quinta-feira, 31 de março de 2011

quarta-feira, 30 de março de 2011

Desistir ou insistir


As coisas vêm e vão sem nos darmos conta. Não é difícil não desistir, basta alimentar a chama, dar voz aos sentimentos, iluminar as noites escuras, agarrar-nos à corda com força. O verdadeiro guerreiro é aquele que tem coragem de a largar, de se submeter às adversidades que tem pela frente e de não se entregar ao comodismo de uma luta com guerra perdida. São as pequenas batalhas que ganha durante a dita guerra que fazem o "medidor de esperança" disparar, mas após alguns dias volta a a descer e o comodista fraco apercebe-se que tudo não passou de um pequeno nada, de um insignificante nada, de rigorosamente n-a-d-a. A chave para o sucesso está em desistir quando é tempo e não deixar que a mão fique tão presa à corda que mesmo quando sujeita a rajadas de vento devastadoras insiste em não a largar. Desistir daquilo que se ama é o mais difícil que alguém pode alguma vez fazer.

The Killers - Mr. Brightside

Just with you

terça-feira, 29 de março de 2011

Estimada professora de Físico-Química, reforme-se

Há testes mais difíceis e há testes mais fáceis, isso é perfeitamente aceitável, agora haver testes com matéria que se dá e matéria que NÃO se dá, é estúpido. Foi o que aconteceu no passado teste de Físico-Química. A stora diz que vem até à página x e sai a página y. Perfeito, não é? Não. Já no 1º período havia duas opções e a opção certa era uma que não se encontrava no teste, mas claro, nós é que temos de pensar, a culpa não é da professora, jamais em tempo algum!
Se querem ter stores assim a trabalhar eles que dêem aulas ao básico, agora lixar o pessoal do secundário cujas notas irão influenciar a vida futura é completamente surreal.
E pronto, já expressei a raiva.

No one konws, but everyone feels

Rain


Ontem, quando saí da escola, estava a chover a potes! Eu não tinha chapéu, nem gorro, nem capuz, nem nada, portanto apanhei uma molha descomunal. Mas soube tão, mas tão bem levar com chuva na cara... Aos anos que eu já não estava assim, completamente desprotegida e a apreciar os pingos de água doce. Foi bom, mesmo bom.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Viver de memórias


Chegou a altura de rasgar as fotos, destruir as cartas e eliminar os pensamentos. A espera tem um momento em que expira e a minha expirou. Não sei se ficarei melhor, mas pelo menos sei que tentei ficar. Antes disso enviar-te-ei a última carta, a última carta já escrita há alguns meses e guardada numa esperança quase devastadora. A esperança foi a minha destruição, o acabar de uma série de sonhos que residiam em mim. De que vale viver a olhar para uma foto? De que serve reger a vida segundo linhas escritas em momentos de paixão ardente? Será que estar sempre com uma música na cabeça alimenta um amor ou vai corroendo o que temos? O tempo não volta atrás, e o que está para a frente infelizmente não sabemos. A minha vida já deu voltas e mais voltas, mas se nunca parou em ti após todo este tempo é porque não voltará a parar. É bom saber que foi bom e melhor ainda saber que não desejo que volte a ser.

