Juro que esta não tem, de todo, interesse. Mas apeteceu-me partilhar dada a situação ser TÃO caricata! Estou toda mordida pelas melgas, eis o lado péssimo do Verão. Babas e comichões por tudo quanto é sítio. É horrível!! Mas o melhor de tudo é que estava eu sentada na minha cadeira a estudar Psicologia, quando começo a sentir uma enorme comichão no rabiosque. Não é que fui ver ao espelho e tinha lá uma mordidela de melga!!! Deve ter sido hoje no Convento de Mafra, porque fui de vestido e havia bicharocos por todo o lado no parque de merendas, mas por amor de Deus, isto é demais!!!
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Coisas mesmo sem interesse nenhum #5
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terça-feira, 15 de maio de 2012
Would you miss me?
Por vezes dou por mim a pensar nisto. Se eu morresse, quem iria efectivamente sentir saudades minhas. Dizem que só sabemos realmente os amigos que temos quando estamos no hospital ou na prisão e, de certa forma, até é capaz de ser verdade. Discutimos, muitas vezes, com aqueles que mais gostamos, dizemos-lhes coisas horríveis, nomeadamente que nunca mais os queremos ver. Em contrapartida, estamos rodeados por pessoas com as quais mantemos uma relação estreita todos os dias, no dia a dia, pessoas às quais nos aventuramos a chamar amigos. Eu pergunto-me até que ponto os nossos amigos são mesmo nossos amigos e os nossos inimigos são mesmo os nossos inimigos. Às vezes penso nestas coisas que, na verdade, não deveriam ter nada em que pensar. Mas e se, hipoteticamente, eu fosse parar ao hospital por ter tido um grave acidente e estivesse entre a vida e a morte... Quem é que me iria visitar? Há pessoas pelas quais eu poria imediatamente a mão no fogo que estariam lá à porta, todavia há outras... Outras que não sei! Algumas com quem não contacto tanto, mas que talvez fossem, outras que contacto todos os dias e provavelmente não iriam. Penso que é nos momentos mais difíceis, quando nos deparamos com a possibilidade de perdermos uma pessoa para sempre, que abrimos os olhos, que os sentimentos são colocados à prova e as emoções vêm ao de cima. E talvez seja nessas alturas que cometemos loucuras, que mostramos os nossos sentimentos e damos a conhecer tudo de nós. A dúvida reside, e sempre residirá: Quem iria, de facto, sentir a nossa falta, caso abandonássemos o mundo dos mortais?
Necessidade e desejo
Podia abordar este tema do ponto de vista da psicologia, já que é uma temática tratada no 12º ano. E é tratada de uma forma tão interessante que gostava de partilhar aqui. No entanto, não me vou confinar às definições que preenchem todo o capítulo, porque ficaria demasiado chato e parecia que estava a fazer uma composição para o teste.
A verdade é que, no dia a dia, tendemos a confundir estes dois conceitos e, na verdade, eles acabam por se imiscuir. De certa forma, associamos o termo "necessidade" a algo impreterível. Necessidade de comer, de dormir, etc, ou seja, necessidade remete-nos para algo que, caso não seja satisfeito compromete a nossa sobrevivência. Já "desejo" é abordado de um ponto de vista mais supérfluo, na medida em que é uma aspiração que o Homem tem, no sentido de querer mais do que aquilo que possui como, por exemplo, desejo de ir a Nova Iorque. No entanto, sabemos que quando ansiamos algo desesperadamente, esse desejo passa a tornar-se numa necessidade, pois sentimos a sua falta. Sentimos a lacuna deles em nós caso não os alcancemos. Freud diz mesmo que os desejos têm origem nas necessidades. Ao satisfazermos uma necessidade acabamos por satisfazer também um desejo. Há uma sensação de prazer após a satisfação da necessidade, logo esta passa a não ser apenas algo que precisamos interiormente, mas um desejo que nos traz consequências positivas. No fundo, chegamos à conclusão que aquilo que precisamos para sobreviver e aquilo que precisamos para viver são ambos imprescindíveis.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
Today is a special day cause...
Spartacus is back!!! Hoje às 22:30h na Fox. Nova série e novo protagonista (pelas razões mais infelizes, mas pronto). Vamos ver como será esta nova temporada!
Sondagem Nº 32 - O que mais gostas de comprar?
