que tenho feito e a sentir o  que tenho sentido. Recuso-me continuar a mentir a mim mesma. Sei que por mais voltas que o mundo dê, o que é nosso às nossas mãos vem parar. Se não veio parar... talvez não seja realmente nosso, e nesse caso só nos resta habituarmo-nos a essa ideia. Honestamente, sinto que mereço mais. Já errei muito, e só eu sei o que lamento o que perdi, o que deixei escapar, o que não aproveitei, o que não dei valor, o que passei ao lado, o que vi a desvanecer-se mesmo à minha frente. Contudo, o mal feito não pode ser apagado. E verdade seja dita que a culpa não morre solteira. Acho que mereço mais. Acho que mereço mais do que memórias, mais do que fotografias, mais do que papéis escritos, mais do que músicas dedicadas, mais do que mensagens guardadas, mais do que recordações. Talvez o novo seja melhor. Talvez no início só custem as saudades. Talvez o que esteja para vir seja mais bonito do que tudo o que perdi. Só sei que já não sei viver num impasse. Posso não conseguir, mas vou tentar.

sábado, 17 de setembro de 2011

Linkin Park - Rolling In The Deep



[The scars of your love remind me of us
They keep me thinking that we almost had it all
The scars of your love, they leave me breathless
I can't help feeling

We could have had it all
Rolling in the deep
You had my heart inside of your hand
But you played it to the beat]

Adele - Someone like you



[I Hate to turn up out of the blue uninvited
But I couldn't stay away, I couldn't fight it
I hoped you'd see my face and that you'd be reminded
That for me, it isn't over


Never mind, I'll find someone like you
I wish nothing but the best for you, too
Don't forget me, I beg, I remember you said
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts instead
]

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Estas alterações de humor...

...que o período me dá são uma bela merda!!!

nothing else to say

O que me entristece é saber que tenho saudades de quem não devia. É saber que essa pessoa ainda fez pior do que eu pensava que tinha feito. Realmente... E o que irrita ainda mais é que mesmo depois de saber um monte de merdas... still talking to the moon.

Just cry

Não é que vos interesse, mas apetece-me partilhar o meu desgosto

Levantei-me às 7:20h. Dá para acreditar? 7:20h! Para entrar às 8:15h na escola. Devia ser proibido ter aulas tão cedo! Que crime. Às 8:15h da manhã ainda estou eu meia a dormir e com umas saudades incontroláveis da minha almofada. Ainda por cima, 3 dias da semana é para ter Matemática A. Estão a ver o que é ter Matemática A a esta hora, não estão?! É terrível. É mesmo! Ah, e hoje recebi outra bela notícia: eu toda contente que tinha as tardes todas livres e a stora de matemática anuncia alegremente que toda a turma tem uma aula extra às quintas-feiras à tarde, reservada para fazer exercícios! Que bela merda. Hoje foi o dia das más notícias, umas atrás de outras. Se amanhã o dia começar tão mau quanto este, eu juro que fico na cama. Juro mesmo.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

It is

Ser rapariga às vezes é uma bela merda!

O que é mesmo chato é adormecer tarde e dormir pouco durante a noite. É passar o tempo todo com dores menstruais e com vontade de deitar a casa abaixo porque se tem sono e se quer dormir, mas não se consegue. Sim, porque no dia seguinte há apresentação na escola e a Joana vai com umas olheiras monumentais (como de costume, mas estas mais agravadas). Ser rapariga às vezes é a coisa mais chata do mundo! Eles sabem lá o que é acordar a meio da noite com estas dores horríveis no fundo da barriga. E sabem lá o esforço que fazemos para nos levantarmos, irmos até à cozinha, enchermos o copo com água, buscarmos o comprimido, metê-lo na boca, engolir, voltar para a cama e tentar adormecer de novo. Claro que as dores não desaparecem logo. Portanto, se isto acontece ás 3 da manhã prepara-te para adormecer só lá para as 3.30h. Que raiva. Que ódio. Que semana detestável e que mau humor horrível!!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Just do it