domingo, 27 de março de 2011

O amor de uma vida

Ela não considerava indispensável vê-lo. Sentia-o nas linhas e entrelinhas que escrevia, conseguia inclusivamente cheirar o seu perfume, e sentir as mãos molhadas de suor na sua pele enquanto o rosto dele pairava na sua mente. Era mais bonito assim. Há histórias que começam do nada e acabam do nada. Aquela começou de tudo e ela esperava que acabasse com tudo de bom, e que aqueles anos de separação e saudade fossem compensados com um beijo fervoroso, cheio de desejo e amor. Cheio das duas almas que se encontraram no dia em que ele cruzou o seu olhar com o dela. Viveram longos meses mágicos, mas a separação emudeceu os seus corações e o sangue vivo que corria pelas veias e banhava os seus corpos tornou-se sombrio, como que alimentado por uma espécie de medicamento que não os deixava morrer, mas também não os curava. A cura era o reencontro, e o reencontro parecia tardar.
Para ela era certo ficar com ele. Para ele era certo ficar com ela. Por mais cartas que trocassem, tinham sempre mais algo para dizer, uma novidade para contar, viviam quase casados em mundos diferentes - ele na guerra e ela em Paris, junto da sua mãe. Ela tinha quase tudo. Ele não tinha quase nada. Mas juntos, juntos tinham o mundo, porque o mundo era o amor que os ligava.
O que fariam se uma pessoa viesse a mudar tudo? O que fariam com uma carta falsa? Falsa como a que Matilde recebeu de Tiago. A letra era igual. A assinatura era a mesma. Apenas as palavras eram diferentes. Esta carta dizia que tinha encontrado alguém quando voltou da Alemanha para Portugal e que estes anos de espera lhe foram destruindo o coração. Por sinal, esta moça, a Ana, tinha aquecido o seu corpo naquele dia de vento frio. A verdade é que o coração sempre teve um leve cobertor que o cobrisse nos dias de neve, de chuva, de trovoada, quando mais nada o animava. Mas o seu corpo, esse permaneceu gelado e embebido em vazio. Foram muitos anos de espera, muitos anos de tentativas para, no final, não conseguir aguentar o facto de não a ter. Decidiu seguir e esperava que ela o compreendesse. Quando acabou de ler a carta que abalaria com a sua vida, Matilde chorou, chorou muito, mas acabou por esboçar um sorriso pensando que se ele estava bem, ela estaria bem. Afinal de contas, apesar de não sentir o mesmo, tudo o que ele disse fez sentido... Seguiu em frente, e seguiu com o tal Jean que sempre a apoiou. Um rapaz bem parecido, de boas famílias, influente e que a amava acima de tudo. Ela convenceu-se de que Tiago estaria bem ao lado de Ana e casou-se com Jean. Mudou de casa passado pouco tempo, para um apartamento nos arredores de Paris. Não se sabia bem porquê, nunca quis constituir família com o homem com quem casou.
Tiago permaneceu intacto, esperando a resposta a uma carta enviada há mais de três anos atrás. Não percebia o porquê de ela ter deixado de lhe responder, de tudo o que haviam construído ter sido deitado por terra, mas permaneceu ali, sozinho e acorrentado ao amor da sua vida. Ia pedir informações aos correios, enviava cartas para todos os locais e mais alguns de Paris com o fim de encontrar Matilde, mas nunca mais obteve notícias dela. Desesperado, juntou dinheiro para a ir ver a Paris. Era um homem pobre e humilde, que teve de trabalhar dia e noite para conseguir amealhar uns escudos para ir ter com ela à grande cidade. Mas conseguiu, fê-lo e encontrou-a. Encontrou-a sentada algures num café de uma esplanada com um homem requintado. Exitou, mas conseguiu olhar para o anelar da mão esquerda, onde uma grossa aliança de ouro branco com um diamante reluzia brilhante naquele dia de sol. A réstia dúvida foi entretanto confirmada com um beijo caloroso entre os dois. Matilde tinha casado, tinha esquecido todas as cartas e promessas, e beijos telepáticos trocados, e até aquela noite na qual fundiram as suas almas ainda em jovens. Matilde, a mulher da vida dele, estava com outro homem. Quanto mais pensava, mais farpas pareciam espetar-se no seu coração, mais o sangue gelava e mais o corpo se retorcia de ódio, raiva, mas sobretudo de mágoa por ter perdido aquela que imaginava como futura mulher.
Não se conteve e num acto irreflectido dirigiu-se para ela. Hesitou em tocar-lhe no braço, eventualmente notaria que estava alguém atrás de si e voltar-se-ia para trás. Assim fez.
Matilde petrificou quando o viu, mas rapidamente retomou um sorriso e perguntou calmamente:
- Por aqui... Tu... - balbuciava - Vens com a Ana?
Reparou nos olhos dele cheios de água e num lacrimejar quase sufocante.
- Ana? - indagou.
- A tua mulher.
Tiago não percebeu a pergunta e disse que tinha estado todo este tempo à sua espera, mesmo depois de não ter notícias suas durante mais de três anos e que agora a encontrava ali, casada.
Jean não interveio, ficando perplexo com a atitude dele. Com o facto de ter esperado por ela durante tanto tempo e, por fim, admitiu que fora ele quem escreveu a fatídica carta e quem manipulou a chegada de todas as outras que se seguiram.
Tiago e Matilde não disseram nada. Limitaram-se a sorrir, como que aliviados e libertos ao fim de tantos anos de ausência. Limitaram-se a sorrir. Um sorriso que disse tudo.

Amores passados

O amor não tem um significado certo, tem? Depende do que cada um assume como amor. Os sentimentos existem, mas podem ser ou não expressos, podem ser bem ou mal demonstrados, podem inclusivamente dizer o contrário do que queríamos passar. Cada pessoa é uma pessoa e cada amor é um amor. Acredito que não há dois amores iguais, tal como não há duas pessoas iguais. O erro está precisamente em procurar uma pessoa igual à anterior pela qual nutramos sentimentos iguais aos de um amor passado. Considero impossível. Quando mais buscamos noutra pessoa a pessoa que perdemos, mais diferenças vamos encontrar, mais comparações vamos fazer, mais nos deprimimos quando chegamos à derradeira conclusão de que o amor antigo está morto. A tentativa de ressuscitá-lo com investidas em busca de algo semelhante, só nos leva a um ciclo vicioso que se repetirá continuamente até percebermos que realmente o que foi não voltará a ser. Esquecer pode ser um processo demasiado doloroso, mas tentar conquistar o impossível só gera mais sofrimento, mais dor e uma depressão tão profunda quão profundo foi o amor que continuamos a procurar incessantemente...

sábado, 26 de março de 2011

In love

Histórias de Amor


Será que cada um tem a sua? Será que até mesmo o mais solitário dos Homens tem, guardado no seu íntimo, uma paixão fervente trancada a sete chaves?
Há coisas sobre as quais me questiono, e esta é uma delas. Até que ponto é que temos a possibilidade de encontrar o nosso verdadeiro amor? Até que ponto é que ele está na nossa terra, no nosso país, no nosso continente? Até que ponto poderemos ter a certeza de que a nossa pessoa é "aquela" pessoa? Não uma qualquer, mas "aquela". Eu acredito que cada um de nós tem uma pessoa destinada a si, apenas acho que a maioria de nós não está com essa pessoa. Ou porque o caminho não o permitiu, ou porque nunca nos cruzamos, ou porque cruzamos e ignoramos, não sabendo que quem estava ali seria a nossa cara metade. A meu ver existem dois corações que se encaixam, duas mentes que se compreendem, dois corpos que se entrelaçam com uma perfeição que traduz a força de um amor genuíno, puro, único, simples, nosso, true. Porém, se virmos as coisas assim, parece demasiado difícil encontrar essa dita pessoa de entre todas as que existem no mundo, e talvez a Margarida Rebelo Pinto tenha razão e o amor seja uma coisa simples, na qual o que torna um rapaz, o rapaz nos nossos sonhos, é o facto de ele o querer ser. Mas desta forma parece que o amor é uma coisa demasiado básica. Apesar de ser inerente ao ser humano, é uma magia. E descobrir o truque por detrás dela é o mais complicado.

Amei-te e por te amar

Amei-te e por te amar

Amei-te e por te amar
Só a ti eu não via...
Eras o céu e o mar,
Eras a noite e o dia...
Só quando te perdi
É que eu te conheci
...

