segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Natalie - Óscares


Sim, é um vestido super simples, mas eu acho-o completamente lindo! Não tem grandes enfeites, mas tem um corte espectacular e fá-la uma grávida estupenda. Lindíssima, amo.

Eu e a minha falta de tempo


Hoje cheguei tardérrimo da escola. Descalcei os meus ténis, atirei a mala para cima da cama, pus um elástico no cabelo e sentei-me a ver televisão. Não é que dei por mim a não estar familiarizada com nenhum dos anúncios que estavam a passar? É incrível, mas só agora me dei conta de que o meu tempo livre anda escasso, raro, nulo! Consequentemente a televisão também começou a estar a leste da minha vida... A verdade é que quando vou para a cama, nunca antes da meia noite e picos, não tenho paciência para ver a porcaria das novelas que é sempre a mesma coisa e vejo as minhas gravações, que estão constantemente a aumentar na minha tv! As próximas coisas na lista são o Glee e "A Troca". Nunca vi este filme e a Angelina é das minhas actrizes favoritas, dá para acreditar?
Por mim, o meu dia podia ter 48 horas. Que acham? Não era mais interessante ter o dobro do tempo?

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Querido * #8

Querido *,

Depois destes dias de controlo para não te escrever, senti necessidade de te contar como tudo corre no meu mundo. Está tudo calmo, demasiadamente calmo. Sabes aquela sensação de vazio, de perda, de desconsolo, te sombra, de escuridão, de medo? Aquela sensação que bastava a tua mão passar no meu rosto para desaparecer? Essa sensação reside dentro de mim desde há uma semana. Percebes o que digo, não percebes? Claro, tu percebes sempre. O pior disto tudo é que a tua mão agora não vem de encontro ao meu rosto, e que viesse... É tal o desânimo e a pouca vontade de viver que nem todo o teu amor me poderia tirar deste poço sem fundo pelo qual continuo a deixar-me cair. É um contra-senso, eu sei. Sinto uma coisa e faço outra, mas parece que estou meio perdida e que nem o sol consigo ver para me guiar. Aqui neste universo onde me enfiei não há bússolas, estrelas, guias, nem mesmo pessoas para perguntar o caminho... Não há nada, nada de nada.
Eu sei que não estás bem, que tens estado triste, numa felicidade enganosa, tal como a minha, e que, de dia para dia, vais caindo também neste sufoco que é o teu amor e o meu amor. Juntar teu&meu e formar nosso, magoa-me demais para o fazer. Sabes que não te culpabilizo, sabes que sempre me guiaste, mesmo que com sinais imperceptíveis me aconselhaste por que trilho devia seguir. Sinto-me como uma destruidora. Só a sensação que tenho ao dactilografar cada letrinha é avassaladora.
Não escrevo bem para que leias, até porque não sei se algum dia te vou enviar estas cartas, escrevo para aliviar as correntes que já me vão fazendo vergões pelo corpo, tal é a voracidade com que me apertam.
Even if you were "dead", I would feel you, just like Holly felt Gerry when he had already died.

carta de uma mulher com saudade

Feridas da alma


Há feridas que não são visíveis a olho nu, que não são curáveis com álcool e água oxigenada, ou mesmo pensos rápidos e compressas. Há feridas que não são detectáveis com uma ressonância magnética, um TAC ou um RX. Não há comprimido ou xarope que acabe com elas e nem o melhor médico do universo as poderia diagnosticar, indicar uma causa aparente ou uma cura certa. Há feridas que não vertem sangue, não causam vermelhões, não incham, nem deitam pus. Mas destroem. Consomem. Arruínam. Matam. São feridas estudadas essencialmente por poetas, por filósofos e pensadores, que escrevem coisas que, não nos curando, nos edulcoram o coração e fortalecem o espírito, nos dão força para seguir e pensar "eu consigo". São feridas que só a nossa alma sente.

A justiça tarda, mas não falha


Depois de não nos considerarem aquele golo em que o guarda redes caiu (coitadinho, as melhoras -.-), o Fábio Coentrão marca aos 93:56 minutos! Fogo que emoção (vibro mesmo com isto caramba). O meu pai agradece-te a prenda de anos. Cada vez gosto mais de ti, meu Benfica.

There's always...

Sunny day!


Sabe-me tão bem sentir a brisa fresca quando o meu corpo já escalda ao sol! Hoje almocei na Costa, já não ia lá ao tempo (desde o Verão, que pecado, não é?) e adorei o almoço - marisco! E toda a gente sabe que o marisco do Barbas é do mais saboroso! E a sangria é bastante melhor do que a daquelas pizzarias que nos metem um vinho completamente ranhoso e intragável.
Que venham mais dias assim e que quando eles chegarem cheios de força esteja eu descansadinha e com boas notas nos exames. Não peço muito pois não?

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Urrr, fartérrima

Não sei se é a vida que anda chata ou se sou eu que me chateei com a vida. Preciso de mudar de ares, de cores, de formas, de pensamentos, de tudo! Sinto mesmo que estou a cair numa monotonia quase destrutiva e que, de dia para dia, as coisas me parecem mais iguais e imutáveis. Dizem que há uma altura da nossa vida que sentimos não pertencer ao lugar onde sempre nos sentimos bem, eu estou basicamente assim. Não há nada por que anseie, nada que tema, nada que me agarre ou me solte. Estou farta de ver os mesmos lugares, sentir o mesmo cheiro, olhar para as mesmas pessoas! Se pudesse saía daqui, nem que fosse só uma semaninha e nem me importava de ir sozinha, só queria mesmo sentir uma nova brisa bater-me na cara.

Os Óscares estão quase aí!

A actriz mais galardoada com o Óscar de Melhor Actriz foi Katharine Hepburn, ficando com 4 estatuetas douradas. Ao longo de 82 anos, a Academia de Ciências e Artes de Hollywood, já galardoou 67 intérpretes com o Óscar de Melhor Actriz. Houve, por isso, várias actrizes a ganhar o Óscar mais que uma vez.

Fica aqui a lista das últimas galardoadas desde 1990, para todos os curiosos:

2009 - Sandra Bullock – Um Sonho Possível (The Blind Side)
2008 - Kate Winslet – O Leitor (The Reader)
2007 - Marion Cotillard – La Vie en Rose (La Môme)
2006 - Helen Mirren – A Rainha (The Queen)
2005 - Reese Witherspoon - Walk the Line
2004 - Hilary Swank – Million Dollar Baby – Sonhos Vencidos (Million Dollar Baby)
2003 - Charlize Theron – Monstro (Monster)
2002 - Nicole Kidman – As Horas (The Hours)
2001 - Halle Berry – Monster's Ball - Depois do Ódio (Monster's Ball)
2000 - Julia Roberts - Erin Brockovich
1999 - Hilary Swank – Os Rapazes Não Choram (Boys Don't Cry)
1998 - Gwyneth Paltrow – A Paixão de Shakespeare (Shakespeare in Love)
1997 - Helen Hunt – Melhor é Impossível (As Good As It Gets)
1996 - Frances McDormand - Fargo
1995 - Susan Sarandon – A Última Caminhada (Dead Man Walking)
1994 - Jessica Lange – Céu Azul (Blue Sky)
1993 - Holly Hunter – O Piano (The Piano)
1992 - Emma Thompson – Regresso a Howards End (Howards End)
1991 - Jodie Foster – O Silêncio dos Inocentes (The Silence of the Lambs)
1990 - Kathy Bates – Misery – Capítulo Final (Misery)

A propósito dos Maias

Há amores impossíveis pelas mais variadíssimas razões, mas um amor impossível por relações de parentesco deve ser avassalador. Se há barreiras difíceis de passar, há outras completamente impossíveis.
Sim, eu sei que estas relações de incesto ao acaso são praticamente inexistentes, mas deve ser terrível! Ver um irmão ou uma irmã com outros olhos, nutrir sentimentos por ele/a que não os fraternos instituídos pela sociedade... Ai que nunca tal nos aconteça, e que Deus, ou o Diabo, como diz João da Ega, nos livre de tal pecado.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Sondagem Nº 11 - Achas que já encontraste o amor da tua vida?