O futebol é uma paixão

Já há uns tempos que ando para escrever sobre isto. Porque todos discutimos sobres os clubes e atiramos à cara os fracassos dos outros e enaltecemos os nossos êxitos. Eu também sou assim. Desde pequena que vibro com o Benfica. Talvez por o meu pai ser do Benfica, talvez eu tenha crescido a ouvir que "o Benfica é o melhor". O porquê, de facto, eu não sei. Sei que é uma paixão, é mais que um amor eterno. É-me intrínseco celebrar as vitórias e chorar as derrotas. É-me intrínseco ficar de mau humor cada vez que o Benfica perde. É-me intrínseco vibrar com os golos marcados e adorar os jogadores da camisola vermelha. Nós não temos culpa, é uma febre, é-nos inerente venerar aquele clube que colocamos acima de todos os outros. Não é pelo Futebol Clube do Porto ser actualmente o melhor clube português, ou pelo menos ter demonstrado mais que o é, que eu vou mudar de clube. Até podíamos ficar em último lugar no campeonato nacional, até podíamos descer de divisão, até podíamos estar abaixo dos mais pequenos, nunca mudaria de clube. Eu sei que o Benfica é grande e que hoje vai jogar contra o Manchester que é uma das melhores equipas do mundo. E eu sei que é provável que percamos. Mas eu estou-me nas tintas para as probabilidades porque eu acredito no meu clube e acredito que vai fazer uma grande exibição. E não vou acreditar por um momento que vá perder, e vou torcer para que ganhe e vou acreditar até se esgotar o tempo de compensação depois dos 90 minutos. Porque eu acredito naquilo que amo, e o Benfica é daquelas paixões que nunca irá morrer. E quando falo do Benfica não menosprezo os outros clubes. E sei que os adeptos do Sporting, do Porto, do Braga, do Guimarães e dos que se seguem sofrem tanto pelo seu clube como eu sofro pelo meu. O futebol é a nossa grande paixão, e as conversas do "o meu é melhor que o teu" são desnecessárias. O nosso será sempre, sempre, sempre o MELHOR CLUBE DO MUNDO.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Deixem-me só explodir, agora estou mais calma

Às vezes sinto tantas saudades que chega a doer. E nesses momentos eu recordo-me de tudo, contudo a dor intensifica-se e eu tento esquecer, mas não dá para esquecer aquilo que mora dentro de nós. Tu moras dentro de mim e eu não consigo deixar-te partir. É mais forte que eu, é mais forte que a minha vontade. São saudades, é desespero e é melancolia. É o saber que perdi a guerra e não só uma batalha. É o facto de ter consciência de que o romance que escrevo não passa de uma utopia, e de que nada daquilo nunca irá acontecer. E que eu sonho com aquela história de amor e a vivo enquanto escrevo, mas fica por ali assim que fecho a página de Word. Isso e as coisas que escrevo e guardo. Ou escrevo e rasgo. Ou escrevo e choro. Isso e tudo aquilo que me traz a tua presença, que assombra os meus sonhos, me aquece as noites enquanto durmo, mas que me dá um despertar vazio. Eu sei que tenho de reaprender a viver, mas para isso eu tinha de renascer e eu não quero morrer. Eu quero ultrapassar isto e tapar a ferida. Mas ela verte sangue, e dói, e eu não a consigo estancar. Porque a vida me dá e me tira e talvez eu seja demasiado fraca para aguentar as desilusões. E talvez seja mesmo demasiado ingénua. Demasiado criança. Demasiado insegura. Demasiado confusa. Demasiado estúpida. Demasiado arrogante. Demasiado confiante. Demasiado convencida. Demasiado apaixonada por aquilo que não devia ser. O pior de tudo é que a dor, a cada dia que passa, fica mais forte e eu já não sei como a suportar.

Passado

Guardei o passado numa caixa, mas era pesado demais para o enterrar...