Quando te tinha diante
Do meu olhar submerso
Não eras minha amante...
Eras o Universo...
Agora que te não tenho,
És só do teu tamanho.
(...)
                                                                                                                                    - Fernando Pessoa

terça-feira, 22 de março de 2011

9 características de um mau parceiro

Eu concordo invariavelmente!! E juntava aí uma décima coisa "Perde a paciência durante as TPM!!"

1º Sinal que é um mau parceiro: Detesta as coisas que você quer fazer;

2º Sinal que é um mau parceiro: Não gostam dos amigos um do outro;

3º Sinal que é um mau parceiro: Mente constantemente;

4º Sinal que é um mau parceiro: É um “parasita”;

5º Sinal que é um mau parceiro: Não quer experimentar coisas novas;

6º Sinal que é um mau parceiro: Está sempre a corrigir os seus erros;

7º Sinal que é um mau parceiro: É hipersensível às críticas;

8º Sinal que é um mau parceiro: É um menino da mamã;

9º Sinal que é um mau parceiro: Olha para outras mulheres;


*Retirado daqui*

segunda-feira, 21 de março de 2011

Boa pergunta

Desastres a nível global


Ainda aqui não tinha falado na catástrofe que aconteceu no Japão. Falámos sobre o assunto na aula de inglês, vimos vídeos e imagens da BBC, pesquisámos, explorámos e tudo e mais alguma coisa. Aquele tipo de desastre natural afecta-me particularmente, daí o meu "silêncio". Sinto-me insignificante perante a força da Natureza. Está nas nossas mãos [ou de quem governa, melhor dizendo] evitar as guerras, os conflitos e tudo o mais, mas isto... Este género de coisas como terramotos, tsunamis, cheias, nevões, tornados, furacões etc etc estão inteiramente dependentes de uma grande mistério que se desconhece. Outro facto é o de isto me parecer tudo demasiado irreal, como a stora dizia "an amazing film with extraordinary special effects" - tal-e-qual. Nunca vivenciei nada que se assemelhasse a uma catástrofe desta envergadura, portanto, para mim, isto parece que fica subjacente ao irreal, àquelas coisas que acontecem nos filmes e nos ficamos "woooow, que efeitos...".
Abordando o tema de outro prisma, o terramoto no Japão fez com que o eixo da Terra se movesse uns centímetros e, consequentemente, o dia ficou mais curto. Só chatices! Mas que todos os males fossem esse e não o terror que os japoneses devem estar a viver...

Caminhos acidentados


Já todos tivemos aquela sensação de "sei que estou a ir mal, mas vou na mesma", não já? Aquela mesma sensação de impotência e de inquietude que nos leva a enveredar por estradas desconhecidas, enganadoras e muitas vezes perigosas. A verdade é que continuamos a percorrer os trilhos mais acidentados, as ruelas mais estreitas e as estradas mais íngremes sem sabermos bem porquê. Simplesmente acreditamos. E acreditar é o primeiro passo para conseguir, ou pelo menos para tentar. Chegamos a um ponto que já não nos lembramos do caminho para voltar para trás - sabemos por onde tudo começou, lembramos uma pedra ou uma árvore, ou um passarinho que nos cantarolou ao ouvido, mas o caminho de volta para o que éramos, esse perde-se ao longo do tempo. É até possível saber todos os detalhes de como fomos parar a determinado sítio, porém a nossa coexistência com o factor tempo é determinante para não podermos recuperar o tempo perdido. Inocentemente achamos que o recuperamos, mas nada nem ninguém nos volta a oferecer os preciosos segundos que desperdiçámos a percorrer um caminho que já sabíamos previamente que iria ser desastroso. No entanto, a resolução não está em baixar os braços e em sentarmo-nos à espera que alguém nos levante, mas em erguer a cabeça e encarar os erros. No final importa atingir que "da próxima vez não vou por ali".

Primavera!


És muito bem-vinda! Espero que não venhas só de nome e que tragas contigo as flores, o sol, a brisa abafada, os nuvens brancas, o céu claro... Podes deixar lá onde estavam as alergias e essas mariquices todas que vêm de encosto às coisinhas maravilhosas com que nos presenteias. Fica por muito tempo e que o teu sucessor permaneça para sempre!! [I wish] Vamos lá Verão, já faltou mais!

sábado, 19 de março de 2011

Valha-me isto...


Estou chateada, irritada, cansada, rabugenta, com teste de Matemática A e Físico-Química para a semana e o mundo está mesmo de pernas para o ar. Boa notícia: Comprei o primeiro pacote de amêndoas com recheio de chocolate deste ano e ele já foi quase todo. Sabe tão bem!! É a única coisa boa, unf.

A beleza



Conversa de intervalo

J: Porque é que há mais pessoas feias que pessoas bonitas?
C: A beleza é relativa...
J: Sim, verdade, o que é feio para mim, pode ser bonito para outra pessoa.
C: Exacto. E se aos olhos de cada pessoa houver uma pessoa bonita, então o mundo é feito de pessoas bonitas! Que poético...

[mas é mesmo!]

Estou indignada

E pronto, acabou de uma pessoa me invadir a casa com os censos. Fazemos o questionário e pronto. Direito a escolher? Liberdade? Livre arbítrio? Não há. É assim porque eles querem e a vontade de cada um que se lixe! Pelo amor de Deus...

Dia do Pai

Para os mais esquecidos, hoje é dia 19 de Março, Dia do Pai! Dêem uma valente beijoca nas bochechas dos papás e uma prendinha. Eu já dei uma ao meu, um cinto que ele precisava, ele gostou. Coisas simples e úteis.
Deixo agora fotos alusivas a todos os pais.









Pensamento:

«Sometimes the hardest thing and the right thing are the same.»

sexta-feira, 18 de março de 2011

Pedido ao Jesus:

Já que já desististe do Campeonato Nacional, vê se fazes alguma coisa na Liga Europa, nós ficávamos todos muito felizes, sim? Obrigada pela atenção.

Nós&música


Ai isto acontece-me tantas vezes!!

Sondagem Nº 13 - O que preferes, livro ou filme?