É uma pergunta que me faço a mim mesma e que decidi colocar aos meus visitantes a título de curiosidade. Não perguntei "já encontraste (...)" mas sim "achas que já encontraste (...)", porque para mim esta é uma pergunta muitíssimo ambígua e o que poderemos achar hoje, pode não sei a nossa certeza daqui a uns tempos. Não digo um ou dois meses, mas sim um ou dois anos. Cada vez mais, a meu ver, as coisas vão mudando mais devagar, os sentimentos tornam-se mais constantes e os ideais de vida mais definidos, mas mesmo assim, será que algum dia conheceremos o amor da nossa vida? E se o conhecemos teremos obrigatoriamente de ficar com ele? Muitas questões, poucas respostas, como já é costume...
Indo ao que interessa, a opção mais votada, com 58% dos votos foi "Não, mas espero vir a encontrar". Para mim isto significa que, apesar de nunca ter sentido que alguém seria "aquele/a", mais de metade dos votantes acha que poderá vir a encontrar a sua cara metade. A segunda hipótese mais votada foi "Sim, estou muitíssimo apaixonado/a e acho que ele/a é mesmo aquele/a" com 33% dos votos. Ora isto deixa-me muito feliz! Mesmo que o verdadeiro amor, a alma gémea, o amor perfeito, etc etc seja uma ilusão, são as ilusões que nos alimentam, e se acham que encontraram (ou encontraram mesmo!) "aquela pessoa" então muitas felicidades e que tudo corra pelo melhor e, se possível, fiquem juntos. Por fim, a alternativa menos escolhida foi "Não, nem sequer acredito nisso", com apenas 8% dos votos. Bem, se já não acreditam no Pai Natal, no Coelhinho da Páscoa, na Fada dos Dentes, em Bruxas Más e por aí fora, por que não acreditar em algo tão sublime como o amor? Vá lá, sejamos menos cépticos. Quem tem este ponto de vista, enfim, tem duas opções - ou realmente nunca se vê confrontado com o verdadeiro amor, ou quando se vir leva uma chapada maior que a mão!
Assim, para terminar, com ou sem amor, que sejamos todos muito felizes! Obrigada e continuem a votar, adoro ver aquela barrinha a encher! Beijinhos*

Specially for mobile phone lovers!

video

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Desilusão


É um problema meu e só meu - sonho demasiado alto. Não foi assim há tanto tempo que podia fazê-lo sem quaisquer problemas, mesmo que não chegasse ao avião, o helicóptero agarrava-me de certeza e não foram assim tão poucas as vezes que consegui apanhar o foguetão. Isso mudou. Apesar de mostrar a quem me rodeia o meu conformismo e aceitação, a verdade é que não me conformei nem aceitei esta situação. Estou aqui desiludida, chateada, triste, melancólica, raivosa e a achar que o mundo ruiu sem que sequer me apercebesse, mas daqui a nada, quando for para a mesa, vou falar de tudo com um conformismo e uma resignação total. É verdade, as coisas mudam, mas como poderão mudar assim, a 180º?! Nunca ninguém meu conhecido se tornou no que me tornei. Eu era o sol e agora sou apenas a sombra que de vez em quando é tremulamente iluminada, mas que, mesmo assim, tem sempre um Sol atrás de si, nunca mostrando a sua impetuosidade. Porquê a mim? Porquê logo a mim? Estou profundamente abatida e só me apetece chorar. E vou chorar, até porque já estou a chorar. A vida é demasiado injusta e eu já não sei se consigo viver nela.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

10 coisas que NÃO deves dar a um homem!

O que para nós, mulheres, até pode ser um belo presente [alguns só!], para eles às vezes não combina como gostaríamos. Aqui ficam umas dicas de presentes que não devemos "jamais" (en français!) dar ao nosso mais-que-tudo!
  • Bilhetes para a ópera;
  • Um cartão presente;
  • Joalharia de homem;
  • Um utensílio para a cozinha;
  • Um livro que seja da nossa predileção;
  • Coisas de bebé;
  • Pantufas;
  • Cremes anti-rugas;
  • Um animal de estimação.
Claro que, na minha opinião, temos de conhecer muito bem o nosso companheiro para saber se estes presentes são completamente desadequados, mas como os homens são um bocado chapa 4 [desculpem guys], não deve haver grande problema!

Mais informações aqui

O verdadeiro amor


Há coisas que ficam para sempre. Por mais que digam que o tempo cura tudo, eu tenho que para mim ele apenas cura momentaneamente. É como nos recompormos de uma constipação - basta uma brisa fresca e voltamos aos "atchins" e ao nariz entupido. No amor é igual - quando pensamos que estamos curados dele, basta um sorriso, um olhar, uma troca de palavras para tudo voltar num único segundo. As cicatrizes parece que inflamam, as feridas que abrem e voltamos àquele estado de loucura e insanidade que tanto fizemos para deixar.
Só o tempo nos consegue mostrar a grandeza de um amor; só o verdadeiro amor permanece vivo, mesmo que adormecido, nos nossos corações para sempre, todos os outros pequenos amores que preenchem a nossa vida são demonstrações de carinho e afecto que o ser humano precisa de ter, mas amor, amor no verdadeiro sentido da palavra é aquele que nunca morre, que nos acompanha para todo o lado, que nos alimenta; nos dá vida, cor e alegria; nos mata e nos fere; nos deixa eloquentes e simultaneamente vazios. Nos dá muito e tira pouco, ou nos tira tudo. O verdadeiro amor há-de vegetar com a morte do portador. E se um dia se esquecer um grande amor, saberemos que não era o verdadeiro amor.

Apresentação de trabalhos

Não sei qual é o método que adoptam, mas eu cá ligo o belo do powerpoint e começo a falar sozinha no meio do quarto, acho que a minha vizinha ainda me acha menos piada quando o faço a esta hora, oito e meia da manhã! Sinto-me um bocado ridícula, mas que farei eu? Não vou obrigar ninguém a ouvir-me recomeçar cada vez que pronuncio mal uma palavrinha! Já nem o meu irmão vai lá com chantagens, portanto aqui estou eu a falar sozinha sobre o "Multiculturalism in the UK"!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

P.S. I love you


Vi o filme ontem à noite. Ja saiu desde 2007, mas meti na cabeça que tinha de ver ontem, fui ao belo do videoclube (com estas novas tecnologias nem precisamos de sair de casa para 'ir ao clube de video', perfect), e aluguei o filme P.S. I love you. Não é preciso dizer que, como já tinha referido neste post, chorei baba e ranho a ver o romance, mas literalmente! Não havia parte em que uma lágrima não nascesce no canto do olho e escorresse inteira pela face... Para os que estão apaixonados, para os que não estão, para os que acreditam no amor, para os que acham que é uma fachada, para os que receiam a morte, para os que acham que é uma coisa banal, para aqueles que amam ou esperam vir a amar - vejam o filme. É l-i-n-d-o.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Querido * #7

Querido *,

sinto-te mais perto e esta sensação é incrivelmente boa. Vivo aterrorizada pelo medo que seja apenas um doce engano - sabes que tenho muito medo de perder quem amo, não sabes? O facto de equacionar a hipótese de esta sensação ser efémera, corrói-me por dentro. Andava sem vontade, sem ânimo, sem aquele brilho reluzente que tantas vezes apreciavas em mim, e agora parece que tudo voltou; A magia, o encanto, o meu "fairytale" voltou para mim de novo. As pequenas memórias, os registos guardados continuam a aumentar e delicio-me a ler as mensagens que me escrevias e os textos que ainda guardo. Agora consigo olhar para as nossas fotos com um sorriso no rosto e não com um pesar na alma. Mas ainda assim, ainda que com toda esta atmosfera contagiante de amor e loucura, sinto-me incompleta. Falta uma peça fulcral no meu puzzle - a tua presença. Eu sei que me segues, me guias, me proteges, me acarinhas como podes, todavia sinto falta, sinto muita falta, tu sabes de quê. Agora sei o porquê de não puderes tocar à minha campainha, perdão, à nossa campainha. Ambos sabemos que um dia poderás voltar a entrar em casa com a pasta do trabalho, deixá-la no escritório, pegar na Carol ao colo e atirá-la ao ar e por fim vir dar-me um beijo enquanto leio os romances eloquentes que me ofereces com frequência. Mesmo que não tenha a certeza de que isso vai voltar, sinto que se não voltar, eu também não consigo tornar a ter o brilho adormecido.
Por muitas coisas, lugares e pessoas que passem na minha vida, tu vais ser sempre aquele que jamais conseguirei esquecer.
Eu e ela esperamos por ti, sentadas no alpendre da nossa paixão. Ambas sabemos que nos virás buscar, sabes que somos as mulheres da tua vida e que ainda faltam mais dois elementos para fazer o trio que sempre quis e encher os 5 bancos do carro. Temos todo o tempo do mundo, para nós.

carta de uma mulher com saudade

Queres saber se ele/a te anda a trair? Então toma atenção a estas dicas!