Cada signo tem uma posição sexual! Ahah, está giríssimo


Carneiro: A mulher em cima pois gosta de assumir o controle;
Touro: Gosta de sexo que dura, por isso de lado é como se sente melhor;
Gémeos: Guerra à monotonia , por isso todas as posições são válidas;
Caranguejo: tímida, logo a posição tradicional;
Leão: A famosa posição 69 com troca de sexo oral ao mesmo tempo;
Virgem: Gosta de novidade, por isso algo inimaginável, é perfeito;
Balança: Em busca pelo prazer, ele por trás se faz favor;
Escorpião: Não interessa a posição, desde que esteja a sar as ordens;
Sagitário: Sentada sobre ele com o tronco inclinado;
Capricórnio: É uma amante directa e simples, logo ele por cima;
Aquário: Desinibida, em pé com ele por trás, para rapidinhas;
Peixes: Criativa, gosta de estar sentada em cima dele com as pernas cruzadas.

retirado *daqui*

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

It freaks me out

Ai aulasss!

Fui hoje ver o horário e a turma. Tudo muito previsível! Tenho as tardes toooodas livres, o que é excelente. Quinta feira lá vamos nós para a apresentação e sexta Matemática A às 8.15h. Ahh essa é outra, agora entramos às 8.15h e não às 8.30h. 15 minutos de manhã fazem muita diferença! Esse talvez seja o único ponto negativo que tenho a apontar... De resto está tudo muito bem assim. Lá vamos nós para o final year!

Boys are all the same

If there's a boy who doesn't hurt a girl... Well, I haven't met the exception yet.

Andy Whitfield morreu


Fiquei em choque quando vi hoje esta notícia aqui no IMDB. Eu sabia que o rapaz tinha cancro (linfoma), mas sempre pensei que fosse capaz de ultrapassar a doença. Adorei a actuação dele na série Spartacus: Blood and Sand e por isso ainda com mais pena fico de não o poder voltar a ver actuar no pequeno ecrã. Era um homem lindo, muito bom actor e ainda muito novo - deixou-nos com apenas 39 anos... RIP Andy.

Aniversário das celebridades #5


Paul Walker, fazes hoje 38 anos e transpiras beleza por todos os poros!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Despedida das férias

Ontem o evento da Vogue foi giríssimo. Foi a primeira vez que fui e tenciono ir para o ano, caso se repita. Infelizmente não aproveitei os saldos; comprei uma camisola de meia estação cor de rosa velho na Bershka e um perfume de bolso na Zara. Nenhuma destas lojas tinha desconto, contudo, lojas como a Pull and Bear, Stradivarius, Perfumes&Companhia, Blanco, entre outras, tinham descontos de 20% a 25% durante o decorrer do evento. Foi pena as lojas onde fiz compras não terem, mas enfim, azar. Deram-me ainda um conjunto de limas da Sic Mulher muito fofas e um kit da Bershka com pins e um espelho pequeno. Havia muita música, muitas bebidas, muita animação, bolinhos e bolachinhas super queridas, dança e etc. Quem não foi, perdeu, sem dúvida, uma grande festa. Tive ainda o prazer de ver algumas figuras conhecidas, de momento lembro-me de vários concorrentes do Achas Que Sabes Dançar, da Ana Salazar...
Hoje vou a um jantarzinho de turma que organizaram e amanhã Algarve comigo. Vou passar o fim de semana nas praias algarvias para me despedir definitivamente do Verão, já que no próximo fim de semana estarei oficialmente em aulas. Assim sendo, vou para os lados de Portimão para dar os últimos retoques no bronze. Segunda-feira estou de volta.