A boa notícia é que, de uma maneira ou de outra, todas as pessoas se interessam ou por cinema ou por literatura, visto que a opção "Não gosto de nenhum" não teve qualquer voto. Houve um empate com 22% das votações para as opções "Ler um bom livro" e "Não consigo escolher entre ambos". A alternativa com mais de metade da votação total (54%) foi "Ver um bom filme". Ao que parece os livros são pequenos tesouros muitas vezes trocados por filmes [que são também tesourinhos!]. Pessoalmente, eu prefiro ver um filme. Não que não goste de ler, porque gosto, aliás, sempre que li um livro e vi os respectivo filme, preferi sempre as letrinhas, mas é uma questão de disponibilidade. Um filme que demora duas horas a ver, corresponde um livro que demora um mês a ler, portanto por vezes, a falta de tempo leva-nos a optar pelo mais fácil e neste caso, um filme.
Queria só acrescentar que penso que os livros estão a perder-se cada vez mais na nossa sociedade contemporânea e não há nada como ler o que as personagens sentem. Nunca, em nenhum filme, por melhor que seja o actor, conseguimos perceber com a certeza absoluta o que vai dentro dos seus corações...

In Batman, they say:

«You Either Die a Hero, or Live Long Enough To See Yourself Become the Villain.»

E está dito.

quinta-feira, 17 de março de 2011

The heart

Pessoas&Pessoas

Há pessoas muito expressivas, eu sou uma delas. Coisas como "gosto muito de ti" e "és mesmo querido/a" fazem parte do meu dia a dia, mas reconheço que nem toda pode ser assim. Hoje tive uma pequena conversa que para mim significou muito.
J: Oh avô, gostas muito de mim?
A: Eu gosto de vocês todos...
J: Sim, mas de mim, gostas muito de mim?
A: Se não gostar muito de vocês de quem é que havia de gostar?
J: Então porque é que nunca dizes que gostas muito de mim?
A: Essas coisas não precisam de se dizer...
J: Precisam sim... Diz lá que gostas muito de mim.
A: 'Tabém, gosto muito de ti.

E aquele "gosto muito de ti" foi mais importante do que todos os "gosto muito de ti" juntos, e tenho a certeza absoluta que nunca vou esquecer aquela conversa nem a primeira vez que, em 17 anos, ouvi um "gosto muito de ti" daquela boca...

Escolhas

Algures no filme Tróia, a mãe do Aquiles disse-lhe algo do género:

«podes ficar aqui a viver uma longa vida e constituirás família, serás amado até ao momento da tua morte e recordado pelos teus filhos e netos e quem sabe bisnetos, mas depois serás esquecido. Ou então podes ir para Tróia onde morrerás dentro de semanas, mas serás lembrado para sempre.»

Aquiles escolheu ir para Tróia e o que é facto é que o nome dele ainda hoje entoa por todo o lado...

segunda-feira, 14 de março de 2011

Segundas-feiras


É sempre terrível acordar à segunda feira, especialmente quando se acorda para ler Os Maias que se deveria ter lido no Verão passado... Agora que já passou o teste e a obrigação de ler, admito que me cresceu uma enorme vontade de ler o romance todo, do princípio ao fim! Não é que eu já não o saiba todo, porque sei; para trás e para diante acho que já li aquilo praticamente tudo, mas a verdade é que quero mesmo ler a obra na íntegra e pela ordem suposta, t-u-d-i-n-h-o. Adiante, não sei se isto acontece com vocês, mas depois de um terrível acordar e de um ódio monumental, as minhas segundas-feiras passam sempre num abrir e fechar de olhos! Ainda nem jantei e já me estou a ver amanhã às 8.30h da manhã a dar duas [ou três!] voltas à escola em Educação Física. Dear life, slow down, please!!

domingo, 13 de março de 2011

Friends & best friends

I don't know who I am


Mesmo tendo tudo o que supostamente preciso, sinto-me vazia. Não é uma sensação momentânea; todos os dias sinto que falta um pedaço de mim que anda perdido algures. Há uns tempos deixei de o procurar, pensei que se calhar conseguia viver sem essa pecinha que me parecia um acessório e não uma prioridade. Pelos vistos enganei-me, e é nestes dias, em que passo o dia a estudar, dividida entre o bolo de brigadeiro, a televisão e a Biologia que esta sensação se acentua. É como se o meu sorriso apenas escondesse uma lágrima que quer incessantemente dar de si. Quando me olho ao espelho não vejo aquela rapariga alegre, determinada, confiante e apaixonada que sempre fui, mas uma corpo que deambula sem destino. Já não contrario as brisas, vou para onde elas me levam. A força de vontade que eu tinha, aquele brilho no olhar, o sorriso doce, tudo isso parecem puras memórias. Memórias de quem não quer ver as coisas como elas são.
Sei que preciso de algo, mas não sei que "algo" é esse. Será que sou a única? Ao fim de tanto tempo acho que não me conheço. Ao longo deste caminho, penso que deixei para trás coisas irrecuperáveis, coisas essas que não me deixam conhecer-me. 
Estou chateada com a vida, mas foi ela a primeira a chatear-se comigo.

Basta olhar para ti


Às vezes basta-me ficar assim, a olhar para ti. Não preciso que saibas que continuo aqui, intacta, serena, à tua espera. Gosto apenas quando os nossos olhares se cruzam por ténues segundos e quando tu continuas a percorrer a Natureza com o teu olhar, algo de manda voltar para trás e ficamos ali, os dois, só os dois. Até tu pensares "conheço-a de algum lado, mas não sei de onde". E aí a tua cabeça volta a girar e os nossos olhos perdem o contacto. Eu digo baixinho "foi uma vez, num sonho..." e por momentos acho que me ouviste. E mesmo que seja ilusão, e não me ouças, não me sintas, nem sequer penses em mim... que importa? Eu estou aqui e tu estás aí, mas um dia estaremos juntos.

