quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Pessoas da nossa vida


Há pessoas que entram na nossa vida de rompante. Aquirem o seu lugar, e ali se deixam ficar confortavelmente. Há outras que não. Há pessoas que nos cativam com um sorriso e há outras que nos conquistam com uma conversa. Há pessoas que marcam pela sua presença e há outras que marcam pela sua falta. Há pessoas que nos fazem logo sentir especias, há outras que nos vão fazendo sentir únicos aos poucos. Há pessoas que prometem mundos e fundos que não conseguem cumprir, há outras que nada prometem e nunca desiludem. Há pessoas que entram por uma porta, saem por outra, e perdemos-lhes o rasto, há outras que cravam a sua presença em nós, para sempre. Há pessoas que não nos deixam cair, há outras que estão lá para nos ajudar a levantar. Há pessoas que são tudo e se transformam em nada, há outras que não são nada e vêm a revelar-se o nosso tudo. Há pessoas que nos cativam, outras que nos afastam. Há pessoas que não precisam de fazer nada para se tornarem especiais, há outras que por mais que façam, nunca o serão. Há pessoas que despoletam em nós uma paixão intensa, outras um ódio profundo. Há pessoas que nos ajudam a ser quem somos hoje, outras que destroem pedaços da nós. Há pessoas que estão de passagem, há outras que passam para ficar. Há pessoas para todos os gostos e feitios, no entanto há sempre uma pessoa, em qualquer parte do mundo, que é A pessoa de alguém.

sábado, 6 de agosto de 2011

Conversas produtivas com o João Barata!

1º Tópico
«Há uma cena bué estúpida: as miúdas quando se chateiam fazem logo grupinhos e dizem "ou és meu amigo ou és dela". Eu ao início ainda ficava do lado de alguma delas, mas agora não tenho paciência para essas porcarias. Com os rapazes é mais fácil - eles andam à porrada, mas no outro dia já 'ta tudo bem. Elas não... Podem ficar tipo um ano chateadas!»

2º Tópico
«Mete bué raiva, quando os burros não sabem alguma cena que a professora pergunta, começam a chorar só para terem pena deles.»

3º Tópico
«Elas gostam de mim sem me conhecerem. Tipo eu sou giro, né? E elas vêm dizer se eu quero ser namorado delas. É bué engraçado, eu depois digo que não e elas ficam tristes. Mas uma vez gostei de uma do 4º ano, e como eu era do 2º não consegui nada. Mas para o ano vais ver, mana.»

4º Tópico
«Achas que o Diogo vai ser mais giro que eu? Não pode ser né? Tipo dizem que tu és bué gira e eu sou parecido contigo. Nós os dois somos mais giros que a Sara, e o Diogo vai ser irmão dela. Tu és mais gira que a Sara portanto eu também vou ser mais giro que o Diogo»

Vocês não têm ideia do que eu me ri com esta conversa do meu puto de 8 anos! Ele lá faz as suas deduções e tem a sua visão do mundo! E, especialmente no 1º tópico, não avaliou nada mal as coisas...

Um Refúgio Para a Vida


Quando começo a ler um livro, não consigo ir lendo aos bocadinhos. Se estou interessada e todo o enredo me intriga, leio o dito cujo num abrir e fechar de olhos. Para ler este livro da autoria de Nicholas Sparks, demorei uns singelos dois dias e uma noite. Gostei do livro. No geral, gosto sempre dos seus livros, contudo de todos os livros dele que já li, este foi o que menos gostei. Não consegui envolver-me totalmente com as personagens como foi no caso do Diário da Nossa Paixão ou do Juntos ao Luar. Não obstante, foi um livro bom, intrigante e que nos fazia querer virar a página para saber o que iria acontecer a seguir.
Abaixo deixo a sinopse do livro:
«Quando Katie vai viver para a pacata cidade de Southport, na Carolina do Norte, todos se interrogam sobre o seu passado. Que mistérios esconderá aquela jovem bonita que parece determinada em encobrir os seus encantos e evitar novos relacionamentos? No entanto, e apesar de todas as suas reservas, Katie começa a criar raízes naquela pequena comunidade, à medida que uma nova amizade e um novo amor lhe vão fazendo baixar as defesas. Mas os fantasmas do passado, que minam a sua capacidade de confiar nos outros, continuam a persegui-la, a aterrorizá-la, e o peso do segredo que esconde é demasiado grande… Neste romance avassalador, Nicholas Sparks traz-nos uma protagonista fragilizada que tem de aprender a lidar com as suas sequelas se quiser voltar a amar