Eu que sou um bocadinho consumista, e digo um bocadinho porque é um bocadinho mesmo. Não sou daquelas raparigas que vai para o centro comercial comprar tudo e mais alguma coisa. Compro, sim, por vezes, coisas que não necessito tanto assim, no entanto nunca em exagero. Achei interessante averiguar quais os produtos que os meus leitores mais gostam de comprar. Assim, aqui ficam os resultados:
1º Lugar - Roupa - 55% da votação - 47 votos - O meu voto também iria para aqui. De facto, aquilo que mais prazer me dá comprar é roupa!;
2º Lugar - Calçado - 12% da votação - 11 votos - Para mim é mais difícil entrar um calçado de que goste e me sinta confortável do que roupa que me assente bem, sou um pouco esquisita no que toca a isto, no entanto gosto imenso de comprar também. Especialmente ténis!;
3º Lugar - Livros - 9% da votação - 8 votos - Ainda que hoje em dia se retirem muitos livros da net, nada como o cheiro a livro novo e capa original. Apoio, quando é para ler, que seja o original!;
4º Lugar - Acessórios - 8% da votação - 7 votos - Gosto bastante de comprar anéis e colares, essencialmente. Também tenho alguma queda para malas. Por vezes estes acessórios dizem muito mais do que a própria roupa que usamos, compondo qualquer indumentária!;
5º Lugar - Doces - 5% da votação - 5 votos - Não gasto muito dinheiro em doces porque costuma haver sempre cá em casa chocolates, bolachas e afins, mas às vezes, a meio da manhã, sabe muito bem!!;
6º Lugar - Jogos - 3% da votação - 3 votos - Não é coisa que compre com frequência. Comprei Os Sims quando saíram (tanto o 1, quanto o 2 e o 3) mas depois não me pus a comprar expansões de empreitada. Ainda é o único jogo que gasto dinheiro. De resto... Não!;
7º Lugar - Maquilhagem - 2% da votação - 2 votos - Até gosto de comprar maquilhagem, especialmente batons, mas nada de especial e nem tenho maquilhagem por aí além, até porque raramente me maquilho!;
7º Lugar - Filmes - 2% da votação - 2 votos - A verdade é que com a facilidade com que se faz um download da net os filmes deixam de ganhar um lugar de destaque na lista das compras. Entre ter o livro original e o filme original, prefiro o livro, mas mesmo assim... Se puder ter ambos, melhor!
Obrigada por todos os votos e continuem a votar! A próxima sondagem já está aí! Beijinhos*
sábado, 12 de maio de 2012
Hipoteticamente falando do amor
E se ele for activado por estímulos? Isto é, se um amor acaba (ou nós pensamos que acaba) e, mais tarde, quando houver um estímulo que o accione, tudo voltar? Se o amor não for simplesmente um sentimento que temos por outra pessoa numa dada altura e que ou vive, ou morre. E se o amor adormecer? Se tirar férias? Se cessar por momentos para, depois, voltar em pleno quando somos estimulados a que isso aconteça? Pensei nisto, como penso em tantas outras coisas. Penso nisto quando tento perceber o amor. São teorias estapafúrdias, talvez. Porque o amor é, afinal de contas, uma força que existe dentro de nós, que nos deixa encantados e extasiados com outra pessoa, que nos faz querer estar com ela a toda a hora, olhá-la nos olhos, beijá-la e abraçá-la e, se deixamos de estimular o amor, com o que quer que seja, o amor acaba por morrer (ou adormecer, como disse acima). Não falo em relações à distância, não, porque aí os estímulos dados são outros, mas têm de ser dados. Porque nenhum amor é alimentado de nada. Podemos até ter estado com uma pessoa num determinado sítio, sítio ao qual nunca mais regressámos, contudo, no dia em que lá voltamos, as memórias voltam e afloram a pele e o espírito. Inconscientemente, activámos o amor que estava escondido dento de nós. Podemos mesmo deixar de falar com uma pessoa, nunca mais manter diálogo, mas no dia em que uma mensagem surge ou os olhares se tocam, a magia volta, tudo volta. Talvez nós tenhamos necessidade de adormecer certos amores, para permitir que outros entrem na nossa vida. Todavia, na verdade, esquecer é um processo muito mais complexo do que podemos pensar pois, provavelmente, nunca saberemos até que ponto realmente nos esquecemos de algo, nunca sabemos se aquele assunto ficou perdido dentro de nós, em algum sítio que pode ser activado um dia mais tarde, ou se se esvaiu completamente do corpo e da alma. Muitas vezes desconhecemos a nossa própria mente, desconhecemos se esquecemos ou se não esquecemos. Sabemos apenas, até certo ponto, quem amamos num determinado momento. Mas o mais provável é que nunca saibamos quem conseguimos verdadeiramente esquecer.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
Adivinhem...
Nota de Matemática A: 19 valores
Yeshhhh!
Yeshhhh!
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Uma semana sem muito trabalho
Esta semana começou bem, com uma muito boa nota a Biologia e com a notícia de que, provavelmente, não realizaremos um segundo teste desta disciplina neste período. O resto da semana deverá correr calmamente, já que só tenho teste de Português na sexta feira. A má notícia é que pode sair a Mensagem ou o Memorial do Convento, ou seja, se já é difícil estudar uma obra, duas então... Enfim! Espero que o teste corra bem, até porque tem mesmo de correr, já que a nota final depende deste período. Queria aproveitar para começar a estudar Físico-Química para o exame nacional... Vamos ver como corre o estudo, mas é impreterível que tire boa nota nos exames deste ano! De resto será uma semana normal, sem muita azáfama. Amanhã devo receber o meu teste de Matemática A, vamos lá ver o que sairá dali, estou confiante, mas nunca se sabe! Estas duas semanas são mais relaxadas, o pior é que ainda este mês tenho teste Intermédio de Matemática A... What a shame!
domingo, 6 de maio de 2012
Premature ventricular contractions
No title, just tears
O vento passa e deixa uma lágrima cair. Com saudades do que já tive e do que perdi. Com pena do que nunca terei. Talvez não saiba viver, ou talvez queira viver demais, mas os sorrisos são constantemente substituídos por lágrimas salgadas que vegetam nos lábios secos e rebentados. Há lacunas que não são preenchidas, coisas que ficam por dizer, mágoas inerentes à história de vida... E suspiro - sem quase fazer barulho - tentando aliviar a pressão que percorre as veias e artérias, que percorre o corpo todo. O ritmo cardíaco acelera, as forças ficam pelo caminho e, quando deixo o corpo cair, morto, na cama, nada sinto, senão angústia. Porque há dias assim, há dias em que estamos sensíveis, e tristes e nos dá para chorar. E há dias em que lemos coisas que nos fazem chorar. E nos lembramos de coisas que nos fazem chorar. E, mesmo que não tenhamos qualquer motivo, limitamo-nos a chorar. Não é mau chorar. Para mim não. Às vezes pergunto-me acerca dos porquês. Não só dos que me são alheios, como também daqueles que são relativos à minha própria pessoa. O mundo é assim, a vida é assim... Que fazer mais? Aguardar. Porque haverá um dia, um momento, um efémero instante em que seremos as pessoas mais felizes à face da Terra.
sábado, 5 de maio de 2012
O que eu espero do amor
Há várias coisas que espero que o verdadeiro amor me traga. Coisas que o amor supérfluo não traria. Coisas que só quem ama, suporta. O que todos nós queremos é alguém que esteja ao nosso lado invariavelmente, nos piores e nos melhores momentos, certo? Que saiba lidar com a nossa vitória sem inveja e com a nossa derrota com compaixão, verdade? Pois, para mim, o verdadeiro amor é aquele que é capaz de me aturar na semana crítica de TPM em que só me apetece discutir, embirrar, chorar etc etc etc, que me continua a amar mesmo que fique gorda depois de dar à luz, que não me deixa se eu ficar com Alzheimer, e que fica ao meu lado mesmo quando já for incapaz de o reconhecer, que me leva o pequeno almoço à cama quando estiver doente, que me ajuda a vestir as meias quando não me conseguir dobrar, que me dá um beijinho de manhã e me diz "estás linda" quando eu sei perfeitamente que estou terrível, que não se esquece do meu aniversário, que sabe as minhas flores favoritas, que pode pedir por mim no restaurante, porque sabe o que pediria. Que está comigo, mesmo quando não está.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Amor
O amor, o amor... E eu que ainda tento perceber o que isso é! Na verdade quanto mais vivo, menos sei. Antes amor era apenas gostar muito de alguma coisa, era o pai e a mãe, eram os avós e os tios. Era uma coisa boa, bonita. Era o que nos fazia sorrir. Hoje acho que amor é uma coisa diferente, sem saber, no entanto, o que é realmente. Descobri que no amor não se pode aceitar tudo nem, muitas vezes, perdoar tudo. Descobri que mais do que um pedido de desculpas, é preciso um arrependimento honesto. Descobri também que, por vezes, é preciso provar o pior para depois dar valor ao melhor. Há pessoas que passam e vão, outras que passam, ficam e permanecem. Há várias pessoas que constituem o nosso passado e o nosso presente. Mas há uma, e apenas uma, que vai entrar no nosso mundo, tornando-o também seu, e nos vai mostrar porque é que nunca deu certo com outra pessoa. E é essa pessoa que nunca, nunca, nunca nos vai escapar. Eu ainda acredito no amor.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Na lista para serem vistos
Há vários filmes que gostava de ver, mas o tempo é pouco e o trabalho é muito! Vou deixar aqui alguns que estão em fila de espera!
- Guerra é Guerra (This Means War);
- Gone - 12 horas para viver;
- Os Vingadores (The Avengers);
- American Pie: O Reencontro;
Já os viram? Que acharam? Beijinhos **
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