Charles Baudelaire diz:

«O amor é um crime que não se pode realizar sem cúmplice.»

Love n' music

sábado, 12 de março de 2011

O nosso coração


Precisamos de amor. Sim, é um facto. O nosso coração busca sempre um consolo nos dias tristes, um resguardo nos dias de chuva, um apoio quando tropeça, uma palavra amiga quando se magoa, e procura ter um outro coração que também bata por si, também procure o seu consolo, também sirva de seu resguardo, também seja o seu apoio, também lhe possa dizer uma palavra amiga. Todos os corações buscam não só amar como também ser amados. Querem estabelecer uma relação de simbiose, na qual os dois dão o mesmo contributo em prol do bem estar deles e dos seus donos. Não escolhem quem amam, é uma verdade. Se escolhessem, talvez fosse tudo mais simples. Mas tal como não escolhemos nascer em determinada família, não os podemos culpar por se apaixonem pela pessoa errada. Ao fim ao cabo são os nossos olhos que vêem e gravam, o nosso nariz que cheira e vicia, os nossos lábios que provam e elegem, as nossas mãos que tocam e não se desprendem. O pobre coração limita-se a não pensar, também não o podemos obrigar a fazê-lo se até nos há alturas em que não pensamos, ou pensamos mal. Se ele se apaixonou, que se apaixone. Se nos magoar, que magoe. Nós sabemos que os culpados fomos nós. Que se não tivéssemos cruzado o olhar, o coração, só por ele, não se iria entregar. Fazemos inconscientemente com que ele se dê de mão beijada. Por vezes conquistamos, mas outras perdemos. O coração recompõe-se e novos cruzares de olhar, novos cheiros, novos sabores e novas texturas interpelar-se-ão no nosso caminho. É como um ciclo vicioso do qual não conseguimos sair. O coração dá-se e dá-se, até achar que está na altura de ficar por ali. E se ele ficar por ali? Aí temos a certeza que ele encontrou o seu coração-metade.
Nada mais simples do que o amor.

Geração "à rasca"

Hoje está a haver uma manifestação com base na situação actual da nova geração que se vê já com mestrados e no desemprego! Acho muito bem que se façam manifestações, mesmo que não nos levem a lado nenhum, mostramos o nosso descontentamento com a realidade contemporânea.


Esta música ilustra na perfeição o nosso estado actual. E esta passagem "Que mundo tão parvo onde, para ser escravo, é preciso estudar" diz t-u-d-o.

Diz "não" à homofobia #4

sexta-feira, 11 de março de 2011

Curiosidades sobre o sexo #1

1. Na Grécia antiga, pénis pequenos e erectos eram admirados pelas mulheres, enquanto que os grandes eram considerados antiestéticos.
2. Durante a Idade Média, acreditava-se que tanto os homens como as mulheres produziam espermatozóides.
3. O castigo para adultério na Roma dos césares era a amputação do nariz.
4. Na Inglaterra, até 1884, uma mulher podia ser presa por negar sexo ao marido.
5. Na antiga Babilónia os homens ofereciam as suas esposas como pagamento por serviços prestados.
6. Data de Dezembro de 1953 a primeira edição da revista Playboy. A publicação, com Marilyn Monroe na capa, custava 50 centavos de dólar.
7. Dizem que o o faraó Rameses II teve 160 filhos.
8. Na Idade Média, segundo a igreja católica, o sexo só deveria ser praticado como forma de procriar. Os religiosos da época advertiam ainda que não se deveria estimular o prazer durante o acto.
9. Na época vitoriana as mulheres menstruadas eram tratadas como doentes e obrigadas a permanecer na cama durante o período de menstruação.
10. Uma emissora de televisão de São Franciso, nos Estados Unidos, foi a primeira a colocar no ar um anúncio de preservativo. Aconteceu em 1987.
11. O sexo oral é considerado ilegal nos estados norte-americanos do Arizona, Flórida, Minesota, Lousiana, Carolina do Norte e do Sul, Utah e Virginia.
12. Durante 100 anos a Igreja Católica só admitiu a posição sexual convencional.
13. Até 1972 a homossexualidade era considera doença mental nos Estados Unidos.
14. Teodora, antes de casar-se com o imperador Bizantino Justiniano I, era prostituta.
15. Em 1996, os norte-americanos gastaram 8 bilhões de dólares com material pornográfico.

Hoje estou cansada


Cansada porque fiz dois testes. Cansada porque é sexta feira. Cansada porque só me apetece dormir. Cansada porque tive uma semana de estudo. Cansada por saber o cansaço que será o fim de semana. Cansada porque vou ter Intermédio de Biologia na quinta feira. Cansada porque vou ter teste dos Maias na segunda feira. Cansada porque só me apetece fazer nada. Cansada porque sei que vou ter de ir estudar. Cansada porque as pálpebras querem fechar-se e eu mantenho-as abertas. Cansada por tudo e mais alguma coisa! Mas feliz.

Pior do que...

... acordar cedo numa segunda-feira é acordar cedo no 1º dia depois das férias! Aiii, terrível!

A Troca


Foi o meu filme de ontem à noite. Deixou-me muito perturbada e quando digo muito, é mesmo muito! Tinha, como já referi aqui, aquele filme guardado nas minhas gravações quando passou na TVI lá para os meados de Dezembro e ontem, por obra e graça do espírito santo, decidi vê-lo. Não vou contar pormenores, se não perdia a piada toda, só posso dizer que a Angelina está perfeita. Encarnou a personagem dela de mãe desesperada que faz tudo por um filho na perfeição. Este filme também aborda um pouco o abuso de poder por parte da polícia e dá uma grande moral no fim de tudo. Vão aperceber-se que com o desenrolar do filme, o mais importante é feito, independentemente de ela ficar com o filho, ou não.

P.S. Como é que o filme poderia não ser excelente sendo dirigido pelo Clint Eastwood?

quinta-feira, 10 de março de 2011

Leiam, faz-nos pensar

It will take just 37 seconds to read this and change your thinking. 