Let's move on

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Isto passa tudo a correr...

Já estamos a 5 de Agosto. Com estas férias a começarem tão tarde, nem sinto que estou realmente de férias. Tenho visto alguns filmes, ido ao cinema, à praia e estou a ler, para além do Memorial do Convento, um livro do Nicholas Sparks - Um Refúgio Para a Vida. Aborda uma temática que está muito presente na nossa sociedade, que nos conduz a um envolvimento gigantesco com as personagens do romance. Já vou quase a meio e estou a gostar bastante. Este, ao contrário de muitos outros do Nicholas, parece que acaba bem e todos felizes para sempre. Vamos ver. Mal posso esperar por chegar ao fim.
Lá para dia 13 ou 14 conto ir para o Algarve. Passarei lá uma semaninha e depois regresso a casa. Por essa altura já devo começar as coisas da escola (coisa que eu adoroooo!). Este ano volto ao dilema - cadernos ou dossier? Vou ter só quatro disciplinas teóricas, pelo que o dossier me parece acertado, contudo vou ter bastantes horas de cada disciplina, assim sendo andaria carregadíssima com as folhas do ano inteiro. Nos últimos anos tenho usado caderno, logo me decido quando for às compras.
O meu quarto está a precisar de uma arrumação, a última que levou foi quando acabei os exames, e mesmo sem querer, já há umas coisinhas fora dos sítios. Mais tarde devo pintar as unhas, ver mais um filme e pelas 19.10h ver a minha Anatomia de Grey. Acho que vou sentir muita falta deste descanso, ainda me lembro como era no tempo de aulas. Testes, testes e testes. Enfim, vou rezar para que estes dias até 15 de Setembro passem com a velocidade de um caracol.

