domingo, 15 de setembro de 2013

Love you

It doesn't matter how many times I watch Rocky, I always cry at the end!

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Desilusão

[Spoiler Alert] Se são fãs de 90210 e já acabaram de ver a série podem continuar a ler e compactuar com o meu desagrado, se ainda estão a ver, então esperem por se desiludirem a vocês mesmos.
Ora... Qual foi o sentido daquele final?! Primeiro estamos 5 temporadas para ver a Annie e o Liam com um super final feliz e o que acontece é, na verdade, 2 minutos (se tanto) deles juntos. Ao menos ficam noivos, pronto. Navid e Adrianna começaram um pouco antes do Liam e Annie, mas também tiveram um final muito fraquinho. Mas calma, que estes foram os melhores finais arranjados pelos queridos criadores. O Dixon acaba sem sucesso, sem rapariga, sem nada! Mas pior acaba a Silver que para além de também não ter nada daquilo ainda se descobre que tem cancro. E a Naomi?! Sempre pensei que ela acabasse por ficar com o Max, o seu true love inquestionável, mas não, acaba com o Jordan com quem viveu um pseudo romance sem piada absolutamente nenhuma. Uma série que marcava pelas festas deslumbrantes, os cenários que deixavam qualquer pessoa a querer apanhar o próximo voo para Hollywood acaba de uma forma super estúpida! O último episódio dava perfeitamente para dar continuidade à série, mas acabar assim foi tão "poucochinho" como se costuma dizer... Estava à espera de um casamento entre o Liam e a Annie organizado pela Naomi Clark. Uma Ade, sei lá, grávida do Navid ou a partir com ele para uma super viagem. O Dixon talvez com a Silver (sim, ainda tinha essa esperança), dado o amor inquestionável que viveram no high school. E a Naomi claro com o Max ou então com um daqueles rapazes fantásticos que fazem tudo por ela e que a desafiam até ao limite (e não com uma mãe tenebrosa que lhe atormenta a vida). Enfim, para a série que foi e para o que gostava dela, fiquei desiludida com o final. Que porcaria. Quero mais uma temporada! (Vá, contento-me com mais um episódio que valha a pena!!).

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

I know it was true

Dei por mim, de forma totalmente fortuita, a recordar momentos que tinha enclausurado. A caminhada para casa, com a brisa fresca a esvoaçar-me o cabelo e o cheiro das ruas pelas quais já passámos deixou-me nostálgica. Despoletou-se em mim uma enorme vontade de reviver os nossos momentos, com conseguinte frustração por reconhecer a impossibilidade de tal acontecer. Encarcerei as memórias que tinha de ti, com a ânsia de torná-las nisso mesmo: meras memórias. A verdade é que não o são. Continua ávido o desejo de te olhar mais uma vez, não aquele olhar passageiro que se farta com uns singelos segundos, mas um olhar demorado, no qual me revejo em ti, em que as nossas bocas se calam e tudo é dito num laivo de luz. Nesses momentos não dizíamos nada, ficávamos assim; a tua mão passava lentamente sobre o meu braço e podia sentir o teu respirar contra a minha testa. Perdidos em momentos de utopia, idealizando aquela que seria a nossa vida mais que perfeita, trocávamos juras mesmo no silêncio que avassalava a atmosfera que nos consumia. Arquivar esta realidade que assim deixou de o ser há tão pouco tempo é um processo moroso que me leva muitas vezes a deitar-me na cama e a ouvir músicas que despoletam pequenas lágrimas, não de tristeza, mas de saudade. Não uma saudade infeliz, mas uma saudade saudável. Uma saudade que me permite sorrir no fim e pensar: Don't cry because it's over, smile because it happened. And we did happen. It wasn't just a summer crush or a winter fall, it was love, true love. Maybe, it still is...

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Estou apaixonada


Mas quem poderá não estar?! Ian, Ian... Partes-me o coração. [E que saia a próxima temporada de Vampire Diaries!]