Two men, both seriously ill, occupied the same hospital room. 
One man was allowed to sit up in his bed for an hour each afternoon to help drain the fluid from his lungs.

His bed was next to the room's only window. 

The other man had to spend all his time flat on his back. 
he men talked for hours on end. 

They spoke of their wives and families, their homes, their jobs, their involvement in the military service, where they had been on vacation..


Every afternoon, when the man in the bed by the window could sit up, he would pass the time by describing to his roommate all the things he could see outside the window..


The man in the other bed began to live for those one hour periods where his world would be broadened and enlivened by all the activity and color of the world outside.

The window overlooked a park with a lovely lake. 

Ducks and swans played on the water while children sailed their model boats. Young lovers walked arm in arm amidst flowers of every color and a fine view of the city skyline could be seen in the distance.

As the man by the window described all this in exquisite details, the man on the other side of the room would close his eyes and imagine this picturesque scene. 

One warm afternoon, the man by the window described a parade passing by.


Although the other man could not hear the band - he could see it in his mind's eye as the gentleman by the window portrayed it with descriptive words.

Days, weeks and months passed. 
One morning, the day nurse arrived to bring water for their baths only to find the lifeless body of the man by the window, who had died peacefully in his sleep. 
She was saddened and called the hospital attendants to take the body away. 

As soon as it seemed appropriate, the other man asked if he could be moved next to the window. The nurse was happy to make the switch, and after making sure he was comfortable, she left him alone.

Slowly, painfully, he propped himself up on one elbow to take his first look at the real world outside. 
He strained to slowly turn to look out the window besides the bed.
 
It faced a blank wall..


The man asked the nurse what could have compelled his deceased roommate who had described such wonderful things outside this window.

The nurse responded that the man was blind and could not even see the wall. 
She said, 'Perhaps he just wanted to encourage you.' 

Epilogue: 

There is tremendous happiness in making others happy, despite our own situations.


Shared grief is half the sorrow, but happiness when shared, is doubled.

Queremos sempre mais


O ser humano busca o que não é fácil alcançar. Em tudo. Ou pelo menos inconscientemente fá-lo. Se conseguimos um 15, queremos um 17. Se temos 20 camisolas achamos que 21 é que é o número ideal e quando temos as tais "21 camisolas ideais" iremos querer mais uma e outra e outra e outra. Desde a mais gorda e feia, à mais esbelta e bonita, todas idolatram o Brad Pitt (ou qualquer outro gato de Hollywood), porque mesmo que não possam ter, gostam de sonhar, de querer sempre mais e melhor.
Chega a um determinado ponto que nos apercebemos que temos de parar. Assim como sabemos que a água entra em ebulição aos 100ºC, o nosso corpo também chega a um ponto de desgaste que não consegue "ferver" mais. Resignarmo-nos com o que temos não é estagnar nem parar de evoluir. É apenas começar a dar valor a pequenas coisas. A pensar em quem tem menos que nós. É, sobretudo, aceitar que o que uns têm e é perfeito para eles, pode não ser o perfeito para nós.
Acho que a nossa sociedade perdeu um pouco o controlo e quer sempre subir mais um patamar, no matter what it costs. Às vezes é mesmo imprescindível pôr o pé no travão para não embater contra uma parede. Não se trata de desistir do que é melhor, mas de avaliar se o que consideramos ser melhor, é o melhor para nós ou o melhor para mostrarmos àqueles que nos rodeiam.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Gandhi diz:

«No mundo há riqueza suficiente para satisfazer as necessidades de todos, mas não para alimentar a ganância de cada um

É pena a distribuição da riqueza ser tão heterogénea, é mesmo...

Já nos vamos desentender...

Agora não consigo publicar as coisas no facebook porque isto não me deixa, dá erro! A nossa relação ainda é tão recente e já começas a chatear-me a cabeça...

Inception


Andava para ver este filme há imenso tempo e finalmente hoje, como despedida das mini férias de Carnaval, decidi vê-lo. Está fantástico. Faz um jogo com a nossa mente absolutamente brilhante! Aconselho vivamente que vejam, não se vão arrepender.
Tomem só atenção à última imagem do filme e constatem que o pião não pára. No fim, tentem fazer esta pergunta a vós próprios "Será que conhecemos a realidade?"

P.S. O Leonardo DiCaprio está, tal como no Shutter Island, estonteante!

Há forças maiores que a força do amor


Foi o que Christian, que tinha "uma obsessão ridícula pelo amor", concluiu ao ver Satine perecer nos seus braços. Mais forte que o ciúme, que o próprio amor, há a morte.
O Moulin Rouge mostra bastante bem como amar e ser amado, apesar de ser a melhor coisa do mundo, não é o suficiente para ter uma vida completa e feliz. A Satine amava-o. O Christian amava-a. Todavia, no fim... Que é feito dessa força sobrenatural? Onde ficou a sua grandeza capaz de mover montanhas e provocar tempestades? Nada pode fazer face à tuberculose de Satine.
Juntos no amor, juntos na morte e separados por ela.

Life is... #2

terça-feira, 8 de março de 2011

Alexandre Dumas diz:

«A vida é fascinante. O que é preciso é vê-la com os óculos certos

Só é pena por vezes esses "óculos certos" andarem perdidos não se sabe por onde...