Às vezes as desconfianças recaem sobre nós. Quando isto acontece, podemos realmente ter preocupações fundamentadas, ou apenas uma insegurança passageira. De qualquer forma, repara nisto:
  • Ele/a não deixa que ninguém mexa no seu telemóvel ou computador;
  • Quando estás com ele/a, notas um cheiro diferente;
  • Começa a produzir-se mais;
  • Nada o/a chateia;
  • Ele/a começa a ser mais desconfiado/a;
  • Começa a dar respostas rebuscadas demais;
  • Gasta mais dinheiro e não é capaz de o justificar credivelmente;
  • Já não está tão interessado/a no sexo.
São pequenas coisinhas que todas juntas fazem uma grande diferença! Portanto se andas desconfiado/a, antes de armares um escarcéu, atenta a estes pormenores.

Retirado daqui [adaptado para as mulheres]

Doce fim de semana


Ao sábado recuso-me acordar cedo. Hoje foi até às 11.15h. Soube tão bem! Ainda agora começaste e já tenho saudadinhas tuas! Meu rico fim de semana...

Pormenores


Eu sou mesmo assim. Ligo a tudo! Às vezes penso para mim mesma "Joana Filipa, deixa de ser assim! Ligas demais a coisas que não têm qualquer significado!", mas isto parece que me entra a 100 e sai a 200... O que é facto é que penso sempre em tudo até ao mais ínfimo pormenor. Ligo a expressões, a gestos, a olhares, a pequenas palavrinhas chave. À forma como proferem as palavras, ao tom que empregam nelas, ao gesticular, a t-u-d-o! O pior é que isto me deixa sempre perturbada. Consigo ver sempre algo de suspeito numa coisa absolutamente natural. Tento controlar-me, juro que tento, mas basta desviarem-se um pouco da resposta que esperava receber para pensar "pronto, está o caldo entornado". É uma seca, uma valente seca viver nesta constante angústia de não saber se apenas sou mais observadora e, por conseguinte, apercebo-me de coisas que a muita gente passam ao lado, ou se simplesmente ligo demasiado ao que não tem importância rigorosamente nenhuma. E pronto, é isto. Bem, vou dormir que o meu mal é sono.

P.S. Acredita, eu reparo mesmo em tudo.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Querido * #6

Querido *,

por mais que escreva, as palavras parecem-me sempre inesgotáveis, já as forças, essas estão a fraquejar. Cada vez me deito mais cedo, e cada vez adormeço mais tarde. Todo o meu ser procura por ti. Olho para todos os recantos da casa e em cada ínfimo pedaço encontro uma marca tua. Ontem fiz peixe para o jantar, aquela comida que sempre odiaste e que te obrigava a comer, coisa que disseste que nunca iria conseguir. A minha pequena chantagem resultava sempre e tu lá comias com umas caretas. A noite de ontem estava sombria, ninguém se sentou à cabeceira, no teu lugar. A Carol esticava e encolhia as pernas enquanto brincava com a comida na boca, tal como tu, odeia peixe, como sabes. Eu ando a fingir que como, que sorrio, que estou feliz, que tudo me corre bem. Noto que, de dia para dia, os meus olhos brilham menos, a vontade de viver é decrescente e as saudades que sinto por ti são quase insuportáveis. Sabes perfeitamente que estou aqui à tua espera, que podes voltar para o lugar que pertences quando quiseres. Por muitas voltas que o mundo dê, eu acreditarei sempre em nós, na força que o nosso amor sempre teve para ultrapassar os desacatos, as discussões, as pequenas batalhas - por muitas que tenhamos perdido, e que continuemos a perder, sei que no final vamos ganhar a guerra. Vou crer que um dia tudo vai voltar, como sempre fiz e continuarei a fazer. My neighboors may think I'm crazy, but they don't understand, you're all I have.

carta de uma mulher com saudade

Hoje estou a precisar de...


Tea and love!

Love is forever


Por vezes devemos viver a vida com base em alguns princípios sociais. Não importa só o que queremos, mas também o que devemos. A minha está exactamente assim - não o que quero, mas o que devo. Se é injusto? É. Mas a minha decisão, ainda triclitante, não tem só como base a opinião de terceiros. A base é a minha própria essência. Sempre repudiei estas atitudes e cheguei a chamar nomes bastante desagradáveis a quem praticava esta filosofia de vida. Vejo-me um pouco entre a espada e a parede. Desta vez o peso do que quero é muitíssimo grande, mas o peso do que moralmente devo é avassalador. Acho que viveria com um sentimento de culpa diário, não que o que receberia em troca não compensasse, mas tenho consciência de que não me iria sentir eu, mas sim outra "coisa" qualquer sem valores ou príncipios. Ligo demais ao que os outros dizem, é uma verdade, mas neste caso trata-se de ligar ainda mais ao que eu diria de mim própria.
Os erros pagam-se caro, demasiado caro. Talvez um dia eu consiga remediar o que agora me parece irremediável. Agora só me resta viver desta maneira, escondida na sombra das emoções, escudada no meu sorriso pouco verdadeiro e a tentar que o meu olhar não brilhe demasiado quando passares, eventualmente, por mim. Que a alma se controle e o corpo obedeça. Que Deus me guie o caminho a seguir e me pare de empurrar para o que quero e que, de seguida, me puxe para o que devo. Que todas as forças da Natureza me permitam, um dia, libertar o que de mais puro tenho, este amor inebriante que me alimenta e me dá conforto nas noites de desalento. Que o vento me traga o teu cheiro e a brisa o teu calor. Que me consigas segredar de vez em quando que ainda me amas a mim como eu te amo a ti. Keep your promise and I'll keep mine, our love is forever, we both know.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Sondagem Nº 10 - Celebras o dia de S. Valentim?


Esta foi uma sondagem com alguma heterogeneidade que permitiu contrastar pontos de vista relativamente diferentes. A opção mais votada foi, com grande margem, a que dizia "Celebrava se tivesse namorado/a" com 56% dos votos. Não sabia que a maioria dos meus visitantes eram solteiros, talvez se gostem de inspirar nas minhas redacções deprimentes ou eufóricas acerca do amor. Será?
A segunda alternativa mais escolhida foi "Não! Acho super piroso" com 17% dos votos. Então pessoal? Porque é que não entram na magia das coisas? Não digo que se deva andar eufórico por causa dessa data, mas também achar piroso... Vá lá, se não conseguirmos retirar o que de melhor a vida tem, torna-se tudo uma "valente seca"!
O empate deu-se entre "Sim, alguma coisa de especial irei fazer" e "Ainda nem pensei no assunto" com 13% dos votos cada uma. Ora uns ligam a este dia e dão-lhe um toque especial, e outros, apesar de não acharem "piroso", não pensam sequer que ele existe, é apenas mais um dia banalíssimo.
Obrigada pelos votos e espero que possam continuar a dar o vosso contributo! Beijinhos*

Querido * #5

Querido *,

sinto que tudo o que te queria dizer não caberia em cem páginas. Também admito que sintetizar não é o meu forte, acho sempre que todos os pormenores são precisos e que aquando omitidos, ficam sentimentos por demonstrar. Tive um dia triste, já há muito tempo que os meus dias são tristes. A Natureza presenteou-me com notícias tuas, soube que afinal de contas não sou uma peça assim tão imprescindível e que até tens andado bem. Por um lado fico feliz, acho que este meu amor é muito altruísta, por outro fico perturbada, porque eu continuo a não conseguir adormecer sem me vir à cabeça o teu fácies. Enfim, eu aceito o que o destino me dá... Não quero tirar ilações precipitadas, se calhar acreditas simplesmente que o que é nosso às nossas mãos vem parar, tal como eu, se bem que este comodismo às vezes não nos traz as coisas com a facilidade com que seriam trazidas com algum esforço e empenho.
Sei que estás sempre bem, tu és forte, determinado e inteligente, arranjas sempre solução para todas as adversidades. Eu também vou andando, sempre com um sorrisinho, tu conheces-me... Mas o meu sorriso só esconde a dor que sinto pela tua invariável perda. Sei que não morreste, que estás algures perdido neste mundo, mas estás longe de mim, e essa já é perda suficientemente grande.
Hoje olhei para uma fotografia nossa e reparei como o tempo passou, de como mudámos desde a nossa ingénua adolescência. Dos traços modificados, das brigas e das lágrimas, de quando choraste à minha frente... a única vez que te vi chorar à minha frente. Acredita que me marcou. Por trás dessa tua aparência impassível, há um ser maravilhoso escondido, que só se deixa ver a quem realmente lhe rouba o coração, como eu um dia fiz.
Ontem a Carolina dormiu comigo, acordou sobressaltada a meio da noite. Devias vir vê-la, ela está impaciente, procura incessantemente por ti no meio dos lençóis, quer encontrar a tua mão, aquela mesma mão com que lhe fazias uma festa no rosto e lhe segredavas como ela era bonita. Ela tem mesmo saudades tuas. Se me ouves, me sentes e ainda tens uma réstia de amor em ti, vem vê-la. Acho que se a vires já é consolo suficiente para mim, pois nela está o maior pedaço de nós. A nossa união. O que não mais poderá ser quebrado. Vem vê-la. Vem ver-nos. Vem para nós.

carta de uma mulher com saudade

Lost*


I don't know what to do. I'm just lost in a huge forest. I'm trying to go through the right way, but I don't even know what is the right way. I wish I weren't lost, or at least, that I were lost with you.