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Our love

Passo e espero. Espero por um sinal de ti que diga que existe um "nós". Pode não ser agora, pode nunca ter sido de facto, mas que haja um "nós" em alguma parte da nossa vida. Não peço promessas ou juras eternas, peço momentos, pequenos laivos de alegria que me permitam guardar na memória algo de extraordinário. Não quero algo duradouro, quero algo verdadeiro. Se for contigo, tanto melhor. Connosco terá sempre um sabor agridoce, aquele travo a erro, aquela sensação de que não nos devíamos deixar levar por sentimentos obtusos que nos consomem. Na verdade, é o que acontece nesta coligação que criámos mesmo sem querer: consumimo-nos. Amamos desmesuradamente sem deixar frechas de liberdade. No fundo, somos escravos de uma paixão ardente que desconhecemos a força e vitalidade. Não obstante, tentamos acerrimamente libertar as correntes fervorosas da fúria que é esta ânsia de nos termos, vivendo vidas separadas preenchidas por sonhos opostos e ideais contraditórios. Por isso digo e repito: não quero uma vida em pleno, quero um momento, um momento inesgotável.

sábado, 6 de julho de 2013

You're my dream

Sentaste-te ao meu lado a abraçaste-te a mim. Um calafrio gelou-me por completo. Fiquei estática à espera que o meu corpo reagisse externamente, mas a única coisa que sentia era o acelerar do batimento cardíaco e o estômago enviusado. Tocaste-me na mão com uma suavidade que nunca tinha sentido e, por fim, os nossos olhares encontraram-se. Lembro-me tão bem da cor dos teus olhos, da minha imagem neles. Lembro-me do que disseste no momento a seguir: "eu nunca te vou deixar". Infelizmente guardei essas palavras vãs e cravei-as no meu coração, impregnando-as com esperança e amor profundo. 
Acordei. Abri os olhos e tu não estavas lá. Nem nunca estiveste, de facto. Gostava de te poder dizer o que sinto, sem demoras nem rodeios, sem aquelas palavras a mais que tornam o discurso sobrecarregado de empenho para te impressionar. Uma palavra bastava. E uma promessa também.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Sabes que algo está mal quando

estás a estudar História e pensas "Bem, agora vou fazer um exame de Matemática para descontrair". Matemática para descontrair? A sério Joana?

sábado, 22 de junho de 2013

10 coisas que parecem interessantes fazer quando se estuda:

  1. Olhar para a parede;
  2. Brincar com a caneta;
  3. Arrumar a secretária;
  4. Fazer bonequinhos no caderno;
  5. Espreguiçar;
  6. Mudar a mina da lapiseira;
  7. Fazer chichi;
  8. Comer o que quer que seja, preferencialmente doces;
  9. Beber água;
  10. Apreciar a proteção da secretária (sim, eu tenho uma com o mapa da Europa e distraio-me imenso).
Basicamente, quando temos de estudar, até ver uma mosca a voar (esqueci-me dessa desculpem!) nos parece a coisa mais interessante do mundo...