Paris






Awkward Moments #4

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

50 coisas sobre mim


1. Duas grandes amigas: Marta M. e Cátia S.
2. Quem foi a última pessoa que te disse "amo-te"? O Miguel
3. Lamentas-te muitas vezes? Só para mim própria
4. És tímida ou extrovertida? Extrovertida
5. Qual o teu estado da tua relação? Solteira e boa rapariga ahah
6. Como queres morrer? Realizada
7. Qual foi a ultima coisa que comeste? Chocolate com amêndoas
8. Fazes algum desporto? De momento, não
9. Róis as unhas? Nããão
10. Tens atitude? Sempre
11. Gostas de alguém? Gosto dos meus amigos e da minha família
12. O teu verdadeiro nome: Joana Filipa
13. Nome da pessoa do sexo oposto que mais amas: João Barata, Alexandre Barata, Joaquim Madeira
14. Sentes a falta de algo? aprendo a viver com o que a vida me dá
15. Tens animais de estimação? irmão, conta?
16. Como te sentes hoje? estou serena
17. Diz três amigos do sexo oposto importantes para ti: Miguel, Jorge e Nuno
18. Já comeste num carro onde alguém ou tu e estava a conduzir? oh, claro que já
19. Tens medo de aranhas? não gosto propriamente delas, mas medo não
20. Se te dessem a oportunidade de voltar atrás, tu voltavas? em certas coisas sim
21. Lamentas alguma coisa no teu passado? algumas coisas
22. Quais os teus planos para este fim-de-semana? ir à praia, bronzear-me, ver uns filmes e ler
23. Queres ter filhos? Quantos? sim, 3
24. Já alguma vez beijaste alguém cujo nome comece por um S? não
25. Odeias alguém neste momento? não
26. Consegues falar bem? -.- lool
27. Sentes falta de alguém do teu passado? sinto, claro
28. Tens grandes amigos na tua turma? absolutamente, grandes amigos mesmo
29. Já alguma vez estiveste em cima de um cavalo? tim
30. Já beijaste alguém do mesmo sexo que tu? não
31. Já partiste o coração de alguém? acho que sim :(
32. Já alguma vez foste enganado? penso que não
33. Já alguma vez fizeste o teu (ex-) namorada chorar? já...
34. Queres viver com alguém sem casar? não sei, o que interessa é estar com quem se ama, o resto são pormenores
35. O que devias estar a fazer agora? estou de férias, não devia estar a fazer nada de especial
36. Já gostaste tanto de alguém que até magoasse? sim
37. Tens namorado? não
38. Qual é a tua cor favorita? talvez verde-mar
39. Confias facilmente nas pessoas? é o meu mal
40. Tens uma boa relação com os teus pais? dentro dos possíveis sim, desde que eles não embirrem por tudo e por nada somos os bff ahah
41. Qual foi a ultima pessoa que te viu chorar? a minha vovó
42. Dás segundas hipóteses facilmente? depende de até que ponto a outra pessoa merece, mas sim, regra geral acho que todos merecem uma segunda oportunidade
43. É mais fácil perdoar ou esquecer? Dependendo da gravidade, perdoar
44. Este é o melhor ano da tua vida? espero que venham anos melhores
45. Qual o nome que te chamavam em criança? sempre foi Joana. Por vezes Joaninha ou Joanita, mas regra geral, Joana 
46. Já alguma vez foste para algum sítio completamente despido? para o banho
47. Acreditas que tudo acontece por um motivo? definitivamente
48. Qual é a ultima coisa que tu fazes antes de te deitar? apagar a luz do candeeiro da mesa de cabeceira
49. O que é que te incomoda? tanta coisa... mas tento não ligar e passar por cima dos obstáculos
50. Já alguma vez estiveste fora do país? sim, já

Tróia


Vi hoje este filme pela enésima vez. É um dos meus favoritos. Adoro este tipo de filmes, dos combates antigos, da forma como evoluiu o mundo até ser como o vimos hoje. Das espadas às pistolas e das pistolas às bombas atómicas. É um filme que me faz pensar muito acerca da vida, do facto de ser tão efémera, da sua fragilidade, das coisas que nela realmente importam. É extraordinário ver como neste tipo de filmes impera a honra, a lealdade, o valor da palavra e o significado da nossa terra-mãe. Tem três actores que adoro - Brad PittOrlando BloomEric Bana que estão fantásticos nos papéis que desempenham. E uma actriz que também gosto bastante - Diane Kruger. É, sem dúvida, um dos filmes que mais gostei e não me importo de o rever vezes sem conta.

Bryan Adams says:

"Baby you're all that I want
When you're lyin' here in my arms
I'm findin' it hard to believe
We're in heaven
And love is all that I need
And I found it there in your heart
It isn't too hard to see
We're in heaven"

In Heaven

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A vida é um conjuto de "se's"

Indagamos o porquê de a nossa vida ter dado as voltas que deu e dizemos vezes demais "se eu tivesse feito isto, teria acontecido aquilo". Pois bem, a vida é mesmo isso, um conjunto de "se's" que nos atormentam e nos levam a questionar o porquê de atitudes passadas. Não vale a pena perder tempo a pensar no que teríamos feito se soubéssemos as consequências das nossas atitudes. Os "se's" que não podemos emendar ajudam-nos a perceber a maneira correcta de agir quando estivermos numa situação semelhante. Já dizia o velho ditado "é a errar que se aprender", e a vida sem erros não teria sentido. Seria mais ou menos como um jogo se Sims, em que ao vermos que se clicarmos naquele botão aquilo acontece, então não gravamos o jogo, recomeçamos e quando o mesmo botão aparecer, nós não carregaremos. É uma espécie de ilusão, um controlo que temos nos seres virtuais e que, muitas vezes, nos contemplamos a desejar traspôr aquilo para a realidade e a carregar no botão "não guardar". O "guardar" está eminente neste jogo que é a vida, e a única coisa que podemos fazer é esperar, avaliar, e decidir só depois de pensar se será melhor clicar, ou não, no botão. No fim podemos não ter a vida perfeita, nem mesmo as consequências desejadas, mas sabemos que aquilo que somos hoje está alicerçado com base nos nossos erros e não com um mero gesto de apagar.