Aniversário das celebridades #4


O charmoso Hugh Grant completa hoje 51 anos! Eu sou apaixonada pela performance dele no Notting Hill...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A saudade é um hábito


A saudade é uma coisa relativa. É óbvio que eu tenho saudades. É evidente que, a cada dia que passa, mais falta sinto de tudo o que me davas e de tudo o que ficou para dar. Contudo, digo com tristeza que tudo se resume a um hábito. Assim como um velho se habitua a viver com dores crónicas nas articulações, com dias melhores e outros piores, com dias de sufoco e outros mais calmos. Tal como ele consegue superar o dia-a-dia e encarar a aurora que sucede a anterior, assim eu vivo. Não que não doa, porque dói. Não que não fira, porque fere. Não que não haja dias em que não me apeteça sair da cama e ficar ali deitada à espera que a dor acalme. Há dias em que custa muito, há dias em que custa pouco, há dias em que me tento esquecer do quanto custa. Porém, a saudade é dos sentimentos que mais me entristecem. É a saudade e a impotência que tenho face a ela. É verdade que a vida demasiado curta para tantas lamentações, para pensar sequer nestas coisas e para trazer ao de cima este dissabor que me vai corroendo o sorriso e a alegria. Mas não consigo evitar. Tudo está assim e tudo ficará assim. Porque mesmo que eu queira, há coisas que infelizmente nunca mudarão. Eu não sou pessoa de voltar atrás, mas sei colocar o meu orgulho de lado, quando é impreterível que o faça. Eu prezo o meu orgulho. Se não o ponho de lado é porque considero que o meu mal-estar é suportável. Na verdade, eu sou feliz. Não sou completa, mas feliz. E apenas assim o sou, porque sou capaz de viver com o que me tiraste. Sou capaz de te ver cortar-me a alma aos pedaços e ficar a assistir. E sou capaz de ultrapassar as barreiras que tu me colocaste pela frente. Eu sei que desta vez é uma ida sem regresso a casa. Mas sabes que mais? Não estou contigo fisicamente, mas estarei sempre em alguma parte de mim, e isso, por agora, é consolo que chegue.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Cause I do

Do amor ao ódio


Talvez só nos marque aquilo que tem de ser marcado. As tatuagens que a vida nos faz, magoam, mas fazem parte de nós. Cada uma, à sua maneira, conta uma história, um evento que nos fez crescer, que nos ensinou algo novo, que provou ser importante ao ponto de não ser esquecido. Há coisas que por muito que tentemos, não nos conseguimos recordar. Talvez por não sabermos que essas mesmas coisas não eram uma banalidade, mas algo que se viria a ostentar fulcral. Todos se lembram do primeiro beijo com a pessoa que realmente amaram, mas poucos se recordam do último. Provavelmente por não saberem que aquele seria o último beijo. Nunca há grandes motivos para algo começar; a beleza pode atrair, o interior conquistar, contudo o verdadeiro porquê é um mistério que sustenta algo que se começa a revelar mágico. As razões para acabar costumam ser mais evidentes. É ambígua a forma como o amor e o ódio se acompanham. A linha que os separa é tão frágil que nós próprios nos surpreendemos como conseguimos passar de um lado para o outro tão facilmente. Tenho para mim que, na maior parte das vezes, o ódio deriva do amor. Só quem amou alguém com toda a sua alma consegue sentir o oposto. Há sempre aqueles parasitas da sociedade que existem para azucrinar a vida de cada um. Pessoas que nos chegam a tirar do sério e até a enraivecer. Todavia, o sentimento que despoleta a fúria e o ódio, provem da mesma chama que deu origem ao amor e à paixão. Só quem fez de nós os seres mais felizes nos pode tornar nas criaturas mais miseráveis. Só quem nos dá tudo, nos pode deixar sem nada. Só quem nos faz sentir amados, nos pode fazer sentir odiados. Só quem significa uma vida, pode significar um abismo.
Os arrependimentos são desnecessários, e eu de facto não me arrependo. Como já li uma vez "don't regret something that once made you smile". Os contratempos fazem parte, eu já estou habituada. Só gostava que, de uma vez por todas, viesse algo para ficar. Algo que não se desmoronasse com uma rajada de vento mais forte. Algo realmente puro, único, sem interesses, sem competições e sem falsidade. Algo que surgisse do nada e se transformasse em tudo. Algo meu, algo teu, algo apenas e somente nosso.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011