Great News!


Ontem fui ao dentista, que já se tornou num hábito semanal, e a Drª. disse que me ia fazer estética no canino que não há meio de rodar e que tiraria os ferrinhos o mais depressa possível! Fiquei super contente. Não que me importe por aí além de usar aparelho, até nem me fica muito mal (ou sou eu que já me convenci disso!!), mas é sempre chato ter o típico sorriso metálico. Assim sendo, farei a tal estética e ficarei com um dentinho muy fofo! Depois, na enventualidade de ele descer mais um bocadinho ou de virar mais um pouco também, volta-se à carga e trata-se do assunto. Nem vou pensar nisso, estou muito muito contente!

Panic!!


Hoje de noite tive tanto medo! Tenho um sono super pesado, acho que o mundo podia desmoronar-se à minha volta e eu nem notava, tanto que já se partiu uma moldura no meu quarto e os meus pais acordaram e eu não (vá-se lá saber como), mas hoje de noite, por volta das 5 da manhã, acordei com os trovões! Odeio trovões. Sei que não é nada de "woow", mas o barulho, aquele ruído macabro que entoa na minha cabeça faz-me ficar arrepiada de medo. Ainda peguei no telemóvel para mandar mensagem a alguém, mas depois pensei "ninguém no seu perfeito juízo vai aturar as minhas crises às 5 da manhã", então virei-me para o outro lado e escondi a cabeça debaixo da almofada. Boa notícia: sobrevivi!

[Excerto]

«- A maioria das coisas no universo não são eternas, mas acredita que a minha promessa será. Já nos conhecemos há tempo suficiente para saberes como eu sou, te aperceberes dos meus problemas e compreenderes as minhas dúvidas. Não te vou pedir em casamento porque como ambos sabemos não temos tempo para isso, mas podes crer que todos os dias da minha vida vou pensar em ti, festejar o teu dia de anos, oferecer-te uma prenda no dia de São Valentim, mostrar-te a nossa filha, e por fim, despedir-me de ti todas as noites – reparou que os seus olhos brilhavam como estrelas, o efeito das lágrimas com os raios de sol transpareciam o seu amor – amo-te hoje, amanhã e sempre.
Sarah ficou tão extasiada com tais palavras que não conseguiu mostrar emotividade maior do que chorar. Puxou-o para se levantar e abraçaram-se envolvidos num só, parecia que naquele momento se tinham casado. Havia promessa maior que o amor eterno? Não seria um simples papel assinado por ambos que os iria tornar mais unidos, já aquela promessa feita por ele uniu-os de tal forma que se sentiam realmente um só

In Na Sombra do Passado, Joana Filipa Barata

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011


I've already given you my heart a long time ago. Keep it, keep it safe. I'm not happy. I just can't change my position now. I'm too weak. Sorry. Just keep my heart in a safe place, where only you can feel it.

Odeiooooo


Odeio tanto quando chego ao fim de um exercício gigantesco de Matemática e vejo qe me enganei num sinalzinho logo na primeira passagem, fogooooooo. Que óóóóóóódio!

Querido * #4

Querido *,

estou deitada aqui na cama que outrora preencheste e escrevo estas linhas com tamanha melancolia. Já ultrapassei a tristeza, a dor, o sentimento, agora é a melancolia que percorre as minhas veias, artérias e arteríolas e me deixa numa sofreguidão. Comecei a fazer o puzzle das nossas vidas e a recordar todos os momentos. A forma como nos deixámos apaixonar e como o nosso amor foi destruído, por mim. E este sentimento de culpa não me deixa a consciência tranquila, nem a alma sossegada, nem mesmo o espírito em paz. Eu sei que era chata, que era picuinhas e queria tudo à minha maneira. Só acho que me podias ter deixado sair mais vezes de casa, em vez de me prenderes no nosso lar, eu sabia bem quem tinha, escusavas de me trancar no quarto e de não me deixar sentir saudades tuas. Criaste uma espécie de desejo de liberdade em mim que não correspondia à verdade. Gostava de quando dávamos passeios, mas não de quando não me deixavas passear sozinha. Não me estou a desculpar, meu amor. Já assumi que sou a culpada e a causadora do desabamento de tudo o que fomos construindo a pouco e pouco. Mesmo assim, só queria dizer que gostava que me tivesses deixado passar uma semana fora e que pudesse voltar cheia de saudades e super carente dos teus carinhos.
Desculpa se sujei a carta com o meu sal, só há uma palavra imperceptível e tu vais perceber qual é. A chave de tudo o que te quero dizer. A nossa relação sempre foi assim - não precisávamos de dizer tudo, porque tudo estava implicitamente dito. Não consigo sentir ódio por ti, depois de tudo, não consigo. Sei que devia, mas simplesmente não dá. No que toca a ti, sempre fui demasiado fraca. Nunca levei os impulsos até ao fim e fizeste-me fazer coisas que mais ninguém conseguiu.
A televisão ainda está acesa. É a minha companhia, às vezes deito-me com ela assim, na esperança de que no dia seguinte esteja apagada, como costumava estar. Infelizmente isso não voltou a acontecer desde que partiste.
A Carolina está com os avós, sei que de vez em quando passas por lá para a ver, nas horas em que não estou. Ela pergunta-me muitas vezes por ti e eu respondo-lhe que um dia vai ficar tudo bem, mas acho que ela percebe que não só a engano a ela como a mim. Ela diz que tem saudades tuas, eu tento sossegá-la e falo-lhe em inglês como lhe fazias e ela começa a chamar o papá. Fico a pensar se faço bem ou mal em não a deixar esquecer-se de ti. Acho que ela é que mantém acesa esta minha busca incessante do que foi nosso um dia. Se calhar já nem te lembras de quando tinha medo que viesses a gostar mais dela do que de mim... Eu também era possessiva! Meu Deus, como o tempo voa...
Já é tarde e os olhos anseiam que os feche. Não posso deixar de dizer que fazes falta, porque fazes, e que estejas onde estiveres vais levar as marcas que te fiz. Tanto as boas, como as más.

carta de uma mulher com saudade

Hoje descobri uma coisa


Descobri que consigo amar-te sem me lembrar que me amo a mim. Passo a explicar. Reconheço que sou um pouco egocêntrica, egoísta e um tanto ou quanto exigente com os que me rodeiam. Também sou um coração de manteiga, não suporto ver alguém mal, tento sempre ajudar, faço os possíveis e os impossíveis para não magoar ninguém quando sei que tenho de o fazer e, sobretudo, protejo a um nível universal os amores da minha vida. Mas hoje foi diferente, reconheci que te consegui amar mais a ti que a mim própria. Foi uma sensação estranha, porque nunca tinha acontecido, mas senti tal e qual assim, com esta simplicidade.
O que todos me dizem, e vêm a dizer desde sempre, hoje passou-me ao lado. Na verdade, não te consigo encarar olhos nos olhos, assim frontalmente como deveria fazer, mas consigo amar-te depois de tudo. E este tudo é tanta coisa... Tantas memórias, tantas recordações, tantos desabafos, tantos beijinhos e abraços, tantas festas e meiguices, tantos segredos partilhados, tantas horas de conversas, tantos sorrisos e olhares... e tantos palavrões, e tantos gozos, e tantas humilhações e decepções, e tantas ofensas e tantas, tantas palavras em vão! Tanto de tudo, do bom e do mau, tanto daquilo que nos fortalece e nos mata, e alimenta o amor, assim como o destrói. Tanto de nós. E depois disto tudo, enfim eu fico aqui a pensar... e fico pelo pensamento que não vou partilhar. Embora guarde mágoa, guardo saudade. E que saudade. It's too late to apologize. Mas mesmo assim fica aqui o testemunho. Não vou mudar nada. Não posso mudar nada. Já tentei mudar o que tinha a mudar. E assim fico aqui, a levitar em pensamentos que trazem a tua mão esticada para mim, como sempre fizeste, por mais estúpida e previsível que fosse a minha queda.
Um velho hoje contou-me um segredo "só odeia furiosamente alguém, quem foi capaz de amar essa pessoa".