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Ressuscitei

Andei "morta" aqui para este cantinho que conta a história da minha vida desde há dois anos e meio. Quem me conhece bem, se ler o blog fica a conhecer-me ainda melhor. Quem me conhece mal, fica com algumas luzes. E quem me conhece realmente bem, por vezes fica confuso com coisas que escrevo. Pois, talvez, eu não seja uma pessoa linear, talvez seja confusa, complicada e tenha as ideias baralhadas. Quando aqui escrevo tento encontrar-me, tento perceber quem sou, o que quero. Daí acontecer muitas vezes começar por escrever uma coisa e no fim do texto apresentar uma ideia contrária. Sou uma pessoa antagónica, de facto.
Ando a estudar para os exames pelo que me apetece mais vir aqui ao blog. Como já tinha partilhado anteriormente, encaro o blog como uma evasão, por isso é nos momentos mais atarefados que decido tirar uns minutos para partilhar aqui a azáfama que anda a minha vida! (estudar, estudar e mais estudar...)
Gosto de vir aqui escrever quando estou mais triste, deprimida e melancólica, afogando as minhas mágoas através da escrita. Acontece que não me tem apetecido fazê-lo porque estou numa fase muito equilibrada (os meus seguidores sabem que odeio esta fase não é...). Sou apologista de que se deve experimentar o melhor e o pior, mesmo que a felicidade extrema nos conduza a um desespero sufocante. Contrario totalmente a perspectiva de Ricardo Reis que defende que devemos viver moderadamente, sem que vivamos com muita intensidade para não termos de passar pelos piores sentimentos e desgostos. Discordo. Óbvio que não gosto de sair magoada de diversas situações, mas sofrimento em prol de algo que nos faz realmente bem, nos deixa em êxtase, nos dá uma alegria quase utópica não é compensador?! Enfim, estou na fase do Carpe Diem, o que não me agrada particularmente, mas... São fases!
Agora com o Verão tenho um feeling que isso mudará...
Darei notícias com mais brevidade, promise!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

A melhor sensação

é resolveres um exercício de matemática que parecia insolúvel ao início. Epa que êxtase.

P.S. Foi um momento nerd, indeed.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

E assim se mostra o verdadeiro amor

Já que eu ando sem inspiração por estes lados, resolvi partilhar esta notícia que li e que não podia deixar de me tocar. Assim sendo, partilho com vocês esta que achei ser das mais bonitas (e extremamente simples) provas de amor do nosso adorado (acho que posso falar assim dele!) Brad Pitt:

O ator Brad Pitt revelou ontem que a sua relação com Angelina Jolie esteve à beira da rutura e que só conseguiu recuperar a sua mulher com muitos mimos, flores, beijos e elogios.


Num texto publicado na revista americana “Identity Magazine”, sob o título “Um Segredo de Amor”, escreve Pitt:
“A minha mulher adoeceu. Estava constantemente nervosa por causa dos seus problemas no trabalho, vida pessoal e das suas falhas e problemas com os nossos filhos. Perdeu cerca de 13 quilos e pesava pouco mais de 40 quilos aos 35 anos. Ficou demasiado magra e chorava constantemente. Não era uma mulher feliz. Tinha dores de cabeça constantes, dores no peito e tensão muscular nas costas. Não dormia bem, adormecia somente de madrugada e cansava-se muito durante o dia. A nossa relação estava à beira da rutura. A sua beleza começava a abandoná-la. Tinha papos debaixo dos olhos, andava sempre desgrenhada e parou completamente de cuidar de si. Recusava trabalhar no cinema e rejeitou vários papéis. Perdi a esperança e pensava que nos divorciaríamos em breve… 
“Foi então que decidi tomar algumas medidas. Afinal, eu tenho a mulher mais bonita do mundo. Ela é a mulher ideal para metade dos homens e mulheres do planeta e eu era o único a ter o privilégio de adormecer ao seu lado e de poder abraçá-la. Comecei a mimá-la com flores, beijos e muitos elogios. 
Surpreendia-a e tentava agradá-la em todos os momentos. Enchi-a de presentes e comecei a viver apenas para ela. Só falava em público a seu respeito e relacionava todos os assuntos com ela, de alguma forma. Elogiei-a a sós e em frente a todos os nossos amigos. 
“Podem não acreditar, mas ela começou a renascer, a florescer… Tornou-se ainda melhor do que era antes. Ganhou peso, deixou de andar nervosa e ama-me ainda mais do que antes. Eu nem sabia que ela podia amar tão intensamente. E então percebi: ‘A mulher é o reflexo do seu homem’”.