Querido * #10

Querido *,

Desisto! Não consigo, não consigo evitar escrever-te, mesmo sabendo que não me lês. Estou para aqui sem eira nem beira esperando ansiosamente que dês sinal de vida. Falei mal, pois falei. Tive razão! Ou pensas que uma mensagem às tantas da manhã, que ainda está por explicar, com aquele conteúdo super "não quero saber de ti, vai-te embora" deixa uma pessoa feliz? Não deixa, meu querido, não deixa. Até porque estava com saudades tuas e agora voltei a ficar sem notícias. Acho que ligo mais a isto que tu... corrói-me a alma pensar sequer na possibilidade de me afastar definitivamente. Só que às vezes... não sei, parece que estou melhor sem ti! Não melhor no sentido de mais feliz, mas melhor no sentido de mais calma, mais serena, mais sã. Tu fazes falta todos os dias; quando vou fazer o café da manhã, quando coloco os pratos na mesa, quando ponho a mão na almofada vazia pela manhã, quando faço lasanha para o jantar, até quando deixo de tropeçar nas peças de roupa que deixavas espalhadas pela casa. Fazes falta em todas as ocasiões, a qualquer hora do dia. Sinto-me triste, vazia, irritada sem sentido! Sinto-me como um pássaro que ganhou asas e não quer voar. Eu não preciso de voar, preciso de ti, aqui.
Estejas onde estiveres, cuida bem da tua sanidade mental, sempre massacraste o físico em prol da plenitude do teu ser. Que o faças, que o continues a fazer, mas bem... Que não seja como quando ficas quase sem ar de tanto tentares libertar endorfinas.
Fazes falta cá por estas bandas... Quando puderes, se puderes, caso queiras, passa por aqui e deixa o teu sorrisinho, isso basta-me para mais uns meses de separação.

carta de uma mulher com saudade

Isto cabe mesmo tudo cá dentro?


Quando vejo tudo o que tenho de estudar, de decorar, de saber na perfeição, quase me passo! Fico a pensar como será possível enfiar aquela porcaria toda na cabeça e a maioria das vezes desisto antes de começar. Vamos pôr os maus pensamentos de lado e enfiar a cabeça nos livros. Isto com calma vai lá.
E a pior sensação é acabar de estudar e pensar que não se sabe rigorosamente mais nada do que se sabia antes de começar!! Urrrrr, a escola podia ser mais levezinha, assim tipo como no 9º ano, não?

Lembranças


Todos nós temos pequenas lembranças que guardamos com carinho. Todos nós temos lembranças que guardamos com temor. Todos nós temos lembranças que nos edulcoram o espírito. Todos nós temos lembranças que nos ferem por dentro. Resumindo, todos nós temos lembranças. A questão está em viver de acordo com essas lembranças ou tentar criar novas lembranças.
As correntes que o passado usa em nós podem ser mais ou menos fortes, mas somos nós, enquanto seres humanos, que temos de decidir se queremos que elas nos continuem a aprisionar ou se, simplesmente, queremos procurar o nó e desenlea-lo. Ninguém diz que é fácil, ninguém diz que se faz apenas num dia ou em dois, nem numa semana ou em duas. Leva o tempo que levar. Só esse tempo pode demonstrar a verdadeira força das correntes, mas e se nunca tentarmos? Se nunca fizermos para que elas nos libertem, se persistirmos em alimentá-las, mesmo que com pequenas sementinhas, nunca sairemos de um contínuo ciclo vicioso. O amor e o ódio, aquando sentidos em total plenitude, podem parecer impossíveis de abandonar. Mas até o amor pode ser abafado e o ódio domesticado. E se eles insistirem em vaguear no nosso coração, pelo menos sabemos que os tentámos afastar do corpo, da mente e da alma.

P.S. Esta é para ti, tu sabes

Love is... #3

Dia Internacional da Mulher


A todas as mulheres que se têm emancipado e continuam a ganhar destaque na sociedade. Nós somos, hoje em dia, mais um motor para o desenvolvimento da sociedade, coisa que há uns tempos era completamente impensável.
Deixo aqui algumas frases sobre a mulher. Meninas, hoje sintam-se princesas!

«As mulheres constituem a metade mais bela do mundo
- Jean-Jacques Rousseau

«O pudor dá às mulheres um encanto irresistível
- Anatole France

«A graça é um reflexo do amor sobre um fundo de pureza. A pureza é a própria mulher
- Jules Michelet

«Pode-se graduar a civilização de um povo pela atenção, decência e consideração com que as mulheres são educadas, tratadas e protegidas
- Marquês de Maricá

«Aquele que conheceu apenas a sua mulher, e a amou, sabe mais de mulheres do que aquele que conheceu mil
- Leon Tolstoi

«Por mais que protestemos e vociferemos, sabe a mulher enredar-nos com um simples fio de cabelo
- John Dryden

«As mulheres não foram feitas para a fuga. Quando correm é porque desejam ser perseguidas
- Jean-Jacques Rousseau

«Não se conhece uma mulher até ao momento em que se recebe uma carta dela
- Ada Leverson

segunda-feira, 7 de março de 2011

Os 8 maiores mitos sobre o cabelo! - Sabe os que estão certos ou errados


Aqui ficam os mitos que toda a gente ouve sobre o cabelo. Uns certos, outros nem tanto. De qualquer forma aqui estão eles:

1. Cortar o cabelo todos os meses acelera o seu crescimento. Errado
O corte serve somente para retirar as pontas mais danificadas. Está cientificamente comprovado que o cabelo cresce, em média, cerca de 1 cm mensalmente, independentemente do corte.

2. A água fria deixa os cabelos mais bonitos e saudáveis. Correcto
A água fria ajuda a fechar as cutículas tornando, assim, o brilho dos fios de cabelo mais evidente, contribuindo para uma menor oleosidade.

3. Dormir com o cabelo molhado apodrece a raiz. Errado
O que acontece é que, dormir com o cabelo húmido favorece o aparecimento de fungos e de micoses, principalmente em pessoas com tendência à formação de caspa. Contudo, não apodrece de forma alguma a raiz.

4. Lavar os cabelos diariamente causa queda. Errado
Os cabelos que caem na lavagem cairiam naturalmente, pois já se encontravam em fase de queda.

5. Cortar o cabelo na fase quarto crescente da lua, favorece o seu crescimento. Errado
Nada indica que a lua interfira no crescimento do cabelo. Este mito encontra-se ligado às antigas tradições agrícolas e de cultivo dos campos.