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

I'm still here


I'm still here, like the sun stays in the sky, even when it's full of dark clouds.

Querido * #3

Querido *,

Desculpa, desculpa a minha ausência. Sei que não sentiste a minha falta, mas justifico-me na mesma. Tenho escrito uns textozinhos bonitos, mas demasiado profundos para te mostrar... Quando voltares ao conforto da nossa casa eu mostro-tos a todos! Conhecendo-te como conheço, vais adorar. Chamar-me-ás tonta e dir-me-ás que só penso no que não devo. Depois dás-me um beijinho e ficamos os dois a ver o nosso filme.
Tenho saudades que te sentes à lareira comigo e que me pegues na mão e ma beijes de vez em quando, sabes como adoro que o faças. E tenho especialmente saudades das nossas conversas, telepáticas, virtuais ou cara-a-cara. Agora não temos nenhuma. Não falamos de nada! Quando saíres desse inferno, quando voltares para o calor do meu corpo, voltaremos a ficar juntos e nunca mais te deixarei ir embora. Até lá, fico a rezar para que nada te aconteça, nesse mudo errante onde vives. À noite, antes de adormecer, faço as minhas rezas, os meus pedidos de socorro, rezo por ti também. Depois meto a cabeça na almofada e só consigo lacrimejar baixinho, com medo que as paredes me oiçam. Ninguém pode saber destas coisas, era uma vergonha! Eu sei, eu sei, se passarmos à atribuição de culpas, vais dizer que eu é que te mandei embora, mas não foi bem assim. Eu não estava em mim, tu sabes que não! Estiveste tanto tempo a tentar convencer-me do meu erro e eu não percebi, e quando finalmente consegui ver o que estava à minha frente... it was too late. Sim, eu não me começo a lamentar, vá, não estejas a pensar isso! Eu sei que não gostas que diga que a culpa é minha, mas é, vamos admitir.
Sabes bem que se olhares para o céu me verás algures, entre a penumbra. Onde mais ninguém me vê. Tu sabes que estou lá, tanto que sabes que todas as noites eu te vejo acenar do outro lado do mundo.

carta de uma mulher com saudade

*

Não me peças para explicar. Eu também não sei [e prefiro não saber]. I still loving you

Existe coisa pior...


... do que ter de acordar cedo à segunda feira?! Isto é como o teste do vai-vem - quando estamos a ganhar velocidade temos de inverter o percurso! Aqui é igual, quando começamos a ganhar o gosto por dormir mais um bocadinho, acaba-se o fim de semana. Fogo!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Por ti vou até ao fim do mundo!


Vá, é um exagero. Mas a minha corridinha de hoje bastante forçada deveu-se ao enorme amor que nutro por ti. Eram 18.15h, estava algum frio e eu estava a correr para o meu grande e eterno amor. Já tinha começado e o barulho ouvia-se cá de fora. Assobios, apitos, palmas, gritos, tudo!! E eu a correr para tentar conseguir um bilhete. E quando cheguei à bilheteira... "Desculpe, mas acabei de vender o último bilhete". Que frustraçããããão! O meu pai e o meu irmão tinham dois bilhetes, só faltava o meu... Um reles e mísero bilhete para ver aquele que será sempre o melhor clube do mundo. Ai Benfica, Benfica, o que tu me fazes fazer. O que vale é que ganhámos por 3-0, o pior é que eu não pude vibrar com os três golos no meio de milhares de fanáticos e apaixonados como eu! Também teria ficado super frustrada com a valente falha do Cardozo, mas isso já é outra conversa.. A ti gosto de partilhar, e quantos mais melhor, por isso dêem a mão à palmatória, o Benfica é e sempre será o clube mais lindo à face da Terra!

LOVE(D)

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Charles Darwin


Fazemos anos no mesmo dia! Já o sei há algum tempo, mas quis esperar pelo momento certo. Podem não saber ao certo que contributos deu na área da Biologia, mas certamente já toda a gente ouviu falar deste nome sonante. Charles Darwin. Foi ele, com os poucos conhecimentos que tinha, mas com a sua enorme perspicácia, que conseguiu explicar alguns fenómenos que hoje se vieram a verificar e a serem comprovados com estudos. Só não soube explicar um pequeno pormenor, a falha da sua brilhante teoria que foi retomada no Neodarwinismo e que explica o porquê da variabilidade dentro das populações. Foi ele o primeiro que se referiu a um dado conjunto de ser vivos no geral e não no particular, deixou de se falar em indivíduo, para se considerar a população. Explicou de que forma foram criadas as populações actuais - sobrevivência do mais apto. Foi um homem de valor e altamente ridicularizado na sua época, com caricaturas que gozavam com o facto de ele considerar que nós viríamos de seres vivos mais primitivos, nomeadamente do macaco. Aguentou a pressão.


Teve valor. E é por isso que hoje Charles Darwin, contrariamente ao que acontece com os que mostraram escárnio pelas suas ideias, é recordado.

6 certezas sobre o sexo que deves esquecer!

1ª certeza sobre sexo: Sexo bom dura horas e horas
Correcção: Relações sexuais boas duram o tempo que queremos que durem.

2ª certeza sobre sexo: o homem toma sempre a iniciativa
Correcção: Mulheres, assumam o controlo!

3ª certeza sobre sexo: cada um dos parceiros investe 50% de esforço na relação sexual
Correcção: Isto deve aplicar-se ao balanço anual, mas cada pessoa deve investir aquilo que lhe apetece nesse momento.

4ª certeza sobre sexo: Relação sexual é o coito
Correcção: Relação sexual pode ser tudo.

5ª certeza sobre sexo: as fantasias são privadas
Correcção: Também pode contar as suas fantasias ao seu companheiro. Podem partilhar fantasias ou realizá-las juntos.

6ª certeza sobre sexo: quando se conhece bem o parceiro, sabe-se “em que botões carregar”
Correcção: A menos que tenha uma relação com um robot, tudo pode mudar.

ah poisé, explicação mais detalhada *aqui*

Parabéns para mim!


17 primaveras! É uma idade bonita, resta saber como a aproveitar. Para o ano já sou maior de idade, possas, como o tempo passa... Espero no Verão estar a tirar a minha bela carta de condução e daqui por um aninho estar a pegar no carro, what a dream! Almoço de família, jantar de amigos; penso que vou passar este dia na companhia dos que me são mais importantes, e isso sim é que me enche de alegria. Obrigada por todas as mensagenzinhas super fofas que já recebi, a todos os que se lembraram e continuam a lembrar, ano após ano. Sinto que há amizades que vão mesmo ficar para sempre! E é nestes diazinhos com algum significado, como os anos, o Natal e o Ano Novo, que damos por nós a fazer algumas instrospectivas. Estou muito feliz por ter chegado até este patamar como cheguei. Se mudava algumas coisas? Mudava. Se queria poder fazê-lo? Não.
Mais uma vez obrigada a todos os que estão a contribuir, desde a meia noite, para ter um FELIZ ANIVERSÁRIO!*

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

E agora?

Posso voltar para casa?
É engraçado como há pessoas nas quais não conhecemos nada de mal, mas mesmo assim não gostamos e noutras que conhecemos tantas coisas más e ainda sim as amamos. Intrigante.