Retirado daqui

segunda-feira, 3 de junho de 2013

terça-feira, 21 de maio de 2013

Descobri a resolução para os meus problemas de desconcentração:

Estudar na casa da avó. Sem computador, internet, com a porta fechada e a luz natural a iluminar a sala. Condições perfeitas para uma longa (e extenuante) tarde de estudo. Ao menos foi produtivo. A repetir amanhã. E talvez depois. E quem sabe... Até ao fim da época de Exames.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Só sei que nada sei

Hoje senti a falta disto. Hoje. Agora. Neste preciso momento. Provavelmente não vou escrever grande coisa porque, na verdade, o que quero dizer não pode (ou não deve) ser partilhado.
A questão é que nada está como devia estar. Parece que tenho o mundo do avesso, que já não me reconheço nas minhas próprias atitudes. Faço as coisas sem pensar, e quando penso que penso, penso mal. Precisava dos velhos dias, de arrumar a cabeça, precisava das velhas pessoas e dos velhos conselhos. Talvez esteja perdida e precise apenas de me reencontrar nisto que se tem tornado um cenário que já não reconheço como a minha vida. O meu dia-a-dia, o rumo que a minha vida tem vindo a levar... Esta não sou eu. Despersonalizei-me na tentativa furtiva de me encontrar e agora deparo-me com a fragilidade dos meus vários "eu's" dispersos por quem já não sou. Enfim, o meu mal deve ser sono (oxalá fosse...)

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Ausência

Sei que não tenho escrito. Não por falta de tempo, mas por ter tempo a mais. Como sempre considerei este cantinho um escape e tenho tido muito tempo livre, não venho tanto aqui. Por outro lado também não tenho tido grandes novidades. Confusão é a palavra que define a minha vida nos últimos tempos. Vou tentar ter inspiração para escrever qualquer coisa. Até lá... Bem, espero que tenham paciência!

quinta-feira, 18 de abril de 2013

segunda-feira, 15 de abril de 2013

As relações em segredo são as melhores

Digo isto porque a inveja, a desconfiança e a mesquinhez são inerentes ao ser humano e estão impregnadas na sociedade. Todas as relações despoletam emoções por parte dos amigos, conhecidos e até mesmo desconhecidos; uns ficam felizes com a nova união, outros ficam com um ódio de morte. A verdade é que é quando nada se sabe, quando a relação diz respeito apenas aos intervenientes que o relacionamento corre melhor, pelo simples facto de não haver terceiros a interferir entre o casal. Os "diz que disse" matam qualquer relação quando levados a longo prazo, por muito que os queiramos ignorar, mais cedo ou mais tarde eles começam a gerar dúvidas e desconfianças e, por conseguinte, os alicerces do relacionamento são postos em causa. Claro que chega a um certo ponto que temos necessidade de partilhar com o mundo a nossa felicidade, o quão felizes estamos ao pé do nosso "mais que tudo", todavia após passado esse processo os inconvenientes são muitos mais do que o feedback positivo que recebemos.
Tenho para mim que uma relação deve ser assumida e partilhada quando está já sólida, quando os dois estão em perfeita harmonia e sabem bem o que querem. Não quero com isto dizer que as coisas devem ser feitas às escondidas, claro que os amigos mais próximos sabem, no entanto o "numa relação" no facebook pode vir a estragar muita coisa. Aliás, o facebook, os asks, o twitter e etc têm vindo a estragar muitas relações porque apenas contaminam algo que muitas vezes está perfeito. Inventam mentiras, reavivam coisas arquivadas do passado e verdade seja dita que por muito que se pense "se me vierem dizer alguma coisa, eu não vou acreditar e confiar nele/a", a dúvida é inerente à condição humana e desde o momento em que nos contam alguma coisa, por muito utópica que seja, isso marcar-nos-á e provocará desconfiança.
As meninas de 15/16 anos adoram colocar essas coisas no facebook e claro, eu com 16 anos também gostava. Agora com 19 as coisas começam a ser vistas por um prisma diferente! A ideia de que só é oficial quando o facebook diz que é torna-se cada vez mais ridícula, mas enfim. O fim de relacionamentos que acontece por causa dessas redes sociais só vem corroborar a minha teoria: "secreto" é melhor.

sexta-feira, 12 de abril de 2013