6. Aplicar o condicionador na raiz deixa os cabelos mais oleosos e pode provocar o aparecimento de caspa. Correcto
O condicionador tapa os poros capilares ajudando ao aumento da oleosidade e da tendência para a caspa.

7. Os cabelos crescem mais rapidamente no Verão. Correcto
De facto, o sol estimula a produção de hormonas, como a melatonina, que estimula a estrutura capilar acelerando o crescimento dos fios de cabelos.

8. Antes de ir dormir devemos escovar o nosso cabelo 100 vezes. Errado
Para além de estar totalmente errado, escovar excessivamente o cabelo pode danificá-lo. Por outro lado, quando escovamos o nosso cabelo devemos começar pelas pontas, passando de seguida para as raízes, não devendo nunca escová-lo enquanto está molhado.

Retirado daqui

Manias


Há muitas coisas que me chateiam e aborrecem, mas como eu costumo dizer, não é defeito, é feitio. Odeio quando me trocam o nome, epá mete-me raiva! Fico sempre naquela "estarão a pensar nela em vez de em mim?" e isso irrita-me mesmo! Odeio ver lavatórios sujos, ai odeio tanto! Mete-me mesmo nojo, nem que esteja apenas "sujo" pela presença de um cabelo, é horrível na mesma. Odeio enganar-me quando escrevo a caneta. Fico tão passada! É que não gosto nada de ver o caderno com riscos nem com corrector... mesmo nada! Odeio que me escondam coisas! Vir a saber por terceiros uma determinada coisa que era suposto eu saber irrita-me, solenemente. Odeio que falem comigo quando estou concentrada. É que perco logo o raciocínio, l-o-g-o. Odeio quando está sol e começa a chover, especialmente quando não tenho chapéu! Aquela sensação da roupa colada ao corpo faz-me sentir pegajosa. Odeio que me dêem pontapés na cadeira. Eu sei que é uma estupidez, mas basta tocarem lá com o pé para me mexerem com o sistema nervoso! Odeio ter o verniz por secar. Epá, andar com as mãozinhas no ar a dizer "não toques, não toques" é simplesmente stressante! Muitas vezes não as pinto a pensar nisso... e eu que adoro ter as unhas pintadas.
Hoje estou pra embirrar e só de pensar nas coisas que odeio já estou toda alterada [estúpida, não?].

Montherlant diz:

«Quando se ama, a fidelidade nada custa.»

P.S. Esta é só para aqueles que dão a desculpa do "amo-te muito, mas não me consegui controlar!!"

Sondagem Nº 12 - Qual é o tipo de filme que mais gostas?


Os resultados não foram, para mim, muito surpreendentes. Deduzi que a maior parte das pessoas que visita o meu blog preferisse o tipo de filme mais votado. Por outro lado achei que havia mais gente a gostar de filmes de ficção científica, visto que está muito na moda e que, por sinal, eu odeio!
Aqui ficam os resultados da 12ª sondagem do meu blog:
1º lugar - Romance - 11 votos - são filmes sempre bonitos que mexem com a forma como vimos o amor e nos levam, muitas vezes, a reflectir sobre o amor que está na nossa vida;
2º lugar - Terror - 8 votos - a mim metem-me imenso medo! Mas sim, admito que, por vezes, são interessantes e dão uma certa adrenalina.
3º lugar - Comédia - 6 votos - perfeitos para descontrair e desanuviar de um dia mais chato. Não são o meu tipo de filme, mas pronto, há pior.
4º lugar - Acção - 2 votos - Adoroooo! Se os polícias não ganhassem tão mal já estava na PJ, ai estava mesmo! Meu rico Stallone, como eu gosto de ti!
4º lugar - Históricos - 2 votos - gosto bastante, especialmente aqueles que têm lutas épicas! Rei Artur e Braveheart altamente aconselhados para quem gosta desta tipologia de filme.
4º lugar - Desenhos animados - 2 votos - são fofos, engraçados e se pensarmos bem há sempre uma mensagem que só os mais velhos conseguem absorver. Ainda hoje vou buscá-los ao meu cofrezinho e me ponho a ver. O último foi o da Pequena Sereia. "Recordar é viver"
7º lugar - Ficção Científica - 1 voto - não aprecio particularmente. Muita fantasia, muita imaginação, muita robótica e mecânica. Assusto-me só de equacionar certas possibilidades que estes filmes apresentam.

Obrigada a todos os que votaram e espero que o continuem a fazer! Beijinho*

domingo, 6 de março de 2011

Love is... #2

Homens da Luta - A Luta é Alegria (Festival da Canção 2011)

Estes são os vencedores, para quem não viu. [Momento de comédia]



Deviamos ficar em último! Ai eu adorava.

Festival da Canção 2011


Não é que ligue muito, aliás, não ligo nada, mas ontem apanhei uma tremenda desilusão. Adoro o Nuno Norte. Ganhou os Ídolos, mostrando o enorme talento que tem. A voz rouca é lindíssima. Simplesmente deliro a ouvir a ouvi-lo.
Eu não ficava deprimida se ele não ganhasse o festival da canção, porque admito não perceber grande coisa de música, e apesar de ser o meu preferido, posso estar totalmente errada. Mas quem ganhou?! Por amor de Deus, é aquilo que vai representar Portugal?! Estamos mal, muito mal, mas temos de fazer este tipo de figurinhas em frente a meio mundo, perdão, ao mundo inteiro? A culpa é da RTP que mete a estúpida e inculta opinião do público a valer 50% dos votos! Sinceramente, ontem tive muita vergonha de pertencer a esta pátria. Integrar aquele bando de palhaços ambulantes na lista de grandes cantores como Simone de Oliveira, Paulo de Carvalho, José Cid etc etc é um ultraje. Espero que este povo, que cada vez se mostra mais parvo, meta a mão na consciência e perceba que são estas pequenas coisas que denegrecem a nossa imagem no estrangeiro.