Superstições


Sou uma pessoa muitíssimo supersticiosa e quem me dera a mim não ser! Não consigo despedir-me duas vezes porque dá azar, se se despedem a segunda vez, têm obrigatoriamente de se despedir a terceira, se não já não fico descansada. Não consigo virar a almofada a meio da noite porque meti na cabeça que dá azar (há coisas que me surpreendem a mim própria!), mas o pior é com os testes... Para o teste me correr bem, tenho de o fazer com a caneta azul (juro que uma vez fiz o teste todo com a caneta azul e no último exercício ela estava a falhar e troquei para a verde e não é que tive um 19 com esse exercício errado!!), as minhas suprestições podem ser aleatórias, mas eu confio nelas, parvoíce, eu sei. Também não posso usar leggins em dias de testes e se usar alguma lapiseira, terá de ser a que usei no 9º ano, porque foi o meu "ano de ouro"! Sou um bocadinho estranha e até posso parecer obcecada ou assim, mas juro que não!!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Guerras perdidas


De que serve travar guerras perdidas? Talvez eu goste apenas de saborear a derrota.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Temos Catwoman


A actriz Anne Hathaway será a próxima Catwoman no terceiro filme do Batman realizado por Christopher Nolan, depois de Michelle Pfeiffer e de Halle Berry. Vemos ver como ela se sai, estou curiosa...

Gostava de tanta coisa


Durante o tempo de aulas, mesmo que não passe 12h sobre 12h a estudar (que não passo) sinto-me totalmente miserável. Quando estou a fazer algo por mim, que goste, penso sempre "devia estar a estudar". É um grande sentimento de culpa, mas se estou mais de uma hora e meia seguida a estudar passo-me completamente!!! Dói-me a cabeça, tenho vontade de ir fazer xixi (pode ser psicológico, mas juro que tenho), dá-me a fome (sempre se perdem 5 minutos a comer bolachas) e ainda me dá ataques de solidariedade e vou brincar com o meu irmão assim que ele me pede. Que nervos!!! Porque é que não existe escola sem testes? Para mim era perfeitíssimo!!
Gostava muito de ter um bocadinho de tempo para ler alguma coisa que não os Maias ou o Frei Luís de Sousa, mas nem isso consigo fazer. Estou muito deprimida e pronto. Fuck tests!

O porquê do presente


Por vezes questiono-me como seria o meu presente se alterasse uma única coisa significativa no meu passado. Acredito invariavelmente no destino e, por isso, agarro-me à ténue esperança de pensar que se não fosse por um motivo, seria por outro, e a minha situação seria completamente igual. Por outro lado, às vezes gostava de saber, apenas de saber como seria a minha vida hoje, neste preciso momento, caso as minhas escolhas tivessem sido outras.
Não sou pessoa de arrependimentos, não choro os meus erros nem lamento as minhas falhas (menos nos testes, sim!), de resto sou convicta de que fiz sempre o que estava certo, pelo menos certo de acordo com os meu parâmetros momentâneos. Todavia, sinto um desejo, um enorme desejo de saber como seria se agisse racionalmente, mas por mais que tente, não consigo fazê-lo.
Gostava imenso de ter carro e de poder guiar até à beira mar. Sentar-me no pontão e inspirar o cheiro da maresia. O vento esvoaçar-me-ia os cabelos e, ao fim de uns momentos, tu vinhas pôr a mão no meu ombro, aproximar-te-ias do meu ouvido e sussurar-me-ias "estarei sempre aqui".
Não passa de uma miragem, eu sei.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Sondagem Nº 9 - O que farias se fosses traído/a?


Nesta sondagem os resultados não me surpreenderam por aí além. Nenhum dos votantes é liberal o suficiente para dizer que "Desculpava, todos temos o direito de errar". Podemos concluir que nos dias de hoje, a traição não é vista de forma alguma de ânimo leve. 12% dos votos foram para a opção "Falava sobre o assunto e tentava compreender o lado dele/a". De facto, muitas vezes, há uma razão para a traição, a pessoa pode efectivamente fraquejar num momento mais carente, ou pode inclusivamente ser persuadida a cometer um "erro", claro que para mim isto eram meras desculpas, mas saltemos a minha opinião pessoal! 25% dos votantes afirmam que "Metia-lhe os patins no momento que descobrisse". É uma visão mais radical das coisas, mas a meu ver está no seu pleno direito, a sensação de traição, de troca, de rejeição deve ser horrível! Os restantes 62% disseram que "Falava com ele/a, pedia justificações, mas acho que não conseguia desculpar". Uma posição mais intermédia, mas que também é apologista de que, perante a traição, a relação deve findar, (provavelmente estes 62% perguntariam coisas do género: como é que foi, diz lá?! Ele/a era assim tão melhor que eu? Gostaste? Estás contente seu/sua por** de mer**?!?!) Isto sou eu a supor o masoquismo do ente traído!!
Enfim, mais uma sondagem que permitiu verificar que antes de se meter o pé na argola, mais vale pensar muito bem que se está a pôr em causa uma relação que pode trazer muitas mais alegrias que um momento de prazer.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Aulas de substituição

Tema muito abordado e muito debatido aquando da promulgação da lei. Eram greves de alunos, eram greves de professores, eram greves de tudo e de todos. Agora não, assunto esquecido e encerrado. Pois para mim é totalmente absurdo e incompreensível que se prenda uma turma de 20 e tal alunos numa sala de aula, a "fazer" tarefas estúpidas. Quando ainda apanhamos um stor jeitoso que tira o seu computador e faz o que tem a fazer, as aulas ainda se passam bem, mas quando se apanha uma stora como a de hoje é pior que tortura! Ela mete-se nas conversas dos alunos, intromete-se, dá bitates e ainda quer que sejamos respeitadores exímio das regras da sala de aula, como se estivéssemos a aprender alguma coisa naquele antro de deprimência. Este ano, não percebi bem porquê, os stores têm faltado imenso, temos um furo aqui e ali que até podíamos aproveitar para estudar, falar, ouvir música, estar no café, mas não, temos de fazer a porra das fichas e dos trabalhos que foram deixados escritos num papelinho. Senhora ministra da educação, acha viável aulas de substituição no secundário? Por amor de Deus... 

domingo, 6 de fevereiro de 2011

O beijo de cada signo - reconhecem-se?


O beijo de Carneiro
Os nativos de Carneiro têm um beijo muito intenso e impetuoso, pois entregam-se de corpo e alma à paixão. Beijam de forma ardente, envolvente e dominadora, pois também a sua personalidade assim é. Embora muitas vezes os seus beijos sejam rápidos, são extremamente apaixonados. Precisam de sentir emoção da parte da pessoa que beijam, e “devoram” a sua boca com muita intensidade.
O beijo de Touro
Os nativos de Touro apreciam a qualidade e como tal os seus beijos são lentos e demorados. Adoram saborear a boca da pessoa amada, e beijam de forma intensa e envolvente, sem qualquer pressa. Sendo muito sensuais, procuram sentir a textura e o sabor da boca da pessoa que beijam. Detestam beijos rápidos, pois precisam de sentir intensidade e emoção.
O beijo de Gémeos
Os nativos de Gémeos beijam de forma brincalhona e alegre. Os seus beijos são provocadores, ora intensos ora fugazes. Uma vez que são muito criativos, detestam beijos monótonos. Adoram experimentar novas sensações, e gostam de surpreender a pessoa que beijam mordiscando os seus lábios ou brincando com a ponta da língua. Como o sentido de humor é vital para eles, muitas vezes os seus beijos são interrompidos por gargalhadas.
O beijo de Caranguejo
Uma vez que são extremamente sensíveis, os nativos de Caranguejo entregam-se ao beijo com todo o amor e dedicação e também alguma ingenuidade. O beijo é para eles uma forma sublime de demonstrar o amor que os une a outra pessoa, e como tal não são capazes de beijar sem romantismo e calor. Adivinham os desejos do seu par, e ao beijar procuram provocar-lhe mil sensações.
O beijo de Leão
Os nativos de Leão vivem os beijos de forma tão intensa e dramática como tudo o resto na sua vida. São vorazes e impetuosos, e gostam de sentir que têm o domínio sobre a pessoa que beijam. Os seus beijos são ardentes e fogosos, e geralmente inesquecíveis. Transmitem muito desejo e paixão. Precisam de sentir emoção e entrega da parte da outra pessoa, detestam a frieza ou fraca intensidade no beijo.
O beijo de Virgem
Sendo por natureza muito perfeccionistas, os nativos de Virgem são exigentes quando beijam e procuram fazê-lo de forma perfeita. Os seus beijos são intensos e através deles tentam proporcionar o máximo de prazer à outra pessoa. Embora possam mostrar-se muito discretos, os nativos deste signo escondem muitas vezes um vulcão dentro de si, que se deixa adivinhar através do beijo.
O beijo de Balança
Estes nativos são extremamente românticos, e procuram que os seus beijos aconteçam no meio de uma atmosfera de romance. Quando beijam, as pessoas Balança tentam partilhar com o outro toda a magia que idealizam na sua mente e põem muita beleza nos seus beijos. Embora sejam suaves, são cheios de sensualidade e emoção. Muitas vezes acariciam a outra pessoa enquanto a beijam, demonstrando afecto e carinho. Fazem-no de forma requintada, mesmo que seja discreta.
O beijo de Escorpião
Os nativos de Escorpião beijam de forma muito intensa e os seus beijos são carregados de erotismo. Através do beijo o Escorpião envolve a outra pessoa com toda a sua emoção e também algum mistério. O seu beijo é insinuante, deixando em aberto o convite para um envolvimento mais íntimo. É um beijo que dificilmente se esquece.
O beijo de Sagitário
Os nativos de Sagitário traduzem através do beijo o seu imenso desejo de conquista. Procuram explorar o corpo da outra pessoa e desvendar os seus segredos de forma impetuosa e impulsiva. Adoram experimentar as mais loucas aventuras e apreciam beijos surpreendentes e inesperados. Envolvem a outra pessoa de forma sensual e até um tanto “selvagem”, no entanto não se deixam prender facilmente, pois prezam muito a sua liberdade acima de qualquer outra coisa.
O beijo de Capricórnio
Os nativos de Capricórnio beijam de forma cuidadosa, explorando lentamente a boca da outra pessoa. Dão muita importância a todos os detalhes, e assim sendo não têm pressa ao beijar. Conquistam através do beijo, como se se quisessem apoderar subtilmente da outra pessoa. Uma vez que são muito dedicados à vida profissional, aliviam a pressão diária no beijo, descansando finalmente a sua mente e entregando-se de forma apaixonada às sensações que este lhes proporciona.
O beijo de Aquário
Os nativos deste signo beijam de forma conquistadora, como se estivessem a provocar a outra pessoa. São brincalhões e divertidos e adoram proporcionar ao parceiro uma infinidade de sensações. Têm uma forma de beijar muito original, e os seus beijos são uma constante surpresa. Embora seja muito independente, o nativo de Aquário precisa que haja envolvimento com a outra pessoa para apreciar verdadeiramente o beijo.
O beijo de Peixes
O nativo de Peixes entrega-se por completo à outra pessoa enquanto a beija. Procura obter através do beijo o máximo de sensações e desfruta de cada segundo com muita sensualidade e prazer. É extremamente intuitivo e sensível, e embora o seu beijo seja suave tenta que a outra pessoa se sinta nas nuvens. Não exige nem procura prender ou conquistar. Dá, simplesmente, sem reservas, e com toda a sua emoção.