Music

A máscara do amor


Não é preciso muito para as memórias se intensificarem e reavivarem sentimentos perdidos. Na verdade, não é preciso nada. Basta que nos deixemos levar pelo vento, sem o contrariar. É nos momentos de fraqueza que as recordações do passado se transformam em verdades presente, não porque deixámos de ser fortes, mas porque começámos a ser nós mesmos. E, quando somos exactamente o que queremos ser, o passado mal resolvido ergue-se, trazendo consigo aquilo que com tanto esforço enterrámos e pusemos para trás das costas. As lágrimas aprisionadas soltam o seu grito e escorrem pela face, os medos escondidos voltam a si e aterrorizam o nosso presente, a capacidade de lutar contra o que sentimos esvai-se e voltamos a ser nós mesmos - puros, frágeis e ingénuos. No fundo, o que tentamos nos momentos em que evitamos o inevitável, é pôr de lado não só a nossa pureza, como também a dos nossos sentimentos, fingir que somos fortes, mascarando toda a fragilidade que arromba o nosso ser, e despertar para os pequenos males do mundo, evitando a ingenuidade. Quem mostramos ser é apenas um "eu" fortificado por toda a mágoa, por toda a melancolia, por toda a dor e sofrimento que levou à construção do escuro que nos faz parecer pessoas diferentes. Se o fazemos intencionalmente? Não. É como tirar instintivamente a mão do fogo - mesmo que não queiramos, há sempre um impulso que nos leva a fazê-lo. Não ficamos pessoas frias e desconfiadas só porque sim, ficamos dessa forma porque algo no passado levou à edificação de uma barreira, uma auto-defesa que carregamos connosco. Essa barreira há-de ceder e a máscara cair, quando a pessoa certa der de si, e nessa altura nada mais importará, se não a mais bela e doce pureza, fragilidade e ingenuidade que se encontra em cada um de nós.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

O desgaste do amor


Há coisas que devem acabar num determinado momento. Não porque não valham a pena, mas porque se fossem levadas adiante só desgastariam o amor que era nutrido pelos apaixonados. Quando algo acaba em mútuo acordo é mais fácil. Ambas as partes percebem que o amor precisa de descansar. E, se esse amor estiver longe da vista, é mais fácil ficar longe do coração. No amor, a racionalidade é uma ferramenta que pode ser usada em momentos de sobriedade. É mais fácil deixar voar um sentimento para que ele depois volte a casa, livre, bem e saudável. Não vale a pena desgastar algo bonito e que tem tanto para dar, é melhor esperar, dar tempo ao tempo. Um dia o amor voltará, e nesse dia, nunca mais o deixaremos escapar, pois ele estará maduro, sólido e eterno.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Faster


Já me tinham contado a história deste filme, mas vê-lo superou as expectativas. Quem me contou disse que estava excelente e que a história era tudo menos previsível. E de facto, se eu já não soubesse tudo, o final seria completamente inesperado. O ódio, a vingança, a justiça e o perdão são quatro temas abordados ao longo do filme, estando trabalhados muitíssimo bem. Joga com a necessidade de usar a vingança para fazer justiça, ultrapassar o ódio e conseguir perdoar. Quem gosta do Dwayne Johnson e de filmes de acção, este é muito bom.

Agora é que me lembrei

que estas férias ainda não joguei Sims. Por isso, derivado deste excelente tempo que o Agosto nos está a proporcionar, lá vai a Joana viciar em vez de ir para a praia.

O Tumblr fala por si...