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segunda-feira, 18 de março de 2013

Amor é quando...


eu tenho saudades tuas? Espero por uma mensagem que não vai chegar? Anseio que me toques à campainha mesmo sabendo que isso não vai acontecer? Recordo os momentos que passámos com um sorriso? Penso nas palavras que trocávamos e limito-me a chorar? Olho para as nossas fotos e de imediato a nostalgia toma conta de mim? Retraio a vontade imensa de te falar? Me imagino somente contigo daqui a 50 anos? Sonho com os momentos que acabámos por não ter? Sinto um frenesim cada vez que me tocas? Amor é tão simples, não é? Não, não é... 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Amor é...

quando ele passa uma hora na Douglas comigo a escolher uma sombra sem fazer birra e a ajudar-me!

sábado, 14 de janeiro de 2012

E afinal de contas, o que é o amor?


Durante a passada semana, na sequência de um trabalho de Psicologia, eu e o meu grupo fizemos questões relativas à atracção, agressão e intimidade, sendo que a pergunta final era "o que é, para ti, o amor?". As respostas foram muito variadas. Houve pessoas que disseram que "é um sentimento que nos faz sentir bem", outras que "é uma necessidade biológica", outras ainda que "é algo inexplicável através de palavras". A minha resposta foi "é o que se sente quando dois olhares se tocam e o silêncio fala por si". Mas é muito mais que isto, não é? Eu apenas quis fugir à típica resposta, apenas tentei olhar para o lado poético do amor e imaginar a magia que se sente quando encaramos quem amamos. Pelo que pude averiguar, as respostas foram tantas, mas tantas, e tão distintas que não posso fazer um resumo de o que é o amor para os alunos de 11º e 12º ano da ESAA. Acho que todos estamos de acordo quando afirmo que o amor é dos sentimentos mais difíceis e controversos de tentar descrever, pois ele existe personificado de tantas formas, tamanhos e feitos, com tantas intensidades e tantas vertentes que poderemos continuar, por longos e longos anos, à procura da resposta da inesgotável pergunta: "e afinal de contas, o que é o amor?"

domingo, 16 de outubro de 2011

What's love?


Talvez ninguém saiba responder, ou melhor, talvez cada pessoa tenha a sua própria definição. Sabemos quando amamos, contudo na maioria das vezes, desconhecemos o porquê. Aliás, apaixonarmo-nos é um processo que nos passa ao lado, sabemos apenas que num dia uma determinada pessoa é um "nada" e que, a pouco e pouco, quase sem dar de si, passou a ser o nosso "tudo". Talvez confundamos amar com adorar, amar com gostar muito, amar com gostar. Talvez até na maioria das vezes saibamos o que sentimos, porém estamos renitentes em aceitar. Porque se muitas vezes queremos amar e não amamos, outras tantas, ou ainda mais, amamos mas não queremos amar. Tudo se resume a uma busca incessante de bem-estar, de equilíbrio espiritual e de entrega. Nós necessitamos de nos entregar. Esquecemo-nos da dor que é darmo-nos a quem não nos aceita, ou a quem não nos merece. Sabemos que é uma decisão perigosa, na qual muitas vezes, não temos escolha. Amar é o melhor e o pior. É tudo e nada. É euforia e desilusão. É vida e melancolia. O amor é inerente ao ser humano. Nós amamos. Amamos porque a Natureza assim o decidiu. Por muito que tentemos lutar contra aquilo que sentimos, por muitos esforços que façamos, por mais que tentemos apagar o que o coração insiste ao trazer ao de cima, o que somos, ali permanecerá. E nenhum coração deve ser deitado fora, tratado com desdém, desprezado e amarrotado. E é isso que fazemos. É isso que constantemente fazemos a nós próprios e aos outros. Não sabemos cuidar daquilo a que chamamos amor.
As noites trazem ao de cima aquilo que, durante o dia, conseguimos esconder por detrás de todas as preocupações e afazeres. À noite, a Lua insiste em restituir-nos os pensamentos, a dor e a saudade. Tudo aquilo que mantemos longe com o raiar do sol, volta a si, no máximo esplendor. E quando estamos quase a adormecer, as memórias do que se passou e do que se poderia ter passado voltam. Voltam e ficam. Voltam e não nos deixam dormir. Voltam para nos lembrar dos nossos erros e desventuras. O amor que há dentro de nós grita, manifesta-se e exacerba o melhor e o pior que reside no nosso ser. O amor é o alicerce que suporta o que somos. E sem amor? Sem amor ninguém consegue viver.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Love is... #1


As faces do amor mostram-se completamente opostas quando este é vivido ou quando, simplesmente, não lhe podemos dar o devido o uso. Eu amo o amor e o resto é conversa. Ponto final, parágrafo.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

domingo, 2 de janeiro de 2011

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

terça-feira, 28 de dezembro de 2010