O meu está tal e qual!! Retirado daqui

Thoughts #6


I would slow down, what about you?

Love or suicide


Os dias eram uma constante rotina, mas ela gostava que fossem assim. Tinha o emprego com que sempre sonhara, uma vida cheia de trabalho e preocupações, pouco era o tempo que lhe restava para divagações. Era totalmente independente; vivia sozinha num apartamento no centro da grande Lisboa. O despertador tocava todos os dias às sete e meia da manhã. Corria à volta do quarteirão durante meia hora/vinte minutos. Subia, tomava um duche, o pequeno almoço, arranjava-se e dirigia-se pacificamente para o trabalho. Os amigos contavam-se pelos dedos. Gostava de paz e sossego e de sair esporadicamente com aqueles que gostava realmente de estar. Não amava ninguém desde os ingénuos 17 anos, altura em que teve um grande desgosto amoroso - de um momento para o outro, o namorado que tinha já há dois anos e meio, deixou-a por se ter enamorado por uma tipa uns anos mais velha. Desde esse dia, Maria jurou a si mesma que não se voltaria a apaixonar. De facto até aos 27 anos conseguiu cumprir a promessa. Teve um flirt aqui e ali, coisas de uma noite ou no máximo uma semana. Dedicou-se inteiramente à vida profissional e deixou de lado aquilo que mais sofrimento lhe causou, o amor...
Numa das corridas matinais, esbarrou contra um rapaz muito bem parecido, tropeçando no seu pé e apoiando-se no ombro dele. Moreno, latino, olhos verdes, lábios carnudos e um sorriso encantador, foi o que lhe despertou à atenção. Desculpou-se dizendo que ia distraída e que não o vira, mas ele não esperou que ela acabasse as desculpas para a convidar para um café. Usou a típica desculpa do "é o mínimo que posso fazer por si". O café, depois o passeio, depois o jantar, depois a cama. Ao fim de uma semana estavam os dois embrulhados nos lençóis de seda do apartamento da jovem, partilhando múltiplas emoções e sentimentos. Quando acabaram de fazer amor, ela disse-lhe enternecida "tu és especial". Ele não respondeu e ela interpretou o silêncio como um assentimento à declaração e uma reciprocidade de sentimentos.
As semanas transformaram-se em meses e os meses em anos. A mágoa de há muito tempo tinha sido apagada. Ele não era expressivo nem muito emotivo, mas tinha o dom de ter a palavra certa no momento certo. Já namoravam há sensivelmente dois anos, quando ela lhe falou em casamento. Ele não deu abertura à conversa e, desde esse dia, não voltou a aparecer-lhe.
Anos mais tarde veio a saber que as viagens de negócios eram um pretexto para ir ter com a noiva que residia em Itália.
O mundo voltou a desabar. Pela segunda vez consecutiva sentiu-se trocada, usada, manipulada, enganada e traída. Maria entregou-se ao inferno da rejeição, e desde os 29 anos de idade, não voltou a provar o sabor agridoce do amor. Foi encontrada morta no sofá vários anos depois, com um um bilhete tingido de sangue que dizia «Não cabe ao coração curar as maselas feitas por terceiros, mas sim à consciência. Eu não tive coragem de arrancar a impermeabilidade que o meu ser formou à volta da paixão. E ao fim de tantos anos, apesar de não saber viver com amor, já não consigo viver sem ele.».

Todos aguentamos uma grande desilusão uma vez, mas nem todos superam duas e três.

Visão feminista das coisas


As mulheres são o ser mais poderoso à face da terra. Muitos homens já o admitiram e os que não o fazem é porque são demasiado machistas e retrógrados. Já lá vai o tempo em que a mulher era vista como o elo mais fraco, a peça de uso descartável, o mero utensílio que cozinhava, lavava, limpava, cuidava dos filhos e mantinha a casa em ordem. As coisas mudaram e ainda bem que assim foi. Passámos de donas de casa a empreendedoras. Nós conseguimos fazer tudo. Temos a capacidade de ser dedicadas ao trabalho e à família, de fazer uma coisa e outra ao mesmo tempo, de ter um ouvido aqui e outro acolá. Comitantemente sensíveis e duras. Choramos quando a nossa fragilidade se sobrepõe à nossa força; tirando isso conseguimos suportar as maiores dores. Entregamos a nossa alma mais facilmente que eles. Eles dão o corpo, nós o coração. Ficamos desoladas, magoadas, espavoridas, quando eles dizem aquelas palavras frias de quem nunca sentiu amor. Chegamos a culpar-nos por eles dizerem as barbaridades que dizem. Preferimos acarretar as culpas de um amor fracassado do que chutar a bola e seguir em frente. Nós perdoamos, mas nunca esquecemos. Eles esquecem, mas nunca perdoam. Temos uma visão romântica do mundo. Somos mais genuínas, mais surpreendentes. Há uma chama dentro de nós que permite que levemos tudo até ao fim. Suportamos a relação e equilibramo-la. Arranjamos mil formas de acabar, enquanto eles se limitam a proferir a palavra "acabou".
Podemos ser confusas, inconstantes, ter os nossos descalabros. Por vezes podemos até ser mesquinhas, irritantes, cuscas e metediças. Já não é defeito, é feitio. Mas somos nós, simplesmente nós. E quer os homens contradigam e debatam esta temática, somos seres encantadores, extraordinários, sublimes e misteriosos. M de mulher, m de melhor.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

O amor não é um mar de rosas,

porque se assim fosse, a Savannah e o John não estariam separados por milhares de quilómetros (Juntos ao Luar), não tinha sido o irmão da Sarah a matar a mulher do Miles (Uma Promessa Para Toda a Vida) nem a Allie ficaria noiva e "esqueceria" o Noah (Diário da Nossa Paixão)

I need help

Gosto imenso de romances, assim ao estilo do Nicholas Sparks, mas estou um bocado farta de ler o mesmo autor, parece que só sei falar de Sparks, Sparks e Sparks e, apesar de o admirar bastante, é um escritor que peca por "plagiar" um pouco os seus próprios livros. Aconselham-me algum romancista em especial? Thank yooou!*

Cedo erguer


Hoje acordei cedérrimo! Não sou uma pessoa muito preguiçosa e aos dias de semana não tenho de me levantar com uma grua nem nada que se pareça, mas aos sábados e domingos... Opá perdoem-me mas a manhã é para esquecer. Mesmo que meta o despertador para as 10, na humilde tentativa de ainda aproveitar o restinho da manhã, acabo sempre por ficar debaixo dos lençóis polares, no Inverno então, até dói tirar o pé da cama. Hoje, contrariamente ao que vem acontecendo desde os primórdios, saltei da cama às 8.25h (mentira, às 8.25h o despertador tocou e eu levantei-me às 8.30h, claro que pus os 5 minutos de desconto). Não que me tenha dado um ataque de energia matutina, mas tinha coisas para fazer e a minha avó não podia ir beber o café sozinha (ela odeia e a minha mãe foi trabalhar para o hospital!). Então a pedido dela passei lá por casa às 9 horas. Se eu vos disser que a rua só tem velhos de 80 anos e homens das obras, acreditam? Pois é a verdade. Ninguém no seu perfeito juízo está a pé às 9h da manhã!! Fomos beber o cafezinho, fui ver de umas botas (só havia 36 e eu calço 35 de botas, bolas!) portanto apesar de lindérrimas não pude comprar, fiquei imensamente deprimida... Por fim, fui comprar o meu livro de Química que já andava a adiar há imeeeenso tempo. E pronto, o dia ficou substancialmente maior, mas agora admito, estou supeeeeer cansada e só queria ir para a caminha de novo!

Estou a ficar velha


Já entrámos em Fevereiro e eu começo a sentir-me velha. Este mês faço aninhos que já vão parecendo anões! O que mais me irrita é que por mais anos que faça a cara de menina permanece. A minha mãe diz-me muitas vezes "agora é chato pareceres uma miúda, mas acredita que é bom teres 40 anos e aparentares 30". Pois, eu não digo que não seja, mas neste momento é uma grande seca dizerem que tenho carinha de menina! Isto é de família. A minha mãe conta-me que estava grávida de mim, tinha 27 anos, e uma senhora passou por ela e disse "que miséria, estas gravidezes tão novinhas..." e no entanto ela já estava a bater nos 30!! Talvez daqui a uns aninhos eu ache muita graça ao facto de continuar a ter estas feições, o rosto redondo, a carinha sem borbulhas e o sorriso inocente, mas agora estou muito deprimida e revoltada!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Love n' hate


Quando a maré nos puxa, o mais fácil é deixarmo-nos ir. Ceder ao que não queremos, porque ela quase nos obriga largarmos a mão do rochedo. Às vezes sinto que a minha vida é um pouco assim - uma batalha constante entre o que devo fazer e o que quero fazer. Nunca tenho plena consciência do que está certo e do que está errado; oscilo sempre entre um lado e outro. Por questões alheias, acabo por fazer o que devo fazer e não o que quero fazer. Talvez assim as culpas não recaiam tanto sobre mim se errar. Ao fim ao cabo é o que devo fazer que está escrito. O que quero fazer é apenas um pormenor da minha evolução, um capricho, uma vontade própria, um desvio natural do que está previamente aceite como certo. A verdade é que quando sigo os conselhos de terceiros me dou melhor do que quando uso a minha austera impulsividade que já destruiu coisas a mais... Há pessoas que são assim - destruidoras. Eu sou assim. Não aguento a raiva muito tempo, o ódio, acho que nunca senti (graças a Deus), não desejo assim tanto mal a ninguém ao ponto de dizer que o odeio. Já o devo ter dito, mas não sentido. Ninguém merece tanto rancor. Nem mesmo quem nos arranca pedaços do coração com uma faca afiada e nos mostra o que está a fazer enquanto gritamos por misericórdia e evocamos o que de mais bonito houve. Nem quem nos engana, nos fere e nos magoa todos os dias, com palavras, gestos ou mesmo pensamentos indelicados que nos dão vontade de partir tudo à nossa volta. Nem esses, nem ninguém. A piedade é uma coisa que poucos têm e que eu vou tentando aprender a ter. É mais revoltante para quem nos quer mal sentirmos pena que ódio.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Gafes dos professores, eles também se enganam!

Eu não vou colocar aqui as nossas gafes; nem o 0 ao quadrado = 1, nem o "beeing", nem o "estava a fazer uma auto-biografia não sei de quem", nem mesmo o "80% das mulheres são mulheres" porque nem vale a pena entrarmos por aí (ups!), mas decidi colocar as gafes que os stores dizem e que os alunos ouvem, riem e registam no caderno! Então vamos lá:
  • Corónicas - prof. de Português;
  • Ele era parecido como a filha - prof. de Biologia;
  • Vocês têm de ter a capacidez - prof. de Educação Física;
  • Ha-des ficar pior que eu - prof. de Biologia;
  • Maradores do Maranhão - prof. de Português;
  • Empire Building States - prof. de Biologia;
  • Declaro-vos marido e mulhor - prof. de Português;
  • Se vocês não tarem com atenção - prof. de Matemática;
  • É um privérbio - prof. de Português;
  • Cactio (era suposto ser cacto) - prof. de Biologia;
  • Presência - prof. de Português;
  • Nós samos diferentes - prof. de Biologia;
  • As cobras foram salvadas - prof. de Biologia;
  • O assunto que eu pôs no sumário - prof. de Matemática
Atenção: Isto é apenas uma brincadeira que nós fazemos em anotar as pequenas gralhas dos professores, não tem qualquer intenção de gozo, os nossos erros são bem piores!!

Quando houver mais errinhos voltamos à carga!

O amor...


...quanto mais inesperado é, melhor se vem a tornar.

Coisas excelentes da vida!

Adoro quando recebo um teste e depois venho a constatar que a stora marcou uma coisa mal que estava certa! A-d-o-r-o. E venham mais uns valorzinhos!

Grande susto!

Não é que vou à janela para ver como está o tempo e encontro um homem pendurado do lado de fora!!! Depois é que me lembrei que andam a pintar o prédio e agora só oiço "vém cá minina bonitá"! Tomara que as obras acabem já!

Relações sexuais durante a menstruação


Parece que há determinadas vantagens em ter relações sexuais durante o período, nomeadamente

1. Algumas mulheres sentem mais desejo sexual durante o período
2. As relações sexuais durante o período aliviam as dores
3. As relações sexuais durante o período unem o casal

4. Nas relações sexuais durante o período, tem menor probabilidade de engravidar

mais informações aqui

e que tal, ficaram convencidos?

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Casamento


Sim, é caro. Sim, é apenas um papel. Não, não mostra que se gosta mais um do outro. Não, não é indispensável à felicidade. Mas... casamento! Aquele dia mais que inesquecível, um dos momentos mais marcantes de todo o sempre. Símbolo de amor, respeito e fidelidade (ou deveria ser). Hoje em dia já não se dá o valor que se dava antes ao casamento, mas é o auge de uma relação amorosa, ou não? Por muito que se conteste, será sempre algo memorável na história de um casal. Não quero com isto dizer que sou contra os "ajuntamentos", até acho bastante bem que as pessoas, se não acreditam na união divina, se juntem, mas para mim é uma coisa absolutamente linda. Penso que mais as mulheres que os homens sonham com o grande dia; o som dos sinos, a passadeira vermelha, a marcha nupcial, o noivo no altar, o momento do "sim", a troca do primeiro beijo de casada, a saída da igreja, o arroz no cabelo, o copo de água, a noite de núpcias, tudo... Há uma enorme magia subjacente ao alegado papel que assinamos. Não digo que não haja consumismo, esbanjamento de dinheiro, um enorme floriado à volta de uma coisa que podia na verdade ser bem simples. Não sou apologista de uma pessoa se endividar por causa de um único dia, de comprar um vestido de noiva que custa este mundo e o outro para usar somente uma vez. Mas há sempre forma de fazer a coisa pelos mínimos...
Depois há outro factor que acho muito triste (sim, sou antiquada, mas não consigo pensar doutra forma) que é ter uns 50 anos, filhos criados e ser solteira... Faz-me uma confusão...! Se calhar é rídiculo, mas caramba dá uma ideia de "tia" que ficou a viver com a mãe até esta morrer! Talvez daqui a uns anitos, na minha geração já não seja nada de anormal e lá vou ter um de me adaptar. Até lá continuo a sonhar com o grande dia